segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Sintra, Corrida Fim da Europa


Um ano depois regressei ao Fim da Europa, o cenário era o mesmo, frio, chuva e vento que cortava, a beleza natural da Serra de Sintra continua lá e sempre convidativa, as personagens que fazem a festa mais uma vez disseram presente, agora em muito maior número, de resto pouco mais mudou, as subidas têm tanto de beleza como de dificuldade acrescida, a descida final tem tanto de facilitismo como de traiçoeira, O Pavilhão e a chegada continua a ser apenas para os mais fortes, aos outros (retardatários a partir da 1,25h.) fica apenas um saboroso cházinho, porque se continua a pactuar com a desvorgonha de alguns para quem a ganância não tem limites.
A Susana chegou 7 m antes de mim tirou 2 biscoitos, comeu um e esperou que eu chegasse para me oferecer o outro. Até aqui nada de novo, repetiu-se tudo o que acontecera em 2009, basta ver a fóto que o Nuno Romão publicou no seu blogue e está tudo dito.
Sobre a corrida não me posso queixar, mais um ano passou e isso revela-se sempre fatal, este ano levei mais 4m para fazer a mesma distância mas poderão haver outros factores que jogaram contra mim, constipado há duas semanas, correr com sapatos novos e ainda por cima de montanha, só de loucos, mas é isso mesmo que eu demonstrei, a dada altura nas descidas tinha de enrolar os dedos porque já não cabiam nos sapatos, as unhas mais uma vez mudaram de côr.
Fiz grande parte do percurso com a Otília Leal, principalmente até meio da prova, depois mais adiante fiquei muito satisfeito por a ver afastar-se aos poucos, o que revela que se encontra muito bem preparada, ainda alimentei esperanças de voltar à sua companhia na descida final (5kms) mas o raio dos sapatos e das unhas... não deixaram.
Concluí a prova com 1,33,53 (não oficial) na distância fiável do meu Garmin de 16,540kms.
Voltou a ser um prazer enorme reencontrar ali tantos amigos da blogosfera e não só, não vou destacar nenhum porque de certeza absuluta eu iria sempre esquecer algum e isso eu não quero.
Agora venha Grândola dia 7 de Fevereiro e logo de seguida a Maratona de Sevilha a 14 de Fevereiro.
Fótos da A.M.M.A.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sacavém Homenageia Armando Aldegalega


Ele não precisa de apresentações, é uma figura ímpar do Atletismo Nacional e que continua a encantar-nos todos os fins de Semana pelos 4 cantos de Portugal. Ele não se ficou apenas com o Estatuto de Atleta Olímpico, continuou até aos dias de hoje a fazer aquilo que sempre gostou de fazer, correr. Cruzar com ele aí em qualquer lugar leva o nosso pensamento e a memória a calcarrear muitos e muitos anos atrás quando o víamos em plena pista e também na estrada a lutar por objectivos que sabia estarem ao seu alcance, como também não regateava esforços para ajudar os colegas em tarefas bem enquadradas pela sua equipa, o Sporting.
Nos dias de hoje, já com 72 anos, para além de a sua saúde e bem estar ainda lhe permitirem correr a um bom nível, partilha também os conhecimentos que foi adquirindo ao longo dos anos como técnico do seu Clube de sempre desde 1956, ajudando a criar os talentos que o seu Clube tem gerado.
A minha filha Susana foi uma das suas atletas e à qual dispensou sempre muita atenção e carinho, ainda hoje perduram muitos traços de amizade que jamais se esquecerão.
Foi com grande satisfação e prazer que no Domingo dia 10/01/2010 assisti a mais uma simples homenagem a este Homem , de H grande, concedida pela Direcção da Cooperativa a Sacavenense, na presença do Presidente da Associação de Atletismo de Lisboa Dr. Marcel de Almeida e de 2 Vereadores da Cãmara Municipal de Loures, João P. Domingues e Ricardo Leão.
O Armando é mesmo assim, simples e modesto para com todos e ao fim de tantas e mais uma homenagem , não consegue resistir a alguma emoção por estes gestos que lhe concedem. Eu também fiquei comovido por ver tanta simplicidade no seu agradecimento que as próprias palavras ao saírem trémulas deixaram transparecer a alegria por ter sido alvo deste gesto tão bonito.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Sacavém, com o pensamento em Sevilha.

Este Domingo, dia 10 de Janeiro quando saí de casa ás 07,30h estava mais preocupado com a invernia instalada do que com o treino que ia fazer de 1,45h. a partir das 08h e logo de seguida a Corrida da Cooperativa de Sacavém que teria início ás 10,30h.
Sob os viadutos do IC2 junto ao Rio Trancão pensei seriamente se deveria dar início ao treino que estava planeado, eram 08h e estava exitante porque o frio, o vento e a chuva eram de tal forma agrassivos que tive para desistir. À chuva liguei o GPS e enquanto não foi descoberto o competente Satélite ali me mantive pois nem debaixo das pontes me safava, foram 3m intermináveis e já todo encharcado e a tremer de frio pois o endumentária que tinha vestido nem era o mais apropriado para aquelas condições climatéricas, dei início ao treino. Cometi ainda a improdência de levar os óculos naquelas condições, pois passado pouco tempo já estava a precisar de um limpa pára-brisas, ainda assim teve alguma utilidade pois sem eles de pouco me serve levar o GPS como ajuda ao treino que ia realizar.
Com a agressevidade do mau tempo e a correr junto ao Rio Tejo a partir do Trancão depressa me refugiei pelo interior do Parque das Nações amenizando assim as dificuldades que ia sentindo.
No regresso ao ponto de partida depois de ter chegado ao Beato as coisas melhoraram bastante pois o vento já aparecia pelas costas mas lateralmente e assim consegui uma melhor prestação no regresso apesar de ainda estar muito frio e chuva.
No final contabilizei 16kms para um total de 1,44h.

