domingo, 20 de novembro de 2011

Grande Prémio D. Dinis, Odivelas


Hugo Adelino (Amigos V.Silêncio) 10 C.Geral

Num fim de semana de absoluto descanso no que à corrida diz respeito fui até Odivelas assistir eregistar em fotografias a 1ª Edição desta prova que tinha por objectivo comemorar o13º Aniversário da criação do Concelho de Odivelas.
Pedro Arsénio (Amigos V. do Silêncio) 7º C.Geral
Acompanhei uma apreciável delegação do meu Clube, Amigos do Vale do Silêncio, que no seu conjunto obtiveram uma excelente prestação, destacando-se o Pedro Arsénio 7º lugar da geral e o Hugo Adelino 10º lugar da geral. A dureza da prova fez alguns estragos a quase todos os participantes, nomeadamente devido ao cansaço e dores musculares devido ás subidas difíceis até à radial e depois a descida para um plano ao nível do km zero,  disso se aproveitou, pela experiência e boa condição física, o Pedro Gomes que venceu destacado esta 1ª edição de uma prova que promete singrar no futuro se para isso a Autarquia de Odivelas continuar a apostar na continuidade desta excelente competição superiormente bem conduzida e organizada.


sábado, 19 de novembro de 2011

Treino/Convívio em S.João da Lampas

A Meia Maratona de S.João da Lampas voltou a organizar mais um treino noturno, agora em 3ªa Edição, com um enorme sucesso. Foram cerca de 60 atletas e amigos que se inscreveram para percorrer aquele excelente percurso já conhecido de muitos dos participantes, já que se trata exactamente do mesmo que se percorre na Meia Maratona que se realiza por norma no 2º fim de Semana de Setembro de cada ano.
Nem o forte temporal que afectou toda a Região de Lisboa no dia de ontem afectou a vontade indomável de quase todos os que se inscreveram de comparecer, dando assim um colorido diferente e bem enquadrado no escuro da noite pelas ruas e aldeias que circundam S.João das Lampas.
A par do treino que se realizou a partir das 21,30h. (o atraso de meia hora deveu-se ao temporal e ao atraso de alguns por se encontrarem bloqueados em algumas vias de acesso a S.João das Lampas), existiu também a parte de convívio no final do treino no salão da Colectividade local logo após a chegada de todos e já com o retemperador banho (de água fria diga-se) como convém.
A chuva acompanhou-nos sempre durante todo o percurso com maior intensidade pouco depois de meio do treino e como já tenho dito é neste ambiente chuvoso que eu gosto de correr, muito ou pouca tanto faz mas que chova, a noite também ajudou pois não estava vento nem frio, do melhor.
Como era de esperar formaram-se logo à partida grupos de diferentes ritmos e aos 2 kms já eu estava na cauda do pelotão onde fiquei até ao final do treino, o Alexandre teve a gentileza de ficar sempre comigo, controlando ele o ritmo (sempre na casa dos 6m km) e eu opercurso que conheço muito bem. Cabe aqui um agradecimento pelo cuidade que o Fernando Andrade teve em cobrir a nossa segurança (eu e o Alexandre éramos os últimos) colocando a circular uma viatura com as luzes intermitentes sempre acesas à nossa rectaguarda, um obrigado ao amigo que para além da nossa protecção à rectaguarda iluminou também todo o percurso onde em algumas zonas a escuridão era quase total. Os abastecimentos também estavam lá, água pois claro, porque o resto estava à nossa espera quando acabássemos, estavam aos 10kms e aos 18, locais muito oportunos pois é ali que mais necessitamos, eu ainda aproveitei uma torneira de abastecimento público perto dos 16 kms onde aproveitei para tomar também um Gel já que nesta altura os rins começavam a ser solicitados em apoio ás necessidades que já ia sentindo. Mesmo com as péssimas condições climatéricas não faltaram também ali nos abastecimentos os amigos voluntários, o que muito agradecemos.
Após o banho fui para o Salão onde era servido um lauto jantar, era mesmo o jantar da meia noite onde se podia ver e comer: febras e frango grelhado, sopa, pão, vinho, aguapé, sumos, castanhas fritas, arroz doce, bolos e outras iguarias sem fim.  O convívio ali realizado foi extraordinário, muito se fica a dever também a um numeroso grupo de vontários que preparou aquilo tudo enquanto decorria o nosso treino. Foi nesta altura que o responsável por todo este convívio Fernando Andrade aproveitou para agradecer a nossa presença, eu diria que nós é que agrademos a oportunidade que nos deu de estarmos ali todos neste são convívio, e explicou que esta oportunidade também tem o objectivo de desmestificar a propalada opinião negativa (de alguns) que esta Meia Maratona não é tão "difícil" como a pintam. O Presidente da Junta de Freguesia também fez questão de estar presente dando assim, em sua/nossa opinião um cunho do valor que representa este convívio para todos nós em hora difícil que todos somos confrontados todos os dias.
Era visível a satisfação do Fernando Andrade pelo êxito da iniciativa e não era razão para menos, mas a nossa satisfação em estarmos ali também não era menor e com vontade de voltarmos se existir oportunidade para isso, chova ou não.
Para que conste o meu treino teve a duração de 2,09h. e a distância esteve um pouco para além da Meia Maratona,
Direi que foi excelente tendo em vista a Maratona de Lisboa daqui a duas semanas.
Fotos

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Meia Maratona da Nazaré.

