sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Trail de Alvados, ( Vídeo da TVI e mais fotos.)

Trail de Alvados, veja aqui o Vídeo da reportagem da TVI a partir do minuto 42.



Mais algumas fótos cedidas gentilmente por amigos.

Ainda perto do início e com os participantes na Caminhada por perto

Extraordinária subida até perto dos 600 metros de altimetria
Uma pausa para hidratar
Ia ali a meio e a pouco tempo de ir ao chão!!!
Na Fornea, um dos pontos mais bonitos e difíceis, com o Hernâni e o José Pereira, dos Amigos Vale Silêncio

Fotos de Luís Miguel e Paulo Sequeira

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Trilhos Castelejo 2011



Mais um filme da autoria do Jorge Serrazina aos 2 kms de prova , um autêntico poço.

Trilhos Castelejo 2011

Um excelente Vídeo realizado pelo Jorge Serrazina quando iniciou a mais espectacular descida deste excelente Trail, a descida da Fórnea.

Trail de Alvados, 20 de Fevereiro de 2011


O grande companheiro deste Trail, Luís Miguel
 50 anos depois voltei a Alvados e ás grutas vizinhas de Santo António, tinha então 12 anos e acompanhei os meus pais aquele local que desde então ficou gravado na minha memória. Desta vez não visitei as grutas de Alvados e Santo António situados ali na bonita Serra de Aire, o objectivo era correr o Trail de Alvados cuja realização se situava em torno da sua localização, mas levava no sentido reviver ali bem perto um passado bem longínquo onde a memória pouco ou nada já conseguia descortinar de concreto.
Desta vez tive a agradável companhia de 5 Amigos do Vale do Silêncio, 3 deles estreantes em provas de trail, o Fernando Jorge, o nosso manager, Hernâni Monteiro e o Filipe Ramalho que numa 1ª experiência fizeram com o José Pereira apenas a prova de 21 kms, o João Inocência acompanhou-nos como elemento de apoio e fez a cobertura fotográfica da nossa participação.
Eu tinha o objectivo de fazer a prova principal de 40 kms e foi com esse objectivo que me apresentei à partida, mas sabia que iria ser muito difícil para mim participar neste trail apenas uma Semana depois da Maratona de Sevilha. Apesar de tudo parti confiante e logo ali eu e o Luís Miguel (O Tigre) fizemos algo parecido como um pacto de fazer o Trail de forma calma e tranquíla controlando sempre os excessos em favor de evitar um desgaste desnecessário uma vez que ainda estávamos os 2 em recuperação de Sevilha.
Passando pelos participantes da Caminhada
O dia estava cinzento mas sem ameaçar chuva, excelente para a corrida pois não havia sol nem vento, devido à chuva dos últimos dias o solo estava encharcado de água e lama mas isso pouco importava aos trailianos pois quando foi dada a partida via-se nitidamente a satisfação que todos apresentavam quando começaram a competição.
Aos 2 kms apareceu o 1º grande obstáculo da prova, ( um pouco antes tinha chocado com o joelho direito num pedregulho em resultado de uma escorregadela, o resultado foram 3 buracos junto à rótula e um traumatismo cuja dor não mais passou até final), uma descida quase em rapel onde não faltou a corda para ajudar a vencer aquele difícil obstáculo, os mais corajosos que iam à frente nem se aperceberam da dificuldade que ali estava e em 3 saltos ultrapassaram aquilo em menos de nada, o pior foi quando começaram a chegar ali os mais receosos e logo começou a formar-se uma fila imensa que a passo de caracol lá se ia aproximando do obstáculo, eu que seguia com o Tigre na 3ª metade do pelotão ali fiquei perto de 10 minutos à espera da minha vez, lá chegado passei sem qualquer dificuldade.
Logo de seguida entramos na parte mais plana da prova atravessando um olival completamente submerso pela água que se acumulou devido à chuva dos últimos dias, era água e lama mas todos estavam preparados para enfrentar aquilo, como ia na frente dos meus colegas de Clube lembrei-me deles, principalmente dos estreantes como iriam reagir quando ali chegassem. Seguíamos agora na direção das Fórneas, nome dado a um sistema montanhoso cuja beleza do local vista do alta da Serra é coisa rara de se ver. Perto dos 13 kms dá-se a divisão dos atletas que estavam em competição,a distância mais curta (21kms) para a esquerda e os outros (40kms) para a direita, olhei para lá e vi uma Serra cuja subida quase se perdia de vista, creio que foi o ponto mais alto que alcançámos (perto dos 600m), eu e o Tigre atacámos aquilo com determinação
A Equipa dos Amigos do Vale do Silêncio, acompanhados do Abútrico Vitorino Coragem e do Vencedor do Trail e Tomarense Luís Mota.
e com os apoios que levávamos não tardou muito para começarmos a ver a beleza da paisagem que se espalhava cá em baixo á medida que íamos subindo, tirámos algumas fótos, (ò Miguel eu gostava de as ver) que podem testemunhar a grandeza daquele local. No alto estava mais um providencial abastecimento (foram 8 no total e sempre bem localizados) depois serpenteámos sempre o alto da Serra e descemos depois até encontrarmos o abastecimento dos 20kms, aqui aproveitei para comer laranja e alguns cubos de marmelada pois o estômago já dava sinais de alguma necessidade alimentar. O que se seguiu foi sempre um misto de sobe e desce com alguns espaços de recuperação onde se podia correr, o joelho doía-me e ainda não sabia os estragos que a queda tinha causado pois levava calça de licra e esta não deixava ver, mas como era possível correr nunca pensei em ficar pelo caminho. Quando descia mais uma das Serras de acesso aos 25 kms nova queda, agora  fora de costas, novo rasgão desta vez na nádega esquerda e uma nódoa no braço esquerdo, agora já estava um pouco mais equilibrado e já não mancava. O Luís Miguel manteve-se sempre fiel ao fazer-me companhia desde o início, ele é de outro campeonato e foi de grande humildade da sua parte partilhar a sua prova na minha companhia, tem no seu currículo provas de longa distância em Trail, Humillak 160kms, Monte Branco 166kms etç, entre outras, daí a minha satisfação de ele se encontrar ali a meu lado durante toda a prova.
A prova continuou sempre serpenteando e em sobe e desce, até que começamos a visualizar novamente a Povoação de Alvados, estávamos com 34 kms e