Corrida de Aniversário da Cooperativa A Sacavenense

Mal terminei o treino, todo engadanhado, meti mãos à obra ali mesmo dentro carro (acho que este comportamente é comum a todos) e mudei toda a vestimenta e calçado a fim de me apresentar no local de partida (ainda a 2kms) devidamente apresentável, faltavam ainda 45m. Neste momento passam a Susana e o Daniel por ali e ainda lhes digo para levantarem o meu dorsal, pareceu-me que apesar de estarem dentro da viatura o frio que estava também os incomodava.
Na hora da partida a chuva fez uma pausa mas o frio era ainda muito intenso, a partida foi retardada e as dificuldades agravaram-se, veio a justificação, a estrada a 100m tinha muito óleo devido a um acidente e os bombeiros estavam a colocar lá pó branco para evitar possíveis problemas devido a quedas, atitude louvável que agradecemos apesar do frio sentido.
Miguel Quaresma, vencedor da prova
Devido ao treino estava bastante desgastado e com dores na coxa esquerda, ainda assim "encostei-me" enquanto pude ao nosso míster Fernando seguindo com ele desde o início e até ao final da prova, não sem antes em alguns traços do percurso com maiores dificuldades ele avançar e depois simpaticamente voltar para trás e rebocar-me até à dificuldade seguinte.
Terminámos os 5.790 metros em 30,30m.
Gostei do novo traçado da prova, não sabia que conseguiriam arranjar um percurso de pelo 3kms, quase planos, dentro de Sacavém num total de quase 6kms. É um bonito traçado, descobri uma parte de Sacavém que ainda não conhecia e depois gostei também de fazer todo o percurso da prova, pois em edições anteriores devido à minha "Idade" só me deixavam correr 2.800m, um desperdício.
Lamentável a falta de água no final, fui o último a receber uma garrafa, todos os outros que vinham atrás e provavelmente eram aqueles que mais precisavam ficaram atónicos com a falta daquele precioso líquido, uma situação lamentável e sem justificação.
Incompreensível também o critério de atribuição de t-shits, eu já não cheguei a tempo de receber uma, desconheço se o regulamento era restritivo, agora o que não pode acontecer é que depois de acabar a prova apareceu por lá (ainda no final do funil) uma caixa de t-shirts (todas XXL !!!) que foi destribuída a granel gerando-se ali grande confusão. A Sra. que estava lá, voluntariamente, a fazer aquele serviço a dada altura "passou-se" e gritava por tudo e por nada, não dignificando a Instituição que ali representava, quando devia era calmamente enfrentar a situação e não contribuir para o azedume que se verificou. De certeza que ela aprendeu alguma coisa e no futuro trate as pessoas com mais dignidade, eu espero que assim aconteça ou então não deverá ser colocada num lugar tão sensível como aquele onde os atletas que chegam precisam é de carinho e não de agressividade.
À parte a falta de água (grave) a organização esteve excelente, nem a morosidade da destribuição dos prémios e a exiguidade do espaço diminui a sua eficácia, percurso excelente, segurança dos atletas em todo o percurso, com um local de partidas e chegadas excelente.
Fiquei também muito sensibilizado e comovido com a Homenagem que a Cooperativa a Sacavenense concedeu ao nosso querido amigo Armando Aldegalega no final da Cerimónia.
A este assunto voltarei em breve.

domingo, 10 de janeiro de 2010

SACAVÉM - O 26º Torneio de Loures (Breve Apreciação)

Com o Amigo Gravito (Director da Prova)
Dupla jornada a de hoje, coisa que nunca tinha feito no mesmo dia, e depois na ressaca não sei se voltarei a repetir a gracinha.
A prova de hoje em Sacavém, organizada pela Cooperativa a Sacavenense foi a 1ª corrida do troféu Corrida Das colectividades do Concelho de Loures, Edição 2010, este ano amputado de 3 provas em relação ao ano passado, de entre as quais o Loures Cross que era habitualmente realizado em Janeiro/Fevereiro todos os anos da responsabilidade do Município de Loures em parceria com a Associação de Atletismo de Lisboa, consumando-se assim o abandono total do Município na organização directa de competições pois há uns anos atrás já deixara cair, (por menos) as 3 Léguas de Loures, prova muito apreciada por todos os que gostam da corrida.
Fiquei surpreso quando cheguei ao local e verifiquei existir uma grande adesão a esta prova, por duas razões: O frio intenso que se fazia sentir e fundamentalmente pela alteração ao Regulamento do Troféu no que diz respeito à atribuição dos prémios finais aos atletas mais bem classificados e ás melhores equipas.
Friamente analizando, compreende-se o motivo face ás dificuldades sentidas a nível financeiro, mas com esta medida salvou-se a continuidade deste Troféu que já vai na sua 26ª Edição e que tem sido o motor do desenvolvimento do Atletismo no nosso Concelho. É verdade que esta decisão assumida pela área do Desporto da Cãmara Municipal de Loures não é do agrado de uns quantos que pelas suas boas qualidades atléticas aproveitavam esta competição para ganhar mais algum dinheiro.
Pois bem, chegou a altura de testar se no futuro existem candidatos ás 10 medalhas que pelo novo Regulamento do Torneio são atribuídas por escalão ectário em cada prova. Sacavém não serve de exemplo, daí a minha surpresa, ou talvez não, é que havia dinheiro em disputa para os 3 primeiros classificados em cada escalão, (prova principal) e então lá estavam novamente as trutas, sempre os mesmos, (na sua totalidade, quase todos de fora do Concelho), e vão voltar, pois estão no seu direito, porque o chamariz do dinheiro ainda vai continuar a funcionar até ao final deste Torneio.
O que lamento, e vai acontecer, é que algumas organizações de provas cá no nosso burgo sem capacidade financeira irão fazer um esforço tremendo para colocar as suas provas de pé e no fim apareçam meia dúzia de fiéis participantes tornando desolador as ruas desertas e reservadas para o efeito e as gentes que pelo seu trabalho realizado irão sentir na pele a desolação pela indeferença.
Oxalá que me engane mas estamos na presença de 3 categorias, não de provas, mas organizações de 1ª, de 2ª e de 3ª, umas têm dinheiro e outras não, estas saiem claramente desfavorecidas, não há dinheiro e a ausência vai-se sentir fortemente porque a medalha não substitui o dinheiro.
Este dilema não existia nas edições anteriores, para alcançar o prémio monetário no final o atleta teria que participar em quase todas as provas para pontuar no seu escalão ectário, agora não, ninguém vem disputr um Torneio para no fim ser premiado com um Diploma!!! Até na pontuação por equipas se perdeu o total interesse, até aqui as primeiras 15 equipas eram premiadas com um Prémio monetário consuante a sua classificação, agora é só premiada a 1ª Equipa que vencer o Troféu com uma Taça de duvidosa qualidade e valor!!!
Como se pode verificar a motivação será praticamente nula para se "lutar"por esses objectivos. Com a agravante e desoladora decisão de se pôr termo, sem apelo nem agravo, ao Torneio Atleta Jóvem que trazia sempre grande animação através da miudagem ás estradas e localidades do nosso Concelho.
Que incentivo terão agora os nossos jóvens? Esta decisão teria sido bem pensada? Parece-me que não e compromete seriamente o futuro desta modalidade no nosso Concelho
Como disse atrás, é preferível a solução que foi encontrada (salvaguardando a necessidade de urgentemente reactivar a Edição juvenil do Trofèu) do que aquela que se prespectivava, acabar pura e simplesmente com este bonito projecto que já dura há um quarto de século.
Será apesar de tudo um Torneio de 2010 onde será reposta alguma justiça no plano desportivo aos amantes da modalidade que correm pelo prazer de correr e que a competividade natural dos mais "fortes" por vezes os impediam até de receber como simples recordação, uma também simples t-shirt.
Amanhã volto para falar do meu treino, seguido da corrida em Sacavém.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Um Novo Blogue, Um Novo Amigo

É sempre com grande satisfação quando vemos os amigos com quem convivemos diariamente criarem condições para estreitar ainda mais os laços de amisade e comunicação que são apanágio de pessoas libertas de qualquer preconceito, sejam elas jóvens ou menos jóvens, o que importa aqui sempre é o gesto e a intenção e quando estamos em presença de um jóvem amigo de apenas 18 anos estes valores sobressaem pela maturidade que revela.