Um arreliador problema no pé direito surgido a meio da semana durante um treino esteve quase a impedir-me de participar na Meia Maratona da Nazaré. Com a paragem dos treinos até ao dia da prova e a ajuda de anti-inflamatórios consegui chegar ao local de partida sem dores e em condições de fazer a prova. Mas estava desconfiado que não iria terminar aquilo sem que surgissem as dores de novo. Por isso parti com muita prudência com o aviso vermelho que após a volta à Nazaré e quando passasse pelo 4º km se as dores voltassem era mesmo para desistir. Não desisti mas os sintomas ainda que ténuos permitiram ajuizar que poderia continuar com alguma segurança desde que não forçasse em demasia.
Foi desta forma e este sentimento que me envolveram do princípio ao fim na preparação da corrida e durante o seu desenrolar. A partir dos 5 kms como ainda me sentia bem comecei a correr com base na média dos 5,30m ao minuto tendo como referência as últimas provas desta distância que tenho feito recentemente. Fi-lo na companhia de mais 3 companheiros de equipa onde me mantide até cerca dos 11kms, e foi a partir daqui que comecei a sentir maiores dificuldades, por um lado o cansaço já ia chegando numa zona que subia ligeiramente e por outro os efeitos da Maratona do Porto da semana anterior já se sentiam ao nível de algumas dores musculares, por isso segui o meu ritmo por forma a não agravar ainda mais a situação. A partir daí corri isolado e sem companhia (aliás como gosto) por forma a evitar a pressão de manter ritmos mais elevados que nestas circunstâncias não me são nada favoráveis. Consegui amealhar algum tempo até ao retorna na povoação de Famalicão e como regresso mais favorável nos primeiros kms estava garantido em previsão que conseguiria entrar na meta na Nazaré abaixo das 2h de prova. Mas os problemas com o pé estavam para surgir e por volta dos 15 kms, (passei com 1,24h), a planta do pé anuncia que a partir dali a coisa ia doer, procuro proteger aquela zona mas é dificil pois a parte da frente do pé tem de bater no chão e nem de lado dá para correr, então deixo-me ir com a convicção que a cada passo as coisas vão se agravando, mantenho mais ao menos o mesmo ritmo com o horizonte das 2 horas em mente. A chuva caía cada vez com mais intensidade, era ela que merecia agora a minha atenção, sempre gostei de correr à chuva, a estrada ia-se inundando e os pingos iam engrossando a cada passo que ia dando, o frio começava também a fazer a fazer das suas, o corpo ia arrafecendo e estava a tornar-se cada vez mais difícil arrastar o corpo até final. A subida da ponte no novo traçado aos 17kms veio em boa altura, permitiu reduzir o ritmo, que já ia lento, e obrigou a que em força os músculos tivessem de responder áquela longa subida melhorando desta forma o estado geral em que ia. Aproveitando a descida seguinte e a forte chuvada que teimava em cair pude de novo voltar ao ritmo que mais me interessava para no final concluir dentro do objectivo pretendido. Nesta altura já ignorava as dores no pé, não valia a pena, mas elas eram cada vez maiores e não era ali que me iriam impedir de chegar. Ao início da longa Avenida a chuva era cada vez mais intensa, agora mais do que nunca, eu levava um boné na cabeça mas sentia bem ela a bater, nas costas um pouco expostas ela batia com força e bem fria, nos passeios e debaixo das varandas as pessoas apoiavam ali o nosso esforço debaixo daquele vendaval que raras vezes tive oportunidade de enfrentar enquanto corria, mas por mais estranho que pareça eu estava a gostar.   A meta fica lá ao fundo mas é uma eternidade para lá chegar, a estrada é um lago e não dá para escolher caminho vamos a direito até que chega o último pórtico que indica o final da prova, o José Magro alcança-me um pouco antes recuperado já das dificuldades finais que o atingiram na Maratona do Porto, o Parro chega um pouco depois com a sua companheira poucos segundos depois a mostrar a sua vontade que a Fernanda seja cada vez mais uma companheira activa no mundo das corridas a seu lado. Os meus companheiros iniciais de Clube, Fernando e Moga já tinham cortado a meta há 7 minutos revelando nesta altura uma boa condição física.
Concluí com a marca oficial de 2,00,10h. (O meu Garmin desta vez não pode ser referência para mim porque simplesmente não o desliguei!!!)
Seguiu-se uma boa jornada de convívio no Restaurante habitual, onde não faltou a companhia dos grandes Fernando Andrade e do Mário Lima.
Segue-se o Treino Noturno de S.João das Lampas na distância da Meia Maratona na próxima Sexta feira dia 18 de Novembro ás 21 horas. As incrições ainda não fecharam e são gretuitas. Todo o programa é de convívio e no final há churrascada.
Classificações e Diplomas

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Maratona do Porto, 2011

A poucos metros da Meta
 Fotos da Dina
Terminada que está para mim mais uma participação na Maratona do Porto, a 3ª consecutiva, é com satisfação que verifico que se conseguiu bater mais um recorde em Portugal de participantes a chegar à meta. Fica apenas uma interrogação: Será que existe uma adesão crescente da parte dos atletas corredores a correrem a distância da Maratona ou será porque a Maratona do Porto é especial e onde os atletas encontram tudo o que os faz motivar a percorrer esta distância rainha das provas de estrada? Eu quero crer que a 1ª epótese poderá estar bem sustentada e aqui entra a extraordinária competência com que a RunPorto e o seu principal timoneiro Jorge Teixeira têm colocado esta prova ao serviço dos amantes das provas de Maratona.
Vou participar na Maratona de Lisboa em Dezembro deste Ano, não para comparar seja o que for, vou porque gosto de correr a distância da Maratona mesmo que seja em estrada já que o asfalto de há muito a esta parte vem sendo abandonado nas minhas opções no que à corrida diz respeito. Ainda assim gostaria de ver uma grande participação também nesta prova, para isso bastava a organização abrir-se um pouco e ir ao encontro das dificuldades que os atletas hoje enfrentam para disponibilizar meios (económicos, leia-se) para poder participar nesta e noutras provas que de outra forma se torna extremamente dificil. O Orçamento desta prova é exigente mas os meios para a tornar possível estão mais que garantidos, e é tão fácil conseguir cativar os maratonistas e aqueles que o pretendam vir a ser, mas para isso é preciso utilizar a linguagem e acção que todos nós conhecemos pela positiva e ao mesmo tempo quando ela é colocada ao serviço do desenvolvimento do Atletismo, e não por mera operação de gestão à procura dos melhores dividendos sem ter em conta os interesses do desenvolvimento da nossa modalidade no futuro.
A Maratona do Porto será uma das que eu enquanto tiver saúde e as puder enfrentar terá sempre a minha presença, este ano saí de lá com vastas razões de satisfação, a excelente organização colocada à nossa disposição desde Lisboa, durante o evento e o nosso regresso a Lisboa, tudo a funcionar em pleno e aqui fica um agradecimento à Ana Pereira pela disponibilidade que teve em colocar ao nosso serviço muito do seu saber por forma a que tudo corresse pelo melhor nesta deslocação ao Porto, foi o reencontro com tantos amigos, foi o excelente dia que pudemos desfrutar no dia da Maratona como ainda não tinha assistido nas edições anteriores que possibilitou não só o recorde da prova com a melhor marca nacional, o número de presenças em todos os eventos neste dia e também o facto de eu ter conseguido tirar 9 minutos à marca do ano passado. Já aqui tinha dito que cada ano que passa perco cerca de 10 minutos em provas de Maratona ou outras de dimensão idêntica, consegui contrariar essa tendência talvez devido a uma melhor preparação e também ás condições climatéricas que se fizeram sentir.
Tenho na memória todas as incidências desta Maratona, recordo amigos que de uma ou outra forma me fui cruzando, uns seguindo aparentemente com boas condições físicas e outros que nitidamente se notavam já com evidentes dificuldades, os melhores já tinham passado a Ponte D.Luís a caminho do Freixo muito antes de eu passar para Gaia, os da frente por pouco (50 metros) não se cruzavam comigo mesmo antes de atravessar a Ponte quando já vinham do Freixo. Percebi quando cheguei à marca da Meia Maratona que iria conseguir melhor marca do que o ano passado (apesar de ir mais lento quase 5 minutos), mesmo assim a 2ª metade perdi quase 13 minutos por ter optado por correr mais lento mas com garantias de o fazer sempre a correr ao contrário do tinha feito no ano anterior vindo a pagar bem caro na parte final da prova.
A partir dos 25 kms passei por muitos atletas, uns iam com uma corrida muito lenta e outros, a maioria, já iam caminhando, provavelmente a ousadia inicial de alguns acabou por ser fatal, o risco ás vezes compensa mas a Maratona acaba mais tarde ou mais cedo por ditar as suas leis e aqui nem os melhores preparados por vezes escapam, fica-lhes a experiência e para muitos sendo uma estreia por certo aprenderam muito.
Atingi a meta com 4,14,06h. para uma distância de 42,670kms. É o 3º ano que a distância se revela tão disforme com a distãncia da Maratona, e pelo que tenho lido todos se manifestam no mesmo sentido, o circuito tem sido sempre o mesmo e seria oportuno a organização fazer nova medição oficial e confirmar que não existem dúvidas quanto à medição correta.
A todos os que completaram a prova, tendo ou não conseguido os seus objectivos, envio os meus parabéns,  extensivos áqueles que por diversas razões não o tivessem conseguido.