Registo Garmin dos locais de passagem neste Trail

 novamente num dos pontos mais altos da Serra, dali até à meta era quase sempre a descer mas para mim continuava a ser um calvário sempre que enfrentava uma nova descida, os joelhos, principalmente aquele que estava ferido, doíam a cada passada mas forçosamente tinha de ignorar, tínhamos passado todos os controlos dentro do tempo limite imposto pela organização e não era agora que ía deixar cair o esforço dispendido e com a meta ali tão perto. Lançámo-nos Serra abaixo correndo onde era possível até chegar a Alvados, aqui ainda fizemos nova incursão na mata até chegámos finalmente ao asfalto a cerca de 1 km da meta, ali, estava o amigo José pereira que nos acompanhou e guiou até à meta. Aqui e em reconhecimento pela grande ajuda cortei a meta abraçado ao Tigre e grande amigo Luís Miguel.
Cortámos a linha de Meta com chip,  com o tempo de 6,47h, a 13m do limite imposto pela organização, para a distância de 39,970kms. Sem sombra de dúvida esta prova de Trail entra no lote daquelas mais espectaculares que já fiz, em dureza mas também em beleza no que diz respeito à Natureza.
A organização esteve impecável ao longo de todo o percurso ajudando sempre a encaminhar os atletas em pontos que poderiam ser mais difíceis em termos de segurança.O percurso todo ele bem marcado e assinalado, cheguei a comentar com o Miguel que era impossível alguém enganarse ali, pelos vistos enganei-me pois ouve alguns que trocaram os 41 pelos 21 voltando para o lado errado.
Apesar de chegar tarde ainda havia almoço reservado para mim, o que é sempre agradável.
Pena foi mesmo o banho que não consegui tomar, a água não estava fria, estava gelada e naquelas condições em que já vinha nem pensar em chuveiro, limitando-me a refrescar os gémeos e a lavar as partes mais acessíveis!!!
Pela sua excelência e pela Organização, se puder para o Ano voltarei.
Fotos Mundo da Corrida 