Ao centro o Tiago

O Tiago Silva, apesar da juventude dos seus 18 anos, já criou o seu espaço no seio de um grupo bem numeroso de amigos que todos os dias se junta para treinar no Parque Urbano de Santa Iria da Azóia, é um regalo vê-lo treinar, ele faz competições em Atletismo (36´ e uns pózinhos) aos 10kms, ele faz BTT Todo Terreno (Plano e Montanha e é dos melhores júniores nacionais), ele faz Duatlo, ele faz provas de Orientação (onde é também muito orientado) e dos melhores diga-se a verdade, e ainda vai pescando algumas coisas em outras disciplinas. Um prodígio.

O seu pai Fernando Silva, (o nosso treinador) é certamente o grande timoneiro pello lapidar desta pérola, mas nada poderia ser feito se o Tiago não tivesse uma veia de campeão e disponibilidade de estar sempre pronto e disciplinado para as suas obrigações escolares e da sua complementaridade que é o Desporto.

Pois o Tiago Silva acaba também de criar o seu espaço de comunicação através de um blogue onde vai tentar descrever todas as sensações que vai vivendo nas diversas competições em que participar e divididas por diferentes disciplinas.Visitem este blogue Tiago Silvae adicionem ás vossas listas e vão acompanhando a progressão e evolução deste jóvem amigo e desportista.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

UFF!!! QUE 2009

Em altura de balanço, coisa que nunca fiz em 22 anos de corridas, atrevo-me desta vez a fazer com exactidão um levantamento sobre todas as competições em que participei em 2009. Faço-o também porque atingi números nunca imaginados quando iniciei o Ano de 2009.

Fica de fora o número de kms e a quantidade de horas que efectuei em treino para conseguir preparar todas aquelas corridas. Para o Ano este balanço também será efectuado.
Resumindo posso dizer que jamais efectuei um número tão elevado de kms em competições no mesmo Ano: 592,692 km. num total de: 42,48,10 horas.
O número de competições efectuadas em 2009 foi acima da média do que custumo fazer num só Ano: 45
É um bom incentivo para prosseguir em 2010 e procurar reforçar a participação em novas provas que irão aparecer, para além naturalmente daquelas que penso repetir e efectuadas em 2009, de entre as quais destaco a UMT e a Noct. de Óbidos.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Olivais e o que nos reverva 2010


Com a S.Silvestre dos Olivais terminou um ciclo bem exigente que impuz a mim próprio com o objectivo de ver até que ponto ainda iam as minhas capacidades e se ainda tinha dúvidas elas desvaneceram-se após terminar esta fase bem curiosa no último trimestre do Ano que agora findou.
Na fóto: F. Gravito >J.adelino, Susana Adelino, Susan Mota, Luís Mota, Mariana Mota, Mário Lima, Luís Carlos, Vitor Veloso, Isabel Almeida e António Almeida
1ª Conclusão: Para quem nasceu em 1948 é melhor pensar sériamente que tipo de competições deverá fazer.
2ª Conclusão: A dimensão e extensão em número de kms que mais se me adapta deverá merecer uma reflexão com base nas debelidades/em>
naturais próprias da minha idade.
3ª Conclusão: Finalmente convenci-me que daqui para a frente os meus únicos objectivos passam por correr apenas por prazer, parafraseando
o Livro do amigo Vitor Dias seja em que competição for, desde as provas mais pequenas até chegar ás maratonas ou ultra maratonas. A palavra competir já não terá um significado pessoal no futuro, a não ser observar e admirar quem tem condições por enveredar por esses objectivos e desde que tenha as aptidões necessárias.
E é assim que me vou apresentar sempre junto dos amigos em todas as competições. Que bem me soube fisicamente fazer estas duas provas de S.Silvestre em Lisboa neste final de Ano, na companhia de amigos do coração, do Elísio Costa, da Susan Mota, da Mariana Mota, do Mário Lima, entre outros, com todo o respeito pelos amigos e pela distância tendo em conta que a condição física nesta altura também não era a melhor.
O Ano de 2010 vai ser de muita "animação", aproximam-se novos desafios a acrescentar aqueles que tive a coragem de enfrentar em 2009 e que faço questão de manter para este Ano, Meia Maratona da Areia, Ultra-Maratona Melides Tróia
Ver Melíadas de F.Andrade Trail Noturno de Óbidos, Maratona do Porto, Grandes Lagos Alqueva e Maratona de Lisboa. A estes "biscates" acrescento para este Ano a Maratona de Sevilha, Trail Serras de Sicó, Trilhos de Almourol e com possibilidades de a Geiras e Serra da Freita também estarem no horizonte se não colidirem com o programa delineado.
Vai ser um Ano "engraçado" onde os meus "dois Bombeiros" vão ter um papel importante (para me ajudarem ou para me impedir se forem capazes) mas acredito que vão estar por perto a vigiar sempre que lhes for possível.
Um Ano feliz para todos.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

S. Silvestre de Lisboa 2009


Desta vez tudo correu bem, o Ano passado fiquei a ver esta bonita corrida nos passeios da Baixa Pombalina, encharcado é certo, mas não arredei pé e assim pude observar e apoiar os amigos que tiveram oportunidade para a fazer. Este Ano as coisas correram melhor, aprendemos com os erros então cometidos de parte a parte que nos impossibilitou de ter acesso aos dorsais. A organização manteve o seu esquema, nós é que melhorámos e quando assim é o resultado final deixa-nos sempre nota positiva.
Desta vez não choveu apesar das ameaças e estava uma noite excelente para correr e uma boa temperatura, apenas se notou um pouco mais de vento e algum frio na Av. Ribeira das Naus entre o Cais do Sodré e a P. do Comércio (Terreiro do Paço). Lisboa estava hoje muito acolhedora.
De salientar o número elevado de público que estava nos passeios em quase todas as ruas do percurso (coisa rara em Lisboa), penso que a maioria eram de alguma forma acompanhantes dos atletas que participaram nas provas.
Hoje mais uma vez encontrei muitos amigos, tanto assim é que dicidi efectuar a prova na companhia de dois atletas do CCD de Loures, a Otília também lá estava mas abalou logo, que fera! da Susan Mota e da filhota Mariana Mota que aproveitou para efectuar ali um treino com vista aos seus principais objetivos que são, como se sabe as provas de marcha. Como estou actualmente em regeneração física aproveitei aquele ritmo (6m por km.) e fiz também um excelente treino, terminámos com 59,30m.
Desta vez levei a máquina fotográfica comigo e fui tirando algumas fótos, a maioria delas de má qualidade pois foram tiradas enquanto corria, ainda assim escaparam algumas.
No final encontrei ainda o António Almeida e a família, o Luís Mota e o Vitor Veloso tendo sido pretexto para falar sobre a S. Silvestre dos Olivais dia 30/12 e um possível convívio antes da prova e ainda um pequeno ensaio de compromisso com vista à participação na Maratona de Sevilha em 14 de Fevereiro de 2010. Tudo ainda em análise até final do Ano pois contamos com a ajuda do Fórum Mundo da Corrida.
Segue-se a S.Silvestre dos Olivais, última prova do meu Cardápio que programei desde Outubro até final de Ano, uuff.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

MENSAGEM DE NATAL

Mensagem de Natal

Se for para aquecer que seja o sol;
Se for para enganar que seja o estomago;



















Se for para chorar que seja de alegria;









Se for para roubar que seja um beijo;















Se for para matar que seja a saudade;
Se for para guerra que seja de travesseiro;
Se for para ter fome que seja de amor;



Se for para perder que seja o medo;
Se for para brigar que seja por amor;
Se for para seres feliz que seja para sempre;
