Classificações
Fotos

domingo, 30 de outubro de 2011

Meia Maratona dos 20 kms de Almeirim, 30/10/2011

Meia Maratona 20 kms de Almeirim, é assim mesmo que se chama a prova. Excepcionalmente a prova foi disputada ao Domingo fugindo assim à tradição da sua realização aos sábados devido à realização em simultâneo daTaça dos Clubes Campeões Europeus de Estrada em Atletismo brilhantemente ganhas por equipas portuguesas.
A nossa Equipa, Amigos do Vale do Silêncio fez-se representar com 12 atletas, tendo todos sem excepção realizado boas prestações, destacando aqui o desempenho do meu filhote Hugo Adelino que elevou o seu Recorde pessoal de 1,23h. para 1,16,50h. (Que grande forma!)
A minha participação foi melhor do que esperava, há uma semana tinha estado no Trail da Serra DÁrga e estava ainda um pouco cansado e por isso saí com alguma prudência mas verifiquei logo que estava bem e deixei-me ir a ver se conseguiria manter um ritmo que me permitisse no mínimo fazer uma marca próximo das 2,01h. feitas na Moita no dia 19 de Outubro deste ano.
Corri novamente como gosto, isolado, com colegas de equipa sempre ali por perto, foi bom para mim e também para eles pois desta forma conseguimos manter um ritmo sempre bem certinho (ver passagens a cada km no meu Garmin) onde apenas o 16º km aparece mais desnivelado devido a uma paragem que fiz unicamente para beber um Gel e retemperar algumas forças.
O dia esteve explêndido mas com algum calor, a Organização mais uma vez esteve impecável, bons abastecimentos de água e uma coisa que me deixou maravilhado, foi possível acompanharmos todas as provas em competição tornando assim a corrida muito mais preenchida e nada monótoma já que íamos ali também no papel de espectadores enquanto desempenhávamos a nossa função enquanto atletas.
A Associação 20 kms de Almeirim bem poderia manter esta versão da Meia Maratona, em nada aletra a qualidade da prova e aquela Avenida na parte final que serviu para actualizar as medidas oficiais para esta prova é inovadora e permite ali um cruzamento com os atletas que estão mais perto de nós e seguem à nossa frente.
Depois do banho retemperador nos Bombeiros de Almeirim seguimos para o local onde foi servido o banquete de Sopa da Pedra, que excelente aquilo estava, bem servido e sem qualquer confusão. Pena é que continua a existir a ganância de alguns que pensam que o mundo é capaz de acabar já "amanhã" e então é necessário encher a dispensa, (enquanto esperva a minha vez de ser servido passa um com 7 recipientes cheios de Sopa dentro de um saco de plástico para fora do recinto), acabo por ter pena desta gente pois aquelas carolas apenas devem estar cheias de serradura e nada mais deverá lá existir.
Acabei por realizar a minha prova em 1,56,57h. para a distãncia no meu Garmin de 21,230kms.
Creio que já estarei em boas condições físicas para a Maratona do Porto que tem lugar no próximo Domingo dia 6 de Novembro de 2011, vamos a ver, Maratona é sempre uma Maratona!!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Trail Serra D,Arga, A Natureza venceu-nos mas a Montanha continua lá...