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

27ª Maratona de Sevilha, 13 de Fevereiro de 2011

Sevilha 2011 e a 10ª Maratona já está feita. É talvez das mais planas e "fáceis" de fazer, mas onde tarda em aparecer um tempo canhão para o vencedor, desta vez foi dentro da casa dos 2, 09h, tendo como vencedor mais uma vez um atleta do Quénia.
3.800 atletas cortaram a meta nesta Maratona, o que dá uma imagem excelente de vitalidade desta prova, com tendência para continuar a crescer fruto da excelência da sua organização e do apoio que os atletas constantemente recebem durante todo o evento, de Sábado até à sua conclusão no Domingo.
Este ano voltei lá, desta vez acompanhado pelo meu colega de Equipa Joaquim Gomes, apadrinhei a sua estreia na Maratona num acto que é de louvar, e a dizer a quem ainda anda exitante que nunca é tarde, nem cedo, para enfrentar a prova rainha da estrada que é a Maratona. Ele foi lá sem receios e intelegentemente fez uma prova espectacular, treinou e delineou a sua estratégia, o resto foram os conselhos que recebeu de amigos, a sua já madura idade (63 anos) aliado também à sua experiência como corredor já com algum passado ajudaram bastante.
Este início de Ano para mim tem sido passado com alguma torbulência em termos de saúde, situação que tenho ultrapassado com alguma dificuldade, contudo na hora de partir para as provas que fazem parte do calendário tenho-me apresentado ás vezes não nas melhores condições mas o suficiente para salvaguardar qualquer recaída menos agradável.
A Maratona de Sevilha foi feita sem qualquer treino específico para ela, valendo-me algumas provas recentemente realizadas para dar alguns kms e também um pouco de força.
Quando parti sabia que aquilo mais cedo ou mais tarde ia ser doloroso e não me enganei, aos 10kms ia com 56m tendo atingido metade da prova com duas horas, aqui já era notório para mim que a segunda metade da Maratona iria ser de grande sacrifício, reduzi o ritmo por incapacidade de prosseguir da mesma forma. Aos 26 kms sou ultrapassado pelo meu colega de equipa Joaquim Gomes, nestes últimos 5kms tinha já recuperado os 3m que tinha de atraso em relação a meio da prova, chegou e seguiu, passado pouco tempo perdi-o de vista, como ainda faltava muito tempo alertei-o para isso mas ele respondeu-me que se sentia bem e prosseguiu.
Aproveitando todos os abastecimentos (a cada 2,5kms) prossegui cada vez com mais dificuldades, aos 30 kms tomo o 2º Gel que levava, aproveito para andar um pouco enquanto me hidratava (gesto que fiz 6 vezes ao longo da prova e sempre junto aos abastecimentos), isto permitiu-me recuperar um pouco as forças e enfrentar os kms que se seguiam. A partir dos 35 kms apesar das minhas dificuldades fui ultrapassando sempre muitos atletas que em princípio já estariam bem piores do que eu, uns andavam e outros seguiam já numa marcha muito lenta. Aos 38 kms sou ultrapassado por um atleta marchador, que até nem era de grande valia, mas o suficiente para ter juizo e não me meter atrás dele.
Ao chegar aos 40kms apercebo-me que tinha esgotado o tempo que fizera no ano antarior nesta Maratona, estava com 3,57h e ainda faltavam 2kms, tomo mais um Gel e ando para aí mais uns 100m e volto a partir, agora cada vez mais lento, mas sentia ao mesmo tempo uma satisfação enorme pois já ladeava o Estádio Olímpico e abeirava-me a pouco e pouco da entrada que dava acesso à pista onde terminaria mais esta Maratona.
Terminei com 4,13,25h, (16 minutos nos útimos 2,200 km !!!!!) e mais 16 m que no ano anterior.
Na zona mista ainda lá estava o Joaquim Gomes, assim que o vi concluí logo que aquilo tinha corrido bem para ele e dei-lhe um abraço que ele me pediu já bastante emocionado por ter concluído, e bem, a sua primeira Maratona, em 4,01h.
O suor e a expressão do desgaste também me ajudaram a esconder a minha emoção por ainda conseguir concluir tamanho desafio.
A dureza da Maratona e tudo o que nós vivemos e sofremos para a concluir é um fascínio tremendo que nos conduz por fases que jamais imaginamos suportar, é por isso que ela é mágica e a transformei na minha prova favorita, enquanto for capaz.
Terminei os 42,470kms em 4, 13,28h, à média de 5,58m por km. (Já ando perto dos 6m/km)
Direi que o resto que rodeou a prova e este Fim de Semana foi fantástico. Se puder para o Ano vou voltar.



segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

G.P.de Grândola

Já com Melides/Tróia no pensamento fui juntamente com a minha Equipa Amigos do Vale do Silêncio participar em mais uma prova, desta vez em Estrada e Terra batida, na distância de 10 kms.
Aproveitámos e organizámos após a competição um pic-nic ali bem na orla da Cidade onde não faltou um excelente gralhado com febras e entremeada bem como o chouriço de porco preto que o Inocêncio se lembrou de levar.
Na competição estivemos em bom plano com uma equipa de bons valores tendo conseguido a 5ª posição na geral por equipas, destacando-se o Pedro Arsénio, J.Inocêncio, Luís Santos, Paulo Póvoa e o benjmim da equipa Tiago Silva. Todos os outros cumpriram e ainda tiveram de se chegar à frente para atear o fogo e preparar o almoço para os nossos craques.
Foi uma excelente jornada de confraternização a correr e a comer a deixar água no bico a todos os que lá estiveram, (16 a correr e 13 a encher), os outros que estiveram ausentes vão dizer que tiveram pena de não terem ido, blá, blá, blá, mas agora jé é tarde, para a próxima aproveitem.
Da minha parte a prova acabou por se revelar desgastante, 10 kms não são a minha distância preferida, ao fim do 3km já ia com dificuldades respiratórias pelo facto de pretender impôr um ritmo que já não tenho, 15m nos 3 primeiros kms via-se bem que ia acima das minhas possibilidades, optei então por abrandar um pouco e adaptar a respiração ao esforço que ia a fazer, ao 4º km já quase com 21m e aos 7kms já ia nos 37m. Vi logo que iria cair para os 53m quando terminasse a prova, mas para isso tinha de manter nos limites a minha corrida, aproveitei a parte da terra batida para acelarar um pouco pois tinha levado os ténis de montanha e aquilo era favorável, ganhava e também perdia algumas posições, nomeadamente de atletas do meu escalão, mas isso era irrelevante pois nunca vivi em sobressalto derivado a esse pormenor. A 440m da meta lá estava o ruidoso grupo dos Amigos que após terem cortado a meta vieram em sentido contrário e deram ali uma forcinha bem jeitosa para ultrapassar aqueles últimos metros.
Cheguei com 52,48m para os 9,970kms que a prova tinha (A Organização atribuiu-me 53,12) pois não existia leitura de Chip à partida.
Apesar de tudo creio ter conseguido melhorar o ritmo de corrida em 10 kms pois o ritmo médio desta prova cifrou-se nos 5,18m por km.
Para a Semana é a Maratona de Sevilha que tenho de enfrentar, sem entrar em detalhes já ficava satisfeito se conseguisse concluir aquilo em 4,10h. Depois veremos.



terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Grande Prémio Fim da Europa