Feliz natal com tudo de bom! Para todos

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sevilha, Espanha, Nem Bons Ventos Nem Bons Casamentos


É verdade, é sempre penoso termos de abdicar de uma prova que aos longos dos anos tem ficado sempre programada para o Ano seguinte. Sevilha desta vez não vai ter a nossa visita, 15 dias antes da data limite encerraram as inscrições, 3 mil apareceram antes de nós por termos andado demasiado lentos, cremos que fosse esse o motivo mas também pode ter acontecido alguma coisa de estranho, pois a recepção da inscrição coincidiu com a data em que esgotou os lugares disponíveis.
Gostaria de ter a companhia mais uma vez dos habituais amigos para passar um bom fim de Semana, desta vez reforçado com as famílias Brito, António Almeida, Vitor Veloso, José Magro, mas saíu errado a inscrição. Penalizo-me porque devíamos ter previsto que esta prova está em permanente crescimento e era previsível que isto acontecesse.
Agora, todos os que ficaram privados desta corrida podem aproveitar o treino já efectuado e enfrentar as S. Silvestres que vêm aí com mais alguma folga e tirar boas prestações das corridas em que participem.
Acabámos por tirar boas ilações para as edições futuras da Meia Maratona de Sevilha com este episódio.
Aos estreantes marcamos novo encontro para o Ano

domingo, 13 de dezembro de 2009

Melíadas, passado e presente, olhando o futuro


O lançamento do livro Melíadas de Fernando Andrade por si só justificava a minha passagem por Grândola no dia 12 de Dezembro, foi esse o propósito que me levou até lá. Em simultâneo realizou-se o 4º Encontro do Fórum O Mundo da Corrida, coordenado por Eduardo Santos.
A 1ª parte do Encontro foi essencialmente para apresentação do Livro Melíadas e a sua origem com intervenções dos responsáveis da Cãmara de Grandola através do seu Vice-Presidente e do Vereador responsável pelo pelouro do Desporto(patrocinador do livro, do Eduardo Santos (criador do projecto), do Joaquim Antunes (velho pioneiro desta corrida (8 edicções) e do Fernando Andrade como autor e impulsionador do livro.
Como participante na última edição da Ultra Maratona Melídes/Tróia revivi ali momentos inesquecíveis (porque a 1ª é sempre a 1ª vez e todos os momentos lá passados ficam gravados eternamente) e quando assim é somos capazes de ouvir as histórias contadas por quem sabe e viveu aquilo ao longo de tantas edições.
Fiquei com pena de após a apresentação do livro ter de me ausentar, o Luís Parro também foi ali com o mesmo objectivo e também teve de seguir caminho, pois o Eduardo Santos merecia ter ali à sua frente uma boa plateia para debeter os temas que se seguiram e eram bem interessantes, mesmo assim os que lá estavam foram classificados e bem como poucos mas dos bons.
Conhecedores da nossa pouca disponibilidade de tempo foi feito um intervalo com o objectivo de cada um poder adquirir o livro. E nada melhor que a assinatura do seu autor a testar a autoria desta obra prima, que ao folhear descobri que também fazia parte dela, como dizia o Parro, senti uma satisfação e orgulho enorme, pois na minha 1ª participação tinha ficado um registo recompensador do sacrifício e tenacidade ali deixados. E lá estava também a nossa menina que pela mão do pai cortava mais uma vez a meta numa prova mítica.
Sentia-se a emoção do Fernando Andrade, mal disfarçada pois quem o conhece sabe que ele não gosta de protagonismo, apesar de o merecer, e é só por isso que lhe vou perdoar por me ter batizado outra vez, um pormenor sem importância e a corrigir oportunamente.
Foi ali também apresentada a edição de 2010 e vontade não me vai faltar para voltar.
clicar aqui

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Maratona de Lisboa, há sempre uma história para contar, esta é a minha.