A Natureza venceu-nos, mas a Montanha continua lá. É com este espírito que quero voltar áquela Serra completar o que a Natureza desta vez não deixou.
Já perto do final
O Carlos Sá já na vespera durante as jornadas técnicas sobre a corrida de Trail nos alertara para a possibilidade de ter de interronper a prova devido ás más condições climatéricas que se aproximavam. Claro que nesta altura e devido ao Verão tardio que temos vivido não acreditávamos que isso fosse possível, mesmo no Sábado, véspera da prova, o tempo estava magnífico no local, mas contra todas as previsões que eu fizera o Domingo apareceu muito cinzento e ás primeiras horas da manhã, 06h, já começava a cair as primeiras pingas de água e o vento já andava em turbilhão.
As minhas 2 últimas noites, só para não ir mais atrás, foram pouco ou quase nada dormidas devide a uma forte gripe que me tem afectado acompanhada de uma tosse constante e irritativa, mas como a vontade era inabalável não podia perder esta prova só por esse facto.
Carlos Coelho, fiel companhia
Em DEM, freguesia que tem este nome está situada na base da Serra D,Arga foi o local escolhido pela Organização para ser o centro de toda a logística da prova de Trail que compunha a Maratona, um trail de 20 kms e uma Caminhada. Cheguei ao local vindo de Caminha onde tinha pernoitado num Pavilhão escolhido pela Organização pelas 7,15h. a partida seria dada ás 08h. pela 8ª badalada do sino da Igreja.
Era visível à distância de menos de 1 km a montanha com que iríamos começar este Trail, metade dela já estava coberta de núvens negras que corriam velozmente antevendo-se as dificuldades que estavam à nossa espera. Nestas condições eu e o Carlos estabelecemos logo à partida um pacto de fazermos a prova juntos e enfrentar as dificuldades que a tempestade nos iria criar em toda a prova. Mesmo antes de ser dada a partida o Carlos Sá volta a frizar que a partir das 15h. esperava-se o agravamento do estado do tempo mas que deveria ser suficiente para todos passarem sem grandes problemas, o certo é que a Natureza (ou quem a analiza) nem sempre corresponde ao que se pensa dela...
Antes de iniciar o Trail em DEM
Antes da partida olhei em volta e só via, a maioria, vestidos como se fossem para o Alaska, eu apenas tinha duas t,sherts vestidas, uma delas de manga comprida, e interrogava-me se tinha tomado a melhor decisão, tanto mais que a forte gripe e a tosse ainda me apoquentava. Mas estava assim e depressa esqueci isso e concentrei-me na Montanha que estava ali à minha frente, o 1º km foi feito ainda dentro de DEM numa subida ainda ligeira para nos preparar para a escalada que se seguiria, quando entramos na Serra olho para trás e já não vejo ninguém, segue apenas ao meu lado o Carlos Coelho que por força do pacto teve de ficar por ali, à minha frente ouço o Vitorino Coragem a chamar-me, mas não havia nada a fazer, mesmo a andar e com a ajuda dos apoios a marcha ia nos limites, à nossa frente seguia o espanhol Francisco Serrano e a portuguesa Carla Monteiro, o Moutinho também ainda estava visível e os outros espalhavam-se Serra acima num espectáculo que deveria ser muito bonito mas que as núvens não deixavam observar. A Srra vai empinando, no início ainda ixestiam alguns carreiros mas a dada altura já não havia nada a não ser as fitas que nos ia guiando por onde devíamos passar. Aos 2 kms começa a chover, a condizer com a altitude das núvens que antes observávamos, era uma chuva até certo ponto agradável e o vento ainda era fraco neste lado da Serra, a subida ia tendo uma inclinação cada vez maior e a chuva pouco ajudava pois a qualquer momento podíamos sofrer alguma queda  e as coisas podia complicar-se. Perto do 3º km, já bem lá no alto,  é já visível as péssimas condições do tempo, vento fortíssimo com rajadas a atingir os 90 kms hora e a chuva a fustigar-nos na mesma proporção, 200 metros mais acima estava o cume desta 1ª grande dificuldade, (partimos de uma altitude de 267m (DEM) e chegámos lá acima a 716m em apenas 3.200 metros percorridas com o tempo de 45m.). Aqui fui encontrar o 1º abastecimento e 3 colaboradores que se esforçavam por se manter de pé face à tempestade permanente que também os atingia e à qual estavam expostos.
Reunidos no local da partida
Depois descemos durante os seguinte 5,5kms até chegarmos à cota dos 300m num tempo acumulado de 1,31h. esta descida foi fantástica sempre por cima de empedrado e em lages num percurso onde já estávamos protegidos dos malefícios da tempestade que se faziam sentir apenas do meio da Serra para cima. a meio desta descida deixámos de ser lanternas vermelhas e entregámos essa bandeira ao espanhol Serrano e à Carla. Aqui o Carlos Coelho ensaia as primeiras fotos mas depressa verificou que a bateria estava descarregada, deu apenas para tirar duas. É nesta altura que ficámos novamente com a lanterna dos últimos e assim continuámos durante os próximos kms,
Voltamos a subir de novo até à cota 584m +, foram mais 3 kms feitos em 45m. num tempo total de 2,13h. onde continuámos a andar mais e a correr menos devido à forte inclinação da Serra e também no meu caso à tosse que cada vez era mais frequente e irritante. No alto da voltamos a encontrar a tempestade, agora de frente onde o vento e a chuva dificultava a nossa progressão, ainda assim aqui e ali conseguimos correr até atingirmos o topo. Logo de seguida iniciámos uma descida com 5 kms, novamente em lages por trilhos romanos, onde agora o vento era forte que se foi desvanecendo conforma íamos descendo a Serra, esta descida levou-nos atá à cota mais baixa que percorremos, 148m, num total acumulado de 2,59h. para 17 kms
Participantes nas Jornadas Técnicas sobre o Trail
É nesta altura que apanho a grande desilusão, informam-me que a prova tinha sido cancelada a partir dos 20 kms, (no alto da Serra aos 27 kms de prova o vento tinha rajadas permanentes a mais de 90kms, a visibilidade era nula a mais de 2 metros e a chuva era torrencial). Seguimos agora na margem direita de um Rio com um grau de perigosidade muito elevado, a lama e as pedras escorregadias impunham-nos o máximo cuidado, o Carlos cai num buraco e fica enterrado até à cintura, eu ia um pouco mais à frente e não me apercebo, sei que passei lá e por sorte meti o pé no meio do buraco e aquilo aguentou-se, mas ele não se aleijou e isso é que importa. Até final foi só a frustação que nos acompanhou, imagino como não ficaram os da frente que foram até ao limite do possível mas encontraram lá o Carlos Sá responsável da prova e muito experiente a informá-los que não era possível passar porque poria em risco elevado todos aqueles que tentassem enfrentar aquela fúria da Natureza que estava instalada no alto da Serra. Sábia decisão que evitou por certo desagradáveis acontecimentos e em que foi preservada a integridade física de cada em detrimento do espectáculo. De louvar esta atitude inteligente de um homem experiente e da sua equipa mesmo sabendo que todos os que estavam ali era pela aventura e esta situação encontrada faz parte dela. 
Terminei estes 19,740kms em 3,40,42h. a uma média de 11,10m por cada km.
Classificações

sábado, 22 de outubro de 2011

Trail da Serra D,arga, aí vou eu!!!


Grande Trail da Serra D,Arga, Maratona de 42 kms em plena montanha, assim com esta nformação já estamos muito mais preparados para o que nos espera. As condições climatéricas não são as melhores para a maioria dos participantes, chuva, vento forte e algum frio nas partes mais altas da Serra.
Saio de madrugada de Sábado, sigo pelas estradas nacionais e vou tentar fugir ás portagens, estão a fazer-nos a vida negra e temos de dar a resposta, espero estar a chegar por volta das 15h. da tarde. Simpaticamente a Organização deu-me 10 horas para poder concluir aquilo e é isso que espero fazer, vou ver se levo uns trocos pois já vi que vamos passar por dentro de algumas povoações, mesmo sendo Domingo espero ter alguma porta aberta para tomar uma daquelas fresquinha de que tanto gostamos e se possível fazer mais alguns amigos.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A 6 dias de um dos meus maiores desafios (com um poema do Comando)

É já no próximo Domingo que vou tentar ultrapassar a maior distância em Montanha e bem dura que ela é, na distância da Maratona.
É no Minho e terá um desnível positiva de  2.200 metros
Vou ter o dia todo para correr e apreciar aquelas bonitas serras por onde vamos passar, penso que estou em condições de enfrentar aquilo e fazer com que a organização não esteja até ao limite de tempo dado para a prova à minha espera.






Lá vai o Pára a subir à serra

parece que vai mas não vai parar

sempre a correr vai de serra em serra

E a dura prova vai terminar
Poema oferecido pelo Mário Lima






segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Meia Maratona da Moita, 9 de Outubro de 2011

De princípio ao fim com a Ana Pereira. Que companhia!!!!!
Meia Maratona da Moita, também já lhe perdi o conto de quantas vezes já por ali fiz visita nesta magnífica corrida, tudo já "mecanizado" apenas alguns ajustes de organização até há hora da partida, disciplina na separação dos participantes nas duas provas e ás 10,30h. deu-se a ordem de saída para mais uma Edição da prova, com calma e sem stress, pelo menos foi assim que eu a vivi até ali.
Depois foi desfrutar o excelente traçado da prova e a manhã bem soalheira que estava, quando parti estava muito bem acompanhado de amigos do meu Clube, Vale do Silêncio, tão lentos como eu como já vem sendo hábito (Trindade, Emílio e P.Portugal), na nossa companhia seguia a Ana Pereira (para alguns a "Maria sem Frio"), mas aos poucos e quando seguíamos a um ritmo bem controlado na casa dos 5,45m. fiquei isolado apenas com a Ana, e era aquele ritmo bem solto que nos agradava e sabia que era capaz de o manter até final, para isso contei com a excelente ajuda da Ana, que por sua vez também se sentia bem confortável com aquele andamento. Recordo-me ainda da Meia Maratona de S. João das Lampas, em Setembro (2,10h.), em que não consegui fazer aquilo que agora me pareceu mais fácil.

P.Portugal, Emílio,Trindade,Avelino.Marco,Filipe, eu e Ana.