Ás 7 horas da manhã já estava a estacionar o automóvel na Azóia, foi ali porque o acesso ao Cabo da Roca já estava fechado.
O objectivo era fazer o percurso em marcha lenta até Sintra utilizando o mesmo percurso da prova que teria início ás 10h em Sintra.
A preparação para a Maratona de Sevilha tem estado muito deficiente devido à forte constipação que não me larga desde o princípio do ano, aliado a outros problemas já crónicos a preparação tem estado muito atrasada, por isso ter optado por fazer a ida e volta em ritmo de treino e conforme as capacidades fisicas o permitissem.
Ás 7,10h parti Serra acima deixando Azóia para trás ainda noite e um frio de gelar, valeu que o vento era quase nulo, ao contrário do que normalmente acontece. Serra acima o frio foi-se mantendo mas quando atingi o cume da Serra já o Sol aparecia envergonhado lá no horizonte, mas foi o suficienta para a temperatura subir um pouco e começasse de novo a sentir as mãos, que estavam desprotegidas, e assim se mantiveram até chegar ao Palácio da Pena. A partir daqui e até chegar a Sintra, local de partida da prova, voltei de novo a gelar mas como o Sol já batia com alguma intensidade depressa aqueci depois de mudar de roupa e me preparar para integrar a na prova.
Até ali já tinha percorrido 14kms e subido a um dos pontos mais altos da Serra, agora era recuperar um pouco dos joelhos já que a descida da Rampa da Pena deixa qualquer um bastante traumatizado.
Após tomar o pequeno almoço!!! fui procurar os amigos pois ainda me restava cerca de ums hora, e particularmente queria encontrar um sugeitinho que se dizia, e parece que ainda diz, ser o campeão dos defensores da "verdade desportiva", algo me dizia que a cobardia acabaria por vencer tão valente rapaz e senhor da única verdade que conhece, a sua e não admitindo qualquer outra, como Pilatos.
Ás 10h. foi dada a partida para o Cabo da Roca e assim tinha dado o início a mais uma Edição do G.P.Fim da Europa.
Mantive durante toda a prova o ritmo que mais me convinha, o treino era de 31kms e ainda faltava mais 17kms.  Foi ver abalar aquela mola humana Serra acima e eu a ficar cá para trás gerindo as forças para conseguir fazer o resto do trajecto de forma confortável e sem grandes sacrifícios. Levava na mente, não a última subida aos 10kms mas sim a descida final de 5kms que se iniciava aos 11kms de prova devido à situação já precária dos meus joelhos.
Mas os receios afinal tinham pouco fundamento já que lá chegado aquilo não foi tão tormentoso como pensei, a comparação com a Rampa da Pena tem pouco a ver, embora seja mais prolongada é menos penosa de fazer.
Concluí aqueles16,610kms do Grande Prémio em 1,42,39h à média de 6,11 m por km.
De Azóia até Sintra percorri 14,340kms em 1,51,54h. à média de 7,48 m por km.
No total 31kms para 3,33h.
Espero que Sevilha me fique agora um pouco mais suave depois de ter feito este tipo de treino, já a queimar é certo, mas que tinha a obrigação de fazer.
Agora até Domingo em Grândola.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

E o David chegouuuuuuuuuu.

glitters

Numa noite longa, fria e bem chuvosa, e num dia bem soalheiro a meio da tarde o David chegou, valente a plenos pulmôes a fazer recordar que temos ali mais uma "fera" a fazer sombra mais cedo ou mais tarde aos seus pais, Daniel e Susana.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Trilho dos Abutres e a Serra da Lousã

Gratas recordações me deixou esta excelente Prova de Montanha na Serra da Lousã. Eu que  já conto com mais de 6 Décadas de vida ainda não tinha tido o prazer de conhecer aquela maravilha da Natureza, gostaria de lá voltar sem ser para participar no próximo Trail, vi algumas estradas de asfalto mas não sei se têm acesso a zonas que me deixaram deslumbrado, também não sei se o acesso a estes locais é permitido a qualquer pessoa que queira visitar aquilo. O que sei é que esta bonita "doença" dos trails e corridas de Montanha têm provocado em mim a necessidade de continuar a conhecer o nosso Portugal que de outra forma não seria possível. Agora foram os Abutres e a Lousã, amanhã será Alvados na Serra de Aires e Candeeiros, depois a Geira e o Gerês, seguindo-se Trotamontes e a Freita, não esquecendo as que já conheço de edições do Ano passado.

À CHEGADA A MIRANDA DO CORVO

Visite também o fórum O Mundo da Corrida e encontrará lá muita informação desta prova e de outras.  Fórum O Mundo da Corrida

domingo, 23 de janeiro de 2011

1ª Traildos Abutres, Miranda do Corvo

Prova de Montanha (Serra da Lousã) na distância de 33 kms. Esta prova em 1ª Edição, da responsabilidade do simpático Grupo de amigos Os Abutres, de Miranda do Corvo.