No dia da Maratona bem cedo precebi que as coisas não iriam ser fáceis, coisa que eu já esperava, desde a Maratona do Porto no dia 8/11/09 que não mais fiz qualquer treino longo com vista à Maratona de Lisboa, limitei-me a fazer a Meia Maratona da Nazaré, os 16,5kms da Mendiga e a Caminhada de 11kms da Serra de Sintra e depois alguns treinos sem grande disciplina durante estas semanas, por isso sabia que a Maratona de Lisboa iria ser um osso duro de roer, não só por não ter merecido uma preparação adequada mas porque eu conhecia demasiado bem o traçado da prova e por isso encontrava-me um pouco ansioso.
Quando cheguei ao Estádio 1º de Maio faltava ainda 1,30h para o início da prova, tempo suficiente para a habitual fase social onde disponibilizamos algum tempo para conviver um pouco com os amigos, até porque as oportunidades não são muitas. Lá estava o Luís Parro, não me perdeu a pinta desde a Mendiga, o M. Azevedo, J. Magro. M. Lima, Fernando Andrade, vai faltar-me algum, e conheci ainda o Joaquim Ferreira e o Pedro Ferreira.
A minha equipa estava ali em peso, mas só 2 elementos é que iriam fazer a Maratona, eu e o Elísio Costa, o Costa que já andava afastado desta distância desde a Maratona do Portode 2008.De tal forma estava distraído que quando me apercebo já só faltava meia hora para o início da corrida. Já na viatura optei por calçar os ténis com que fiz a Maratona do Porto (já velhos e rôtos) que me fizeram sentir sempre muito bem durante toda a corrida, completada a tarefa sempre trabalhosa de proteger algumas zonas mais sensíveis e devidamente equipado vou para a zona de partida, ainda vou a meio do caminho e verifico que me falta ainda o dorsal, então voltei ao carro e resolvi o problema e corro para o local de partida, mas após os primeiros passos de corrida dou conta que ainda tenho os óculos colocados, volto novamente para trás, as coisas não estavam mesmo a correr bem. À entrada do Estádio (a partida era em plena pista) ainda tive tempo de me despedir da minha equipa que aguardava a hora de participarem na Meia Maratona.
O Costa logo no início informou-me que me iria acompanhar até por volta da Meia Maratona, de certa forma fiquei mais tranquilo pois sabia que a experiência do Costa me ajudaria a controlar a corrida para evitar os excessos logo no início e que me iriam sair caros no final da prova.
Mas desde logo no início verifiquei que as coisas iriam ser muito difíceis, sem ter feito qualquer aquecimento no início antes do início sentia-me muito preso de movimentos e nem mesmo a descida da Av. Gago Coutinho serviu para melhorar as coisas, e a bem da verdade a subida para o Arieiro veio numa boa altura pois permitiu-me que eu encontrasse o ritmo e o esforço certo que eu vinha a procurar, e foi assim que segui até chegar ao início da difícil subida do Alto dos Moínhos onde estava assinalada a passagem dos 10kms, assinalava 57m. Nesta altura o atleta que levava o sinalizador do ritmo das 4 h. ia ali a cerca de 300 metros e nem tentei aproximar-me pois sabia que aquilo não era andamento para mim. Um pouco mais à frente o Costa começa a dizer-me que o andamento vai mais rápido do que devia, era natural porque um pouco antes tinha avistado logo ali à frente o Luís Parro e quis chegar até lá e foi o que fiz , pois já seria um grupo maior e a companhia era de todo aconselhável, mas foi sol de pouca dura, cedo percebi que aquele andamento era arriscado se dicidisse ir ali por muito tempo, optei por ficar com um andamento mais confortável, sempre na companhia do Costa.
Nesta altura começavam os meus problemas com os meus ténis, ao contrário do Porto esta Maratona de Lisboa é um constante sobe e desce e onde a fricção é uma constante e os dedos dos pés são os que mais sofrem e já só desejava chegar à baixa lisboeta onde o terreno já seria plano e as coisas iriam melhorar, pensava eu.
Passei à Meia Maratona com 1,59h (mais 3m do que no Porto) ainda me sentia bem, o pior foi que de seguida encontrámos o vento pela frente assim que entrámos na Av. 24 de Julho, foi nesta altura que perdi o meu companheiro de corrido, como estava previsto ele abalou à procura de uma melhor marca que pensava que estaria ao seu alcance, entretanto eu fui mantendo o mesmo andamento, 6m por km, após passar pelo Viaduto de Alcântara cruzo-me pelo António Almeida, e que bem que ele vinha, pois o sinalizador das 3,30h ainda vinha bem lá para trás, e eu já nem o das 4h conseguia ver, notava-se que eu já ia perdendo vigor e os ténis já pressionavam em demasia os meus martirizados pés, mas a Maratona é isto mesmo, espírito combativo e de sacrifício e quando a mentalização está virada para o objectivo que é a chegada não existe "nada" que o possa impedir.
Um pouco antes de Alcantara cruzei-me com muitos amigos que participavam na Meia Maratona e já estavam de regresso de Belém, o Vitor, o F.Avelino, o Fernando (Mister) o Orlando Duarte, o Tiago, o Luís e toda a equipa do CCd de Loures e outros que agora não me lembro, sabe sempre bem naquela altura um pouco de ânimo. Quando virei aos 27kms o Costa já ia com mais de 200 metros à minha frente, achei pouco para aquilo que ele pretendia mas ainda faltava muitos kms até final,
Aos 30 kms ainda passei com 2,58h (soube depois, já o Luís Mota tinha terminado), foi ali que parei a 1ª vez, só o tempo suficiente para beber água, comer um pedaço de laranja e tomar um gel que levava comigo, considerando as dificuldades que já sentia ao nível dos pés, tracei como objectivo fazer uma pequena paragem a cada 5 kms e onde ouvesse abastecimentos, sabia que o tempo perdido seria rapidamente recuperado logo a seguir, o pior era mesmo os pés, com as dores que sentia eu já imaginava o dedo grande do pé esquerdo com o dobro do tamanho e a sola do pé direito descolada do seu habitat natural, mas não era aquilo que me iria fazer parar.
Chego entretanto ao Terreiro do Paço e vejo o meu filho Hugo aos saltos de satisfação por me ver, na sua companhia estava o Tozé, velho amigo, que não perderam oportunidade de correr um pouco ao meu lado até se cansarem, ao fim de 100m!. Por volta dos 34kms chego-me de novo ao Luís Parro, pareceu-me com algumas dificuldades, ou talvez não, mas ia acompanhado e em boa cavaqueira, de lá saltou o Manuel Azevedo e fez-me companhia, por pouco tempo pois o seu andamento é superior ao meu. Logo a seguir estão os 35kms e foi aí que me "passei", a àgua tinha esgotado e não havia mais, Todos sabem que naquela zona e em qualquer Maratona a água é um elemento fundamental, tanto mais que se trata de uma zona crítica, e é essencial até para a saúde dos atletas. Uma amiga da organização simpaticamente ofereceu-me uma bebida em alternativa e sem açucar, dizia ela, mas água é água e é insubstituível.
Uma ocorrência que pode até arruinar o prestígio de uma grande prova como é a Maratona de Lisboa que arrasta centenas e centenas de estrangeiros e muitos deles ainda vinham lá para trás, uma distração difícil de perceber.
Aos 37,5kms começa a subida final que me irá levar até aos 40kms, um pouco antes passei pelo M.Azevedo pois sempre que aparecia uma dificuldade maior optava por descansar um pouco, andando. Os 40kms foram atingidos com 3,56h de prova, apesar de tudo sempre regular, aproveitando esta altura para o último abastecimento, ali havia água com fartura e deu para beber logo duas garrafas de seguida, mais um gel e laranja e estava pronto para enfrentar os 2 últimos kms e uns pózinhos. Nesta altura já me vou habituando a soportar as dores nos pés pois aproximava-se o final da prova e isso era mais interessante, mal cheguei ao Alto da Bela Vista logo a seguir ao viaduto do Metro (40,400kms) encontro um colega maratonista no chão a contorcer-se com dores, olho e sigo dando uma forcinha para ele, já antes tinha observado outras situações quase idênticas mas que estavam controladas, mas aquele caso mordeu-me a consciência e já a 30 metros voltei para trás e ajudei o homem, notei logo que eram os gémeos, levantei-lhe as pernas pressionando a parte da frente dos dois pés e a coisa estbelizou, dificil foi entendê-lo pois tratava-se um italiano e a comunicação era difícil, tentei ajudá-lo a pôr-se de pé, em vão, os gémeos voltaram a agarrar e voltei a fazer os mesmos procedimento com bons resultados, depois aconselhei-o a manter-se assim algum tempo e tentar chegar à meta com calma e devagar, não sei se me entendeu, pelo menos nem um grácias ouvi. Depois segui, estranhamente mais motivado e com as forças renovadas, tanto que voltei a apanhar o nosso conhecido M.Azevedo em plena subida final, que ao pressentir-me de novo ali arrancou para a meta cheio de força e energia.
A entrada no Estádio foi um momento fantástico, para a maioria das pessoas que ali estavam era mais um que chegava depois de o 1º ter chegado quase há duas horas, mas para mim era muito gratificante, era a 6ª vez que realizava esta proeza e que sonhar é coisa que também encaixa bem nos idosos. Terminei com 4,13,25h.
À espera estavam tantos amigos, lembrei-me dos meus "2 bombeiros" que se estivessem ali estavam tão felizes quanto eu, o Lima foi incansável, o António já tinha acabado há 40 m e manteve-se ali até que eu chegasse, a Isabel percorreu Lisboa quase toda, ela estava em todo o lado, o Vitor, a Família do Mota, e eu estava tão enleado que já nem sentia as dores, próprias de quem acaba uma Maratona.
O frio que estava aconselhava a que rapidamente fosse para o carro e mudar de roupa, e sem exagerar esta tarefa tornou-se quase tão difícil como fazer a Maratona, não fui capaz de tirar os ténis, pois cada vez que tentava chegar aos atacadores os gémeos agarravam e as dores eram muito fortes, optei então pela dicas que dei ao italiano, ao fim de meia hora comecei então pelos sapatos com receio do que ia encontrar e de seguida consigo trocar de roupa sem mais dificuldades, neste meio tempo que passou choveu a bom chover, passaram numerosos grupos de atletas e familiares de regresso aos seus pontos de partida com a boa disposição sempre a reinar, com os espanhóis sempre numa animação espectacular, foi assim durante o fim de Semana.
E eu, bem, regressei também a casa no meio de chuva e bastante frio, ainda com as câimbras a dificultarem-me a condução e a caminho de sarar as minhas feridas.
FÓTO DE LUÍS CARLOS