Consegui também aquilo que pretendia, recuperar da estafa que foi a prova do Alqueva da Semana passada e começar a preparar aquela que em termos imediatos me preocupa mais, a Maratona de Trail na Serra Dárga no próximo dia 23 de Outubro no Minho.
Na prova de hoje como não estava tanto calor como se previa, ainda assim bastante quente em locais mais abrigados e com uma ligeira brisa bem fresquinha sempre que nos aparecia alguma sombra mais acolhedora e extensiva, foi possível enfrentar os 21 kms sempre a um ritmo constante, mesmo quando o percurso começou a empinar um pouco entre os 18 e os 19,5kms, levava a companhia da Ana que de vez em quando ia lá à frente e ajudava a que o andamento se mantivesse sempre bem vivo, para nós está claro de ver. Ainda pensei ser possível (aos 15 kms e sem dizer nada à minha companhia) entrar nas exactas duas horas de prova, falhámos por escassos 3 segundos o minuto zero e nem aquele "rapidíssimo" km 20 (5,04m) foi suficiente para esse objectivo.
No final tínhamos: no meu Garmin, distância: 21,280kms, tempo gasto: 2,01.h.
Classificações aqui
Fotos A.M.M.A.
Fotos de Carlos Lopes

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Tor des Géants, a proeza de um amigo


Jorge Serrazina no Tor des Géants de 332 kms.
 Pela extraordinária Odisseia que o Jorge Serrazina viveu com outros amigos bem conhecidos a que chamaram de "Férias" bem merecidas nas montanhas de Tor des Géants percorrendo o limiar de 3 fronteiras: França, Itália e Suiça num total de 332 kms não resisti em postar aqui esta façanha.. O curioso é que antes de se inscreverem  perguntavam a si mesmos como é que se treina para uma coisa destas? Pela sua experiência já adquirida em provas de Ultra quilometragem, nomeadamente o Mont Blanc, Oh Meu Deus, Ronda e muitas outras foi possível chegar a esta loucura do Tor des Géants à pouco mais de uma Semana. Partiram 5 portugueses e só um ficou pelo caminho sendo preciosa a sua ajuda na parte final da chegada dos finalistas.
A história contada pelo Jorge Serrazina é impressionante, por isso trago-a aqui ao meu blogue para que mais alguns amigos dela tenham conhecimento caso ainda a ela não tivessem acesso. Contém pormenores espectaculares e alguns vídeos a atestar a grandeza deste feito e a espectacular paisagem onde foi efectuado.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Trail das Terras do Grande Lago, Alqueva

À entrada de Portel, foto do Esmeraldo
Concluída que está mais uma das corridas que fazem parte das que para mim são obrigatórias, desde que possa está claro, deixo aqui algumas palavras sobre este evento que foi  o 2º Trail Terras do Grande Lago realizado no dia 2 de Outubro que ligou a Aldeia do Alqueva pela margem esquerda do Lago até à Aldeia de Amieira terminando depois em Portel no bonito jardim do Parque Matriz com o bonito score de 35 kms percorridos.
Fiquei muito satisfeito de desta vez 5 amigos do meu clube me acompanharem nesta difícil prova de resistência, que para 3 deles era a 1º vez que iam para além da distância de 25 kms. Mais contente fiquei quando soube que todos conseguiram concluir. Do nosso grupo fui o último a concluir, dentro ainda do limite fixado pela organização mas feliz por ter conseguido concluir aquilo considerando a longa paragem que fui obrigado a fazer estando fora de qualquer competição desde Março até a Agosto próximo passado.
Da minha participação farei um relato mais em pormenor no Blogue do meu Clube... 
Os dados do meu Garmin deram os seguintes resultados:

A nossa mascote e os 2 classificados no meu escalão
Distância------ 35,400 kms
Tempo-------- 4,45,24 h.
Ritmo médio-- 8,04 m. 
Ganho de elevação-- 606 metros
Perda de elevação-- 490 metros
Calorias-------- 2.688
Da organização da prova O Mundo da Corrida só posso louvar o extraordinário trabalho realizado na montagem e acompanhamento da prova e o cuidado que tiveram no apoio aos atletas durante todo o percurso, onde não faltou o apoio e carinho por todos os atletas. Pouco mais podiam fazer, ainda assim conseguiram minimizar os estragos causados pelo imenso calor com reforço de água e alimentos consubtanciados em fruta de laranja e bananas que se foi consumindo até o estômago os aceitar. Ouve algumas desistências provocadas por debelidades físicas e outras pelo imenso calor. Apesar dos avisos da Organização no local da partida chamando a atenção para as condições climatérias que se iriam sentir devido ao calor ouve muitos atletas que pouco ligaram ao que foi dito e partiram sem levarem qualquer recipiente com água ou qualquer outra bebida que pudessem ingerir. Valeu a Organização que de forma bem disciplinada colocou a cada 5 kms água com fartura mas que para muitos se viram "gregos" para chegarem a cada um deles.

A receber o meu prémio das mãos da Vitória

Lamentável também (para os próprios, claro está) que novamente os da frente se tivessem enganado no percurso à passagem por Amieira, (para alguns aquilo estaria mal assinalado?) eu passei bem e em momento algum senti dificuldades na minha orientação, tanto mais que alguns deles já lá tinham passado no ano anterior e sem qualquer problema.
Espero agora pela próxima Edição, que seja tão boa ou melhor que esta, excepto claro está o calor, pois não desejo voltar a levar com outro escaldão como nunca tinha levado ainda.
Classificações

sábado, 1 de outubro de 2011

Alqueva, aí vamos nós.

II Trail Terras do Grande Lago, ligando a Aldeia do Alqueva a Portel com passagem pela Aldeia de Amieira. 35 kms de trilhos e estradões desde a margem esquerda da Barragem até ao interior mais agreste do Baixo Alentejo. Aos que vão ser repetentes será o prazer de recordar aquilo que a Natureza tem de melhor para nos oferecer, aos que lá vão pela 1ª vez de certeza que não passarão sem lá voltar de novo.
A todos desejo uma ótima prova e uma excelente estadia naquela bonita terra alentejana.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Meia Maratona Vasco da Gama, 26/9/2011

Como observador, foi assim que presenciei hoje a Meia Maratona Vasco da Gama. E é pena pois bem gostaria de a fazer mas meti no meu pensamento que só a faria se o percurso da prova atravessase toda a ponte Vasco da Gama desde as portagens. Não sei as razões que levam a Organização a optar por este modelo e contemplar apenas os 3 últimos kms da Ponte, como sou só eu a fazer o reparo aceito que razões devem haver para que assim seja. Pelo que vi ao vivo achei aquela mola humana espectacular de milhares de atletas, com destaque mais uma vez para os atletas africanos que neste tipo de corridas deixam a pele na estrada na busca dos melhores prémios em disputa. Ulguns portugueses ainda conseguiram intrometer-se nesta luta conseguindo minorar o forte poderio estrangeiro que nos visita sempre aquando da realização das grandes meias maratonas de Lisboa.
Esta criança estendeu a mão tempo sem fim, muitos agradeceram.
Andei por ali, treinei um pouco, muito pouco, vi muitos amigos e tirei muitas fotos que podem ser vistas no link abaixo (se tiverem paciência). Algumas fotos muito ampliadas perdem qualidade. 
Domingo que vem já vai ser mais a sério, de Alqueva a Portel de Camel Back ás costas serão pelo menos 4,30h. a palmilhar aqueles terrenos ora junto à Barragem ora pelos terrenos agrestes do interior alentejano onde seremos apenas nós e a Naturesa num frente a frente em que espero que nehuma das partes saia derrotada, eu que sobreviva áquilo e a naturesa que me ofereça o que de melhor me possa dar: tranquilidade, paz e bem estar.
Resultados
Fotos