Fiz a viagem no próprio dia da prova (22/1) valendo-me do meu GPS, (assim tenho a garantia de não voltar a perder-me), a prova tinha início ás 9,30h. e tinha de percorrer 200 kms para lá chegar.
É verdade que não precisava de chegar tão cedo (7h.) mas é assim que eu gosto, estar a coberto de qualquer contratempo.
As inscrições tinham esgotado há muito e entre os presentes encontrei lá muitos amigos, augurando um Ano em cheio, de trailers. Agora que durante todo o Ano a oferta é cada vez maior, bem diversificada e para todos os gostos.
Esta dinâmica de provas de Montanha, cross, trailers e provas na Areia vai de certeza retirar muitos atletas do Asfalto já que a saturação começa a apoderar-se de um número cada vez maior de atletas. E o que se passou hoje é bem o exemplo dessa realidade.
A partida foi dada ás 9,30h, todos tinham de ser portadores de material obrigtório: Apito,manta de sobrevivência, Corta-Vento,Telemóvel e Camelbak.
Parti bem recheado de peso onde sobressaía 1,5l de água e uma bolsa com as restantes coisas onde incluía 3 gels e marmelada.
Saímos de Miranda do Corvo em direção à Serra da Lousã, antes de lá chegar passámos por várias povoações mas sempre num meio rural onde os trilhos na generalidade eram um autêntico lamaçal que nos obrigava a um constante ziguezague.
Aos 5 kms ouve "carneirada", o grupo que seguia à minha frente não respeitou as marcações e "levou" todos os que iam atrás, (eu incluído e era o último) num caminho diferente tendo apenas dado conta do erro cerca de 700 metros mais à frente, voltámos atrás até encontrar o camino certo, fizemos ali um 1,5kms a mais sem necessidade!!!) outro dilema se colocou para mim e para o Carlos Coelho quando encontrámos de novo as fitas, era para a esquerda? era para a direita? depois de alguma exitação apanhámos o rumo certo. Um km mais à frente quando já seguia na cauda do pelotão com o Carlos Coelho dei um valente trambulhão de frente, uma tranca de pinheiro ficou entre as pernas e a queda foi inevitável, mas correu bem e fiquei apenas com um pequeno arranhão na mão esquerda.
Um pouco mais à frente começamos a avistar o Moutinho, fazemos um pequeno forcing até colarmos e ficamos um pouco com ele com a intenção de o levar conosco, mas não conseguimos, queixava-se das costas e abordava alguns obstáculos com muito cuidado, então dicidimos seguir até ao 1º abastecimento que estava mesmo ali aos 8 kms. A mesa estava bem composta de abastecimentos, sólidos e líquidos com muita variedade mas como se sabe o cansaço quando jé é algum a comida não é tragável com facilidade, pelo menos para mim, mas mesmo assim ainda atestei um pouco.
A partir daqui começámos então o "ataque" à Serra, e que Serra, com as subidas cada vez mais a pique e onde as dificuldades de progressão eram agora muito difíceis, em plena ascenção começo ligeiramente a fastar-me do Carlos Coelho rompendo assim  a estratégia inicial de seguirmos juntos, mas vi que ele vinha com mais prudência e eu só queria era chegar lá ao alto (faltavam 9 kms) dicidi seguir de forma isolada, como ele vinha acompanhado com uma nossa amiga fiquei mais tranquilo, em pouco tempo perdi-os de vista.
Subíamos ao longo de um Ribeiro de água cristalina onde as pequenas cascatas eram frequentes e de uma beleza extraordinária, ora seguíamos pela esquerda ora seguíamos pela direita num serpentear constante, a inclinação era elevada onde quase só se podia caminhar em bicos de pés, as câmbrias no peito dos pés começaram a aparecer tornando doloroso a progressão, caminhando também lateralmente as solas dos ténis já batiam nos tornozêlos. Mas aquilo era para se fazer e quem se mete nestas aventuras sabe que pode enfrentar o pior e eu apesar de tudo estava a adorar aquilo.
As pedras, grandes e pequenas, que íamos pisando também oferecem os seus perigos e foi numa tentativa de subir uma pequena enseada de pedras escorregadias que levei uma espécie de cornada mesmo no alto da cabeça, como aquilo é uma zona de Veados ainda pensei que fossa algum depois de levar com um segundo coice, afinal era um tronco que estava ali mesmo à mão e que providencilamente nos ajudaria a transpôr aquele obstáculo, como eu levava um chapéu tipo Safari se fosse de cabeça baixa nada veria para além de onde colocamos os pés, acabei com uma pequena contusão na cabeça que depressa estancou. Nunca mais me lembrei daquilo.