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Cyberuners, uma nova janela


Sim, temos uma nova imagem para os actuais e futuros Ciberuners, a nossa equipa que tão boa conta deu de si na bonita Cidade do Porto pretende continuar a encher o caudal deste bonito canal de comunicação que se vai estendendo de Norte a Sul em redor desta bonita modalidade que é a prática da corrida, tornando ao mesmo tempo possível o aprofundar de amisades existentes e o aparecimento de outras.
Apesar de dispersa, a direcção do III Encontro dicidiu avançar com outra imagem mas com o nome muito idêntico ao que estava (depois explicamos melhor). Me
smo dispersos vamos (Fernando Andrade, Joaquim Adelino, Ana Pereira, António Almeida e Nuno Romão), gerir este espaço e para isso contamos com a participação de todos, comentando e dando opiniões acerca do que aqui se vai desenvolvendo.
Podem acessar a este novo blogue de apoio ao III Encontro Blogger no link abaixo.

corridaepatuscada.blogspot.com

domingo, 29 de novembro de 2009

Caminhada e convívio na Serra de Sintra


Como estava previsto, apesar das ameaças de mau tempo que não se confirmaram, participei com redobrado interesse na Caminhada na Serra de Sintra promovida pela Associação Mundo da Corrida com partida e chegada na povoação de Malveira da Serra no Sábado dia 28 de Novembro. Prova que merecia certamente a participação de mais caminheiros uma vez que o traçado escolhido pela organização era todo ele percorrido em plena Serra e por locais muito bonitos e acessíveis a todos, mas que certamente motivado pelas ameaças de mau tempo anunciadas durante o decorrer da Semana levaram certamente muitos a afastarem-se desta bonita iniciativa. Não sabem o que perderam.
Fui acompanhado da minha esposa, era já a 3ªvez que participava em caminhadas, da Susana e Daniel e ainda nos acompanhou a Filipa Coelho que tem andado arredada das corridas mas que faz questão de não abandonar de todo a actividade física como factor de equilíbrio para a sua vida particular.
Como estreante encarei bem e com tranquilidade a distância dos 11 kms uma vez que estavam bens enquadrados nos objectivos seguintes que passam inevitavelmente pela Maratona de Lisboa no próximo dia 6 de Dezembro. Ainda assim preocupei-me sobretudo com o equipamento que teria de levar, pois apesar de não chover o frio pela manhã estava lá e aconselhava um bom agasalho.
No total éramos 15, para além do nosso grupo de 5 elementos pareceu-me que os restantes eram habituais frequentadores nestas andanças e ligados de uma forma ou de outra ao Fórum Mundo da Corrida e à sua Associação, pessoal experiente e muito solidária, sempre preocupados para que todos os caminheiros conseguissem da melhor forma ultrapassar algumas fases mais difíceis do percurso.
Todos conseguimos chegar, uns melhor do que outros, mas o mais importante foi estar lá e desfrutar de um passei em plena montanha onde se fez sentir as vantagens para a saúde de cada por poder respirar aqueles ares ainda livre de um qualquer poluidor.
A meio e no final foi servido um pequeno e oportuno abastecimento que serviu para além de repôr algumas energias, também foi pretexto para um pouco de conversa que serviu para unir mais o grupo.
No final foi solicitado que expressásse-mos algumas críticas caso as ouvesse, não havia nada a apontar e estávamos gratos por ter a possibilidade de ali estarmos e conhecer de forma mais efectiva todos aqueles amigos que de uma forma ou outra eu já "conhecia" do Fórum. Um pedido ficou lá, mantenham esta iniciativa e com mais periocidade se possível.
É justo que realce aqui o apoio que a esposa do C.Fonseca (gostava de dizer aqui o seu nome) deu à minha esposa durante todo o percurso, pois a partir de certa altura o calçado escolhido começou a criar-lhe problemas mas com o apoio recebido conseguiu concluir sem que ficassem mazelas para próximas oportunidades.
Aproveitei também estar na presença do Eduardo Santos e trocar algumas idéias sobre o 3º Encontro blogger de atletismo, que tudo aponta para ser na Costa da Caparica no dia 16 de Maio de 2010 aproveitando assim a realização da II Meia Maratona da Areia que a Associação Mundo da Corrida ali vai organizar. Soube logo ali que o Fernando Andrade também já tinha feito esta abordagem e que tudo segue conforme aquilo que pretendemos.
E já vejo o final desta Semana a aproximar-se rapidamente, como convém, e a desejar que o fim de Semana esteja sossegado em termos de ruindade no que diz respeito à meteorologia para que a Maratona possa ter um grau de dificuldade menor para todos.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Caminhada pela linda Serra de Sintra

No próximo Sábado dia 28/11/09 vou participar pela 1ªvez numa Caminhada e para isso escolhi uma altura propícia para o fazer uma vez que a Maratona de Lisboa está a uma Semana após esta iniciativa promovida pela Associação O Mundo da Corrida.
Realiza-se na Serra de Sintra com partida de Malveira da Serra (junto à Capela, na fóto) e regresso ao mesmo local na distância de 11kms. Confesso que adoro a natureza e é por isso que aproveitando o objectivo da Semana seguinte que me dicidi participar, para tal vou ter agora de me equipar à maneira para enfrentar aquilo.

Vou acompanhado pela minha esposa, (vai fazer a 3ª caminhada), pela Susana e pela nossa amiga Filipa Coelho, grande atleta que nesta fase se encontra numa fase de reflexão em relação ás corridas.

Não vou deixar fugir a oportunidade de estar a poucos metros de um Restaurante (Cozinha Saloia) onde é confecionado e servido o melhor Cozido à Portuguesa que conheço, e fazer uma coisa que já não faço há alguns anos, regressar ali e enfardar até fartar. Não tenham dúvidas.
Quem quizer alinhar ainda está a tempo a inscrição pode ser feita até dia 26/11.

Abaixo está o link de acesso ao regulamento.
Segue-se a Maratona de Lisboa

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Mendiga, o saudável regresso