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

15 kms de Benavente, 18 de Setembro de 2011

Num dia recheado de provas um pouco por todo o lado, Benavente, Destak e Meia Maratona do Porto (só para dizer algumas) optei por ir até Benavente, até porque como é da praxe no final todos os anos no final da prova existe sempre o convívio com os amigos na tenda gigante montada ao lado do Pavilhão Municipal onde estão à nossa disposição diversos espaços onde é servida as mais variedades refeições conforme o gosto e agrado de cada um.
Estive acompanhado no repasto do Hugo e do Daniel e mais alguns amigos do CCD de Loures que por um preço razoável repusemos aquilo que tínhamos perdido, eu e o Hugo na corrida e o Daniel na Bicicleta.
A corrida correu excelentemente bem, a forte ventania que se sentiu no regresso acabou por afectar os tempos finais dos atletas, tendo os primeiros gasto mais de 50 minutos para percorrer os 15 kms da prova.
Da minha participação destaco apenas o regresso (últimos 7 kms) que por serem contra o vento foi onde me senti melhor em termos de esforço, o vento refrescava e como me estou a sentir bem a subir acabei por manter uma excelente regularidade em toda a prova.
No final assinalava: 15,100 kms. 1,24,35 h. 358º em 393 classificados. Como se vê cada vez mais na cauda do pelotão. Ainda vou retirar esse lugar ao Jorge Branco mais cedo do que ele pensa.
Classificações aqui
Fotos A.M.M.A. aqui

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Treinos com o sentido em objectivos próximos.

Local do treino de hoje
Porque está aí à porta o Trail Terras do Grande Lago no próximo dia 2 de Outubro não me posso dar ao luxo de deixar correr o tempo sem nada fazer para tornar aquilo um pouco mais fácil, por isso hoje meti pés a caminho e palmilhei cabêços e vales aqui na minha Região: Santa Iria e Póvoa e depois Vilalonga, Santa Eulália e Zambujal, para terminar em pleno Parque Urbano de Santa iria com quase 22 kms e 3 horas decorridas. 




Alqueva, Terras do Grande Lago a 2 de Outubro
Pesou-me a Meia Maratona de S: João das Lampas em que participei à 3 dias, mas isso eu já sabia, o problema mesmo foi o calor, ás 4 h. da tarde não se deve iniciar um treino destes mas foi o que eu fiz. Estava precavido pois levei o Camel back e teve de ser reabastecido aos 16 kms no  Zambujal tal não era a necessidade de líquidos que o organismo solicitava.
Serra D´arga, Caminha a 23 de Outubro
Antes do Alqueva ainda terei de repetir a dose, embora em locais mais acessíveis, sem esquecer que 15 dias depois estarei no Minho para participar no Grande Trail da Serra D´arga promovido pelo nosso amigo Carlos Sá.

domingo, 11 de setembro de 2011

Meia Maratona de S.João das Lampas

Foi mais uma excelente participação na Meia Maratona de S. João das Lampas em que para além da corrida se converteu também em algum divertimento debaixo de dificuldades acrescidas, nomeadamente da temperatura ambiente com o asfalto muito quente e ainda com a velocidade supersónica que tive de acompanhar o António e a Ana Pereira, dos Sargentos da Armada. Esta aliança iniciou-se ainda no aquecimento mas desconfiei de tanta "mazela" que diziam sofrer, ainda assim alinhei mas foi sol de pouca dura nas subidas aguentava-me e nas zonas mais planas era o cabo dos trabalhos, sem ritmo a coisa torna-se mais difícil. Esta santa aliança durou até aos 11,5 kms altura em que chegámos ao tão ansiado tanque. E lá estava o abençoado balde de 5 litros que o Fernando Andrade teve a bondade de lá colocar para o banho da praxe, a Ana com a ponta dos dedos molhou a cara , o António levou com um balde cheio de alto abaixo e eu só parei quando já estava com 5 por mim abaixo, soube muito bem, ainda convidei outros que iam passando mas recusaram, nem sabem o que perderam. Depois retomei mas perdi a "roda" dos meus companheiros e não mais consegui recolar.
Voltei ao banho num chuveiro perto dos 16 kms, dali já não me apetecia sair mas ainda faltava 5 kms e segui em persiguição do duo que perdera mas só consegui chegar ao Zé Magro já quase com a meta à vista, dei-lhe uma pouca de água e vai ele com energia renovada ainda me deu quase 100 metros de avanço.
A prova em si esteve espectacular, a exemplo de anos anteriores estava lá tudo, faltou apenas o chuveiro no último abastecimento mas como já estávamos perto não senti muito a sua falte, desta vez até fomos brindados com melancia no final, que bem nos soube e que grande lembrança, ou não fosse o Fernando Andrade um dos nossos.
Fiz a minha prova em 2,10,30h. e por muito que me esforçasse isto já não dava mais, já me convenci que cada ano que passa lá se vão 10 minutos da cada vez, por enquanto.
Resultados:
http://www.honoris.pt/lampas/pesquisaresultad.html

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Corrida da Festa do Avante (Classificações)

Finalmente tive acesso ás classificações da Corrida da Festa do Avante graças ao João Lima que as publicou. Por isso aqui as deixo para consulta de quem ainda as desconhece.


Classificações da Corrida da Festa do Avante
A.M.M.A.