Voltei à Mendiga, para repetir quase tudo o que se passou lá há precisamente um ano. Desta vez não existiu enganos no caminho, apesar de tanta curva fomos direitinhos até lá.
Quando falamos de rotinas pode parecer aborrecido e pachorrento e ainda pior quando falamos em deslocações para participar em corridas, e foi isto que se passou em Mendiga, uma cópia de uma história já contada o ano passado quando por lá passei. Essa história falava de uma excelente jornada desportiva que ali passei, na recepcção aos atletas, nos amigos que encontrei, na corrida e no almoço de confraternização, confecionado pela organização, onde não faltou a música de um grupo simpático de acordionistas que nos brindou com várias e bonitas músicas.
Pois bem, estas são as rotinas pelas quais nunca me fartarei, tudo impecável por parte da organização desta prova de estrada onde em termos de logística nada nos faltou, 2 abastecimentos, informação de tempos de passagem, trânsito totalmente cortado e máxima segurança para os atletas.
Um reparo que já é "velho", tem a ver com a falta de pressão da água que deveria servir para todos tomarem o seu banho e irem o mais higiénico possível para a mesa e para o merecido almoço. Parecia que estávamos no "Muro das Lamentações" virados para a parede e de cabeça encostada a tentar apanhar algumas gotas que iam caíndo. Estou certo que existirá por ali algum problema de abastecimento e que a organização não deixará de ter em atenção na próxima edição.
Tão igualzinho que até o meu cronómetro marcou o mesmo tempo de há um ano, e eu também envelheci na mesma proporção, encontrei os mesmos amigos, o Luís Mota lá estava acompanhado da Mariana, o Ultra-Maratonista Esmeraldo Pereira, e muitos outros amigos que não perdem esta prova.
Tive ainda oportunidade de conversar um pouco mais durante o almoço (onde deveria ser?) com o Luís Parro... de quem tinha recebido um chega para lá quando me apanhou já perto dos 13kms, foi de uma simpatia... até já. Vingou-se de Melides/Tróia.
Durante toda a prova tive a companhia inseparável do Daniel e do Mário Lima, só assim consegui fazer os 16,600 kms à média de 5m o km. Confesso que não esperava, este ritmo é demasiado para mim nesta altura e não se pode dizer que a prova seja fácil, sobe e bem, quer para um lado quer para o outro mas para ajudar tínhamos as bonitas paisagens ali mesmo ao lado da Serra dos Candeeiros, embora a mim pouco serviram porque nestas coisas quando damos o litro nada nos distrai para ajudar a minimizar as nossas fraquezas.
Não me importo de voltar para o ano e repetir tudo de novo e desde que continue a ser servido
aquele espectacular prato de bacalhau assado com batata a murro, então a motivação será muito maior. Recomendo a todos.
Dia 28/11 segue-se uma caminhada na Serra de Sintra, mais precisamente com partida na Malveira da Serra, vai servir de pretexto para no final me atirar a um Cosido à Portuguesa, num restaurante da especialidade sem rival ali mesmo ao lado.
Depois, bem, está logo ali a Maratona de Lisboa!!!

domingo, 15 de novembro de 2009

Meia Maratona da Nazaré.

É verdade , isto hoje deu para tudo.
Pelo 3º ano consecutivo fui participar na Meia Maratona da Nazaré, antes nunca lá tinha estado e já vamos na 35ª edição, e ainda hoje me questeono porque é que estive ausente tanto tempo desta excelente prova. Seja como for só tenho razões para estar satisfeito nestes 3 anos por ter colocado no meu caminho esta mítica Meia-Maratona: A 1ª para me familiarizar com ela, a 2ª permitiu um contacto mais perfícuo com os amigos da blogosfera, onde destaco o início de uma amizade profíaca com o Fernando Andrade, Luís Mota e também o António Almeida e familiares, a 3ª foi hoje e os motivos ocasio
nais e de satisfação não faltaram.
Mal cheguei à Nazaré dáva-se início a uma "banhada" inesperada, recebo um telefonema da filhota Susana, (tinha passado a noite de Serviço) para lhe arranjar 2 dorsais para amigos seus (bombeios) que queriam correr e não estavam inscritos, solícito iniciei essa tarefa e logo concluí a tarefa, o problema era saber como é que eu ia saber quem eram e como fazer chegar os dorsaias aos tais 2 amigos, mas ela logo me tranquilizou afirmando que eles me conheciam muito bem. Fiquei mais descançado e eis que de repente me interpelam os tais 2 "bombeiros" quando me viro dou de caras com a Susana e o Daniel !!!! mas que grande partida e ainda estou para saber como é que me deixei enrolar em tal história, é que eles não estavam mesmo inscritos. Escusado será dizer que fiquei muito satis
feito por os ver por ali.
A Nazaré para além da corrida, para mim teve outro ingrediente, aliviar um pouco da Maratona do Porto do fim de Semana passado e conviver um pouco com os amigos, aqui fiquei um pouco dividido no período do almoço e tive de optar por ficar com o grupo de amigos onde estavam os meus filhos, os amigos do Vale do Silêncio e da família do António Almeida. O outro grupo ao qual não pude fazer companhia eram os atletas do meu Clube que também estavam ali em grande número, tenho pena de não ter conseguido juntar todos mas para o Ano haverá mais Nazaré nesta mesma altura.
Para a corrida tinha previsto alguma contenção e até tinha combinado com o nosso treinador fazer a corrida em conjunto com ele e partilhar alguns abastecimentos que levava p
ara uma altura em que tal se justificasse. Aqui falhei, juntei-me aos atletas do Míster e esqueci-me dele, quando olhei para trás já não vi e segui. Logo desde o início juntou-se a mim o José Magro que por imposição auto-disciplinar e para combater a tendência de castigar demasiado o seu organismo após a Maratona do Porto com a intenção de se auto-controlar, e comigo ele sabia que isso era possível.
E foi assim que percorremos toda a prova após os amigos do Vale do Silêncio se irem embora logo no início, entre eles ia a Susana, conseguimos chegar ao retorno (12kms) com cerca de 1,09h. e foi a partir daí que forçámos um pouco ritmo, sem exageros, mas o suficiente para irmos ultrapassando muitos atletas que nesta altura já iam em quebra, beneficiando assim de uma 1ª parte feita com
bastante à vontade e dentro do plano traçado para esta competição. Nesta fase parecia que o José Magro funcionava como um autêntico rebocador, eu dentro das minhas possibilidades ia correspondendo como podia e ele ia ajustando a sua corrida ás minhas capacidades. Aquilo até funcionou bem e quero agradecer-lhe por isso.
Os "nossos" melhores especialistas corresponderam muito bem ao que se esperava deles com excelentes resultados, o Rui, o Vaz, o Inocêncio, o Paulo, Zé Pereira, Charneca, Hugo, Rodrigues, Mota, Almeida e o Míster!!! andou a treinar no escuro para chegar ali e fazer boa figura e que figurão.
A tarde foi passada em são convívio, tive pena de não ter ali a meu lado o Lúís Mota e família e também o Fernando Andrade (esteve muito bem na corrida), que por motivos particulares tiveram que se ausentar depois do final da prova.
Agora segue-se a Mendiga na distância de 16,300kms. já no próximo Domingo dia 22/11.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Maratona do Porto - 16 anos depois, voltei