Meia Maratona de S.J. das Lampas é já depois de amanhã


O  Jorge Branco já tratou da limpeza do tanque

São João das Lampas, para muitos tem o apelido de Rampas, mas para mim trata-se de uma prova como há poucas no nosso calendário. Desde que me iniciei nas corridas e já lá vão 24 anos, se perdi 3 ou 4 foi o máximo. E não se pense que vou a esta prova porque goste particularmente do seu trajecto e dificuldades acumuladas ao longo de todo o percurso, também não será pelo apoio que somos brindados ao longo daquela interminavel estrada onde não faltam os indispensáveis chuveiros que nos refrescam em tardes bem acaloradas que não se esquecem de nos visitar. Trata-se de uma mística dificil de explicar e que me conduzem ano após ano áquela bonita Aldeia. Também não é em busca de eventuais troféus porque de há muito a esta parte isso deixou de constar dos meus planos e projectos (embora em determinada Edição tivesse sido bafejado pela sorte que me comtemplou com um televisor que ainda hoje utilizo com muito carinho). Foi a partir daqui que a minha simpatia por esta prova e pelo seu principal organizador (Fernando Andrade)se multiplicou, não pelo prémio pois só durante a Semana seguinte é que tomei conhecimento do facto, mas sim pela excelência da organização da prova e pela abnegação daqueles que a ela estão ligados. Tanto assim é que não regeitei um convite que me foi feito para no final do ano passado fazer um treino conjunto de noite com um numeroso grupo de amigos, precisamente no mesmo percurso da Meia.Maratona que se vai realizar no próximo Sábado pelas 17 h.
É fácil assim fazer amigos que têm uma disponibilidade total para quem os visitam, essa amizade é fortalecida ano para ano e pode dizer-se sem exageros que mais de metade do pelotão que todos os anos visita S.J. das Lampas já casou de há muitos anos a esta parte com esta bonita prova  e julgo que também em homenagem ao seu principal mentor e organizador. Voltarei lá daqui a dois dias com a intensão de completar mais uma Edição da prova e também visitar muitos amigos que tal como eu fazem questão de ir lá quase todos os anos.
Haverá também tempo para a diversão durante a corrida, tal como faço, aliás todos os anos, e já convidei a rapaziada a seguir-me as pisadas, ao km 11,5 tenho por tradição ir a banho num tanque ali existente, provavelmente de antigas lavadeiras, faço-o haja chuva ou faça sol, é inesplicável, tenho utilizado o boné mas para este ano já pedi ao Fernando Andrade para colocar lá um balde, é mais rápido e provavelmente também pouparemos alguma água (atenção não beber). Porque fiz anos há 4 dias vou a banhos para comemorar e manter a tradição, convído-os a acompanhar-me nesta praxe,  façam-no também pelo Fernando Andrade como homenagem pela sua tenaz persistência em manter de pé uma das mais antigas e bonitas provas em Portugal.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Corrida da Festa do Avante.

Ainda não tinham passado 12 horas do final do Trail Noturno de Vale de Barris em Palmela na distância de 15 kms e já estava eu e muitos mais que também lá estiveram, na partida da Corrida da Festa do Avante na Amora, mais propriamente na Quinta da Atalaia, local onde este ano se iniciou mais uma Edição desta extraordinária Corrida integrada nos festejos da Festa do Avante organizada pelo Partido Comunista Português.
Pela 4ª vez se conheceu um novo percurso desde que a Festa e a Corrida  se mudaram em difinitivo para as imediações da Amora, no Concelho do Seixal. Pode dizer-se que o espectáculo desta Corrida saiu beneficiado com a nova mudança no percurso, totalmente percorrido à beira Tejo e com uma marginal lindíssima bem convidativa a quem deseje por ali praticar qualquer tipo de desporto como ocupação dos seus tempos livres contribuindo assim para o seu bem estar, por uma saúde melhorada e de combate ao stress do dia a dia.
Em contra-partida não se poderá dizer que tudo esteve perfeito, piorou e muito a confusão habitual no local da partida, agora num local mais estreito e onde se confunde e misturam os habituais frequentadores da Festa e os atletas, são milhares de pessoas que quase se atropelam não permitinho que a maioria dos atletas inicie logo ali as suas capacidades de corrida, situação que começa a regularizar-se apenas a partir do 1º km. Na chegada a confusão ainda é maior com os atletas a partir do meio da tabela a terem muitas dificuldades em furar por entre atletas já chegados e cidadãos que por ali circulam e invadem a estrada destinada à passagem de quem ainda procura chegar à meta. Creio que se poderia resolver o problema com a colocação de grades naquele espaço de cerca de 500 metros enquanto decorresse a prova, com uma previsão de cerca de 1,30h. Todos tínhamos a ganhar, atletas e a Festa  e por certo o movimento da Corrida marcaria muitos pontos com a qualidade que se impõe e que sabemos poderá estar perfeitamente ao alcance dos responsáveis da prova.
Estive lá e participei, parti na 3ª metade do pelotão precisamente para evitar a confusão e o nervosismo, sim porque os da frente foram incapazes de aguardar na linha de partida que viesse a ordem  de iniciar a corrida, foram andando, andando, andando até que já não era possível voltar atrás, não só atrasaram a prova como se comportaram com grande indisciplina, tendo sido então dada a partida sem honra nem glória. Segui num ritmo adequado à minha condição física pois na véspera tinha estado a correr na Serra da Arrábida e sentia por isso algum cansaço nas pernas e dificuldades na respiração. Foi assim até virar a meio da prova mas logo aí verifiquei que a coisa ia agravar, os 31 minutos que levara a percorrer até ao barril (leia-se Rotunda) não seria possível manter para o regresso, e desde logo comecei a reduzir o andamento (quase a passo de caracol) alternando com períodos bem melhores conforme ia sentindo as pernas e os pulmões. Cheguei com 1,07h. isto é, mais 6 minutos que a primeira metade da prova, mas cheguei bem e isso era o mais importante.
Após o banho retemperador nas cabines do Amora F.C. a um preço aceitável mas não compatível com o local para o efeito, espaço exiguo e nada higiénico, onde se misturava num salve-se quem puder toda a gente, fossem atletas ou não.
Como é de tradição fizemos (eu, o Daniel e o Hugo) uma  visita à festa após as formalidades higiénicas onde fomos encontrar um saboroso arroz de polvo  e um apetitoso vinho tinto, tudo da Região de Setúbal. E haja saúde que me permita para o ano voltar a repetir tudo de novo.

A.M.M.A.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Trail Noturno Vale de Barris, Palmela.

Á chegada com mesa posta, e soube tão bem
Os amigos das Lebres do Sado estão mais uma vez de parabéns pela excelente organização que conseguiram montar na realização da 1ª Edição do Trail Noturno de Vale de Barris em Palmela. O Casal Mota à frente de uma excente equipa ofereceram-nos uma prova noturna espectacular que teve de tudo um pouco, asfalto (pouco) estradões, trilhos, carreiros, subidas e descidas acentuadas mas com zonas de boa recuperação, carreiros algo sinuosos onde era necessário a nossa máxima atenção, valeu-nos não ter chuvido naquela hora, senão as coisas complicavam-se.
Ao contrário do que é nornal desta vez corri acompanhado, fui largando sucessivamente a companhia de alguns atletas mais lentos até encontrar mais à frente um pequeno grupo onde me agarrei com unhas e dentes para não ficar sozinho, assim fui até aos 12 kms de prova, tarefa bem difícil tanto mais que o 11º km foi feito numa rampa de inclinação muito elevada que nos conduziria até perto das antenas, a partir dali entrámos de novo no asfalto que nos levaria até novo estradão e logo de seguida a meta.
Nesta prova senti-me sempre bem e confesso que fiquei admirado, se tivesse ficado sozinho por certo aquilo iria ficar-me muito mais difícil, sem quedas e sem enganos no percurso aquilo estava a ser perfeito, contudo e ao contrário do custume levei os óculos graduados para facilitar melhor visibilidade das incidências do percurso, estava bem escuro e o frontal também irradiava uma luz bastante fraca, só que com o andar do tempo o suor e a humidade tomaram conta dos óculos deixando-me pouca margem de visibilidade à minha frente, em resultado disto não foram poucas as vezes que tive de os transportar em mão até que a situação se tornasse mais favorável.
Apesar das boas marcações em todo o percurso (fitas luminosas) ainda ouve alguns atletas que se perderam, (que rapidamente detectaram e corrigiram), também se verificaram algumas quedas, uma delas a do amigo Mayer Raposo que à minha frente resistiu a dois tropeções em raízes bem enormes mas há terceira não conseguiu evitar a queda tropeçando de novo desta vez contra uns pedregulhos que estavam no caminho, felizmente foram só uns arranhões, praguejando logo ali que já não ia correr mais até chegar à meta, mas depois pensou melhor e como eu ia ali em cima e somos da mesma "guerra" seguimos juntos até perto do final, altura em que aproveitou bem aquelas brutais descidas para se ir embora de vez!
Agradeço também a tantos amigos que me felicitaram pelo meu regresso ao seu convívio levantando assim ainda mais a minha vontade em fazer já ali uma prova a condizer satisfatoriamente com os planos que já tenho traçados até final do Ano.
Para os quase 15 kms de prova consegui gastar "apenas" 1,39h. (desta vez o Garmin foi-se abaixo por falta de alimentação, (isso também me acontece a mim de vez em quando).
Fotos