16 anos depois voltei à Maratona, com algum nervosismo mas com bastante serenidade aguardei o sinal de partida, um pouco antes desse momento foi tempo de saudar os amigos que por ali iam aparecendo aos poucos, este ambiente também serviu para desanuviar um pouco a pressão sobre aquilo que nos esperava. Substituí o aquecimento habitual por um cafézinho bem quente que a organização sempre coloca à disposição dos atletas junto ao local de partida.
Coloquei a fasquia possível nas 4,15h. pelo que consegui treinar na preparação da Maratona, mas para isso tinha de conseguir rolar a 6 minutos o km, mas após a partida verifiquei que me encontrava muito bem e consegui manter um ritmo perto dos 5m o km, para isso contribuiu a companhia de um pequeno grupo onde se encontrava o amigo Jorge do BES onde me integrei até ser possível acompanhá-los, a partir dali corri quase sempre isolado, aliás como gosto de correr, não me surprendeu por isso passar aos 10kms com 53m e aos 20 com 1,49h. Um pouco antes ainda tive a companhia do Nuno Cabeças que vindo de trás ali ficou um pouco comigo incentivando-me e dando força para continuar, obrigado Nuno, sabe sempre bem uma palavra amiga em momentos cruciais. A meia-maratona foi atingida com 1.56,09h. bem abaixo do planeado (2,06H), tendo eu nesta altura começado a fazer contas, (era aquilo que eu não queria), mas devo confessar que comecei a sentir-me confortável com aqueles 10 minutos de avanço e a sonhar que era possível baixar a barreira das 4 horas. Foi com este propósito que prossegui tendo atingido os 30 kms com 2,47,24h, (Nem sonhava que nesta altura já o Luís Mota tinha terminado com 2,42h.), aqui percebi que se quizesse chegar à meta abaixo das 4h tinha de sofrer um pouco pois tinha apenas 1minuto de folga para conseguir agora esse novo objectivo. Os 40 kms são atingidos com 3,46,30h, já bem justo para as 4h finais e foi aqui que tive de ir buscar forças que pensava já não ter, tendo cortado a linha de chegada com 3,59,40h (4,00,06h Oficial) pese embora aquela subida final que foi feita de dentes cerrados à procura desta ambição pessoal construída a partir de metade da prova.
Para isto muito contribuiu a ajuda em todo o percurso da prova, ouvia o meu nome em muitas bocas a apoiar o esforço, quer de colegas da corrida quer de muita gente que estava à beira da estrada, para isso contribuiu os dorsais personalizados que têm impressos em locais bem visíveis o nosso nome, de realçar também o extraordinário apoio logístico que nos foi dado ao longo do percurso em líquidos e comestíveis em locais muito precisos permitindo assim a cada um gerir o seu esforço de modo a que pudesse chegar ao próximo abastecimento a tempo de repôr as energias para prosseguir.
A partir dos 15 kms fui repondo a cada légua as energias que ia perdendo, assim a cada abastecimento de água correspondia a ingestão de um GEL, fundamental para a regularidade que consegui em toda a corrida.
Foi em 1993 que corri a última Maratona, em Lisboa, foi muito penosa e concluí em 3,49h mas ficou a declaração que as maratonas tinham acabado e fui conseguindo manter esta intenção até à primeira metade deste Ano. A rotina também satura e dicidi quebrar a barreira que me impedia de participar em novos desafios que na minha qualidade de Veterano Avançado já via cada vez mais inviabilixado. Em boa hora o fiz, com responsabilidade e respeito pela minha idade assumi como objectivo voltar ás maratonas, a Ultra-Maratona de Melides/Tróia de 43kms e o Trail de Óbidos de 39kms estavam no caminho e serviram para me preparar psicologicamente para a Maratona do Porto e para a Maratona de Lisboa que se realiza em 6 de Dezembro de 2009.
E é assim que vou continuar, os amigos, os meus filhos (Hugo e Susana) e o meu genro Daniel têm me dado a força suficiente para continuar e enfrentar estes desafios, todos sabem que o faço com a consciência dos riscos que possa correr, mas até ao momento tenho sabido dar bem conta do recado e tento minimizar ao máximo qualquer efeito negativo para a minha saúde pelo facto de adorar correr e enfrentar desafios que sei estarem ao meu alcance. (É uma forma de estar na vida).
Saliento aqui também o envolvimento que fui alvo por parte de alguns amigos nesta jornada do fim de Semana, nunca estive sozinho (desta vez o grupo familiar ficou em "casa") mas os amigos Fernando Andrade, António Almeida, Luís Mota e familiares estiveram sempre presente, como lhes agradeço.
Segue-se a Meia Maratona da Nazaré já no próximo fim de Semana, assim o permita a normalização de algumas mazelas que ficaram do Porto, mas estarei lá porque para além da corrida prevê-se mais um encontro de grandes amigos ali sentados a uma mesa na presença de uma boa caldeirada. (A caminho da Maratona de Lisboa)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

RIBAFRIA e o prazer de voltar SEMPRE.

A corrida em Ribafria, Concelho de Benedita, está associada para mim há vários anos a três manifestações de prazer que me levam a reservar esta prova como indispensável no percurso natural das competições de fim de Semana.

À partida com o Serrazina


E ontem dia 1 de Novembro repetiu-se a tradicional vertente corrida e convívio junto de amigos do meu Clube e amigos da Benedita que mais uma vez se juntaram em grupo e ali mesmo à beira da estrada me receberam muito bem quando eu lá passei aos 11kms a caminho da meta. Parei como é meu custume, bebi um copo de aguapé e uma mini sandes de carne muito apetitosa, um pouco de conversa e a fóto da praxe (tinha lá deixado a máquina na 1ª pasagem). Uma pessoa sente-se feliz por encontrar amigos assim, eles conheceram logo quando passei e deixei a máquina e ouvi um a dizer "é o homem da Net" (no ano anterior fiz uma referência no meu blogue ácerca desta mesma acção que me fizeram) e não mais me esqueceram.


A Susana no pódio


E é pela simpatia que me dedicaram, desta vez já lá pararam mais, que lhes agradeço, deixando sempre aqui uma palavra de reconhecimento.
A prova até me correu muito bem, foram 12.700 metros (GPS) tendo eu acusado mais uma vez falta de ritmo, principalmente em terreno plano e nas descidas, já que a subir as coisas estavam muito bem, bom ritmo e com força. Contei desde o início com a companhia do meu colega de equipa Mário Lima e do blogue http://hojecorroeu.blogspot.com/ mas a partir dos 6kms ele começou a fraquejar nas subidas e ficou, eu segui o ritmo que desejava e esperei por ele no "tal" convívio aos 11kms. Parei o cronómetro e voltei a activá-lo depois do "reabastecimento" tendo cortado a meta com o tempo líquido de 1,04,24h.


Aos 11 kms "reabastecimento" com os amigos da Benedita


A Organização "brindou-me" com o tempo final de 1,16,30h (12 minutos durou o tempo da Patuscada).
Desta vez também tive a companhia do Daniel e da Susana, tendo a Susana com algumas dificuldades pelo meio conseguido a 3ª posição no escalão femenino, sempre acompanhada pelo Daniel com a boa marca de 55 minutos no final. Tiveram ainda tempo para me ir encontrar no "reabastecimento" dos 11kms. e é claro que também foram muito bem recebidos por aquele grupo de amigos.


Berberete no Pavilhão em Ribafria

A Organização esteve mais uma vez muito bem, desta vez até colocaram à nossa disposição um berberete em pleno Pavilhão, ali mesmo ao lado onde estavam em exposição os troféus a conquistar pelos melhores atletas em competição, e que bem nos soube.
E como é de tradição o José Pereira "o latifundiário" do grupo levou-nos mais uma vez até ao seu Tengará (uma bonita propriedade
onde pontifica a Pera Rocha) ali na pequena Aldeia da Sobrena, do Concelho do Cadaval, e ofertou o almoço a todo o grupo do CCD de Loures que esteve presente, tendo ali passado o resto do dia na companhia da sua simpática esposa e dos 2 filhos e ainda de um grupo simpático dos seus amigos.


Na Quinta do Zé em Tengará, Sobrena

Já de noite regressámos a casa com a companhia da chuva, embora miudinha mas sempre perigosa, prontos para continuar os trilhos da vida e da estrada.
Agora segue-se a desejada, a Maratona do Porto, só faltam 6 dias.