domingo, 28 de agosto de 2011

Carlos Sá, um campeão português de Trail no Mont Blanc.

Carlos Sá concluiu hoje o Ultra Trail Mont Blanc percorrendo parte dos países de França, Itália e Suiça na zona Montanhosa de Mont Blanc. Foi uma estrei sensacional tendo conseguido o 5º lugar da classificação geral, lugar que representa o melhor de sempre de atletas portugueses que ali competiram. Teve a apoiá-lo uma grande falange de amigos e admiradores das suas qualidades que através das redes sociais e outros sites sobre a prova iam acompanhando a sua evolução durante a corrida. Pessoalmente confesso que recebia com emoção durante grande parte da noite e depois durante todo o dia de Hoje as informações que me iam chegando, e valeu a pena pois o Carlos Sá acabou por nos dar uma imensa alegria pela proeza conseguida. Tenho a certeza que ele sentiu sempre por perto durante todo o seu esforço esta falanje de apoio que assistia à distância à sua prova. Pela Bandeira que tão carinhosamente transportou e desfraldou na hora de cortar a linha de chegada lhe agradeço e digo obrigado pelo pelo seu grande espírito patriota revelado na hora da sua consagração.
Para ver a Classificação do Carlos Sá escrever o seu número de Dorsal 1531 na hiperligação abaixo mencionada. O vencedor tem o número 1501.
Classificação final e tempos de passagem

Tiago Silva (Os Mundiais de Orientação realizados em Itália chegam ao fim).

Nesta data em que terminam os Campeonatos do Mundo de Orientação endereço uma saudação ao Tiago Silva e extensivo a toda a comitiva de atletas nacionais pelo meritório comportamento durante a Competição. Foi por certo uma riquissima experiência que trará frutos para as suas futuras carreiras desportivas, bem hajam.
 Nos Mundiais de Juniores, o checo Krystof Bogar sagrou-se Campeão do Mundo de Sprint, título que acrescente ao de Campeão do Mundo de Distância Média e que faz dele a grande figura dos Mundiais na sua categoria. Bogar cumpriu os 7,45 km do seu percurso (18 pontos de controlo, 120 m desnível) em 23:21, deixando atrás de si, a 19 e 26 segundos de diferença, respectivamente, o seu compatriota Martin Tisnovsky e o finlandês Eero-Matti Vainio. Tiago Silva e Cristiano Silva tiveram prestações regulares, concluindo a sua prova ainda na primeira metade da tabela classificativa, nos 28º e 31º lugares, com tempos de 26:59 e 27:15, respectivamente.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O Tiago nos Mundiais de Orientação (3º dia de provas)

Decorreu hoje o terceiro dia de provas de Orientação nos Campeonatos Mundiais de Orientação a decorre em Itália. Uma jornada que não correu muito de feição a todos os portugueses que lá se encontram a disputar as provas do calendário destribuídas pelos diversos escalões. Apesar de alguns azares durante a sua prova o Tiago silva classificou-se na 31ª posição no seu escalão de Júnior continuando a demonstrar que nem os azares decorrentes da própria competição o desmorecem para o que falta ainda da Competição. Para uma prova de Orientação com 19kms de extensão e 450 metros de desnível acumulado diz bem da dificuldade encontrada pelos atletas e onde a sorte por vezes acompanha os atletas e noutras alguns também não a têm, foi isso que aconteceu com o Tiago, uma arreliadora queda levou-o a perder imenso tempo e lugares quando ia muito bem classificado na altura. Não desanimou e cortou a meta galhardamente como se a tivesse vencido.
Amanhã nova prova estará no seu caminho e a sua disposição será a mesma, dar tudo para dignificar as nossas cores portuguesas e deixar mais uma vez orgulhosos todos os amigos que tanto acreditam nas suas capacidades.
Força Tiago e até amanhã. 
3º dia do Tiago Silva nos Mundiais de Orientação em Itália.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Orientista Tiago Silva continua a brilhar nos Mundiais a decorrer em Itália.

Mais uma excelente participação dos atletas portugueses que estão a disputar os Mundiais de Orientação em Itália. Pela proximidade destaco o Tiago Silva que competindo no escalão júnior disputou hoje a final alcançando um honroso 14º lugar tendo sido o 2º melhor português em prova, a melhor classificação de sempre de um atleta português em Campeonatos Mundiais.
Parabéns Tiago e continua a tua missão, nós continuamos a torcer por ti e por todos os atletas portugueses para que as coisas continuem a correr bem nas duas versões competitivas que se seguem.
Jornal Record informa sobre o Campeonato do Mundo de Orientação a decorrer em Itália

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Tiago Silva nos Campeonatos do Munto de BTT 2011 a decorrer em Itália

Sabe sempre bem receber notícias que enchem os nossos corações de alegria e quando elas dizem respeito áqueles que convivem mais de perto conosco então o orgulho é incontido e enorme. O ,Tiago Silva,o nosso Campeão de BTT   e nosso Benjamim (Amigos do Vale do Silêncio) de há largos anos a esta parte está a participar nos Campeonatos do Mundo de BTT em Veneto Vicenzo em Itália. Competiu esta manhã na Categoria de Júniores e conseguiu a 16ª posição num conjunto de 59 participantes. Não podemos deixar de expressar aqui os nossos parabéns pela sua excelente participação, (para já) nestes Campeonatos do Mundo, tanto mais que ele representa também para a nossa comunidade de Santa Iria da Azóia um marco histórico na divulgação do Desporto, maior significado tem ainda porque a própria Junta de Freguesia também se associou, com o seu patrocínio, a ajuda necessária para que o Tiago podesse estar presente nestes Mundiais e assim podesse prestigiar a nossa comunidade e o Clube que representa, ADFA. Tiago, estamos muito orgulhosos pelas alegrias que nos tens dado.

Ver aqui relato das provas do Mundial de Orientação