Depois de ter ultrapassado o primeiro pique de Montanha a 770 metros de altitude e desço até a um magnífico Lago de rara beleza num percurso de estradão com cerca de 2 kms que aproveito para recuperar um pouco as pernas do esforço anterior.
Passa-se o pontão da Barragem e continuamos a subir por trilhos bastante técnicos serpenteando a Ribeira das Mestrinhas onde as águas continuavam puras e cristalinas ali mesmo a rasar os nossos pés não perdendo eu oportunidade de ir bebendo sempre que ela estava mais acessível, aqui situa-se o Parque Natural das Mestrinhas, local onde os animais selvagens se sentem no seu habitat natural. Logo de seguida estava o 2º abastecimento, farto como o primeiro. 2 dedos de conversa e sigo, agora para a parte mais difícil até aos 930 metros de altitude, subidas bem íngremes e com pouca vegetação devido à aridez que consantemente assola aquele ponto da Serra, penso eu que seja por isso. Quando atingimos uma área totalmente despida de vegetação no sopé do topo da Montanha começámos a levar com a forte ventania que vinha de... Norte?  aliada ás baixas temperaturas existentes foi difícil ultrapassar aquele descampado até chegar ás Eólicas que estavam no ponto mais alto da Serra. Seguíamos agora subindo por um estradão de acesso ás pistas de Downhil, (Centro de BTT) e encontro o Vitorino Coragem responsável máximo da prova e coroado Padrinho nesta 1ª Edição (a Madrinha foi a simpática Analice Silva). Mas que estava ele ali a fazer? creio que quis partilhar conosco aquela fase mais agreste da prova, esse foi o sentimento com que fiquei e revela o grande espírito de solidariedade existente entre todos nós. Acompanhou-me até ao ponto mais alto em amena cavaqueira ajudando-me a vencer a última dificuldade no que diz respeito a subidas, e informa-me que ali o termómetro marcava 2 graus negativos.
Dali até à meta são 15 kms, 10 deles com descidas muito técnicas (dificuldade maior), mal começo a descer apanho um novo grupo de 5 elementos e passo para a frente mas não tardou nada a sair disparado depois de ter tropeçado numa pedra, consegui travar e evitar a queda que esteve iminente mas senti logo ali uma pequena câimbra na coxa esquerda, reduzo até passar aquele desconforto.
Um pouco mais à frente novo trambulhão, agora de costas, o suficienta para a perna agarrar de novo, ando um pouco fazendo alguns alongamentos e prossigo com mais cautelas.
Por volta dos 23kms a descida continuava muito inclinada e o trilho muito estreito estava sempre húmido devido à àgua e à condensação provocada pelo arvoredo e... novo trambulhão, outra vez de costas e fui de patins até que parei, mas vi logo que a perna voltou a agarrar e tive de voltar a fazer os mesmos exercícios agora mais demorados até à recuperação, para trás já tinha ultrapassado alguns atletas com o mesmo problema. Sigo e pouco depois numa pequena subida é a perna direita que também agarra, achei estranho ou talvez não, era no mesmo sítio mas agora eram as duas pernas, agora com o novo problema estava mais equilibrado.
Andei até me sentir confortável novamente com a preocupação de correr sem forçar muito e foi assim que cheguei à Aldeia de Espinho ali mesmo ao fundo da Serra, creio que os problemas físicos também  estão ligados a uma deficiente preparação e à longa descida muito técnica que obrigou a chegar aos limites da resistência, estávamos agora com 29 kms de prova e a condizer com o 3º e último abastecimento. Ali a recepção foi excelente, sabe bem ouvir aqueles aplausos, quer do pessoal de apoio quer de muita gente que por ali estava, uma pequena paragem e parto para vencer aqueles kms finais até Miranda do Corvo.
A receber-nos estavam os elementos da organização num ambiente festivo e com um grupo de tambores bem ruidoso que nos encheu de satisfação.
Foi feliz a Organização dos Abutres pelo traçado que nos ofereceu neste 1º Trail por si organizado, está ali aquilo que é a paixão divina da Natureza e que qualquer um de nós aspira em viver. A qualidade e a quantidade está acima da média daquilo que ambicionamos encontrar e eu sinto muito satisfeito por ter tido a oportunidade de lá estar.
Em plena Serra numa das Aldeias (penso que em Gondramar) que cruzámos um Bombeiro virou-se para mim e perguntou-me: se eu era o Joaquim Adelino, eu vinha em passo de corrida e respondi que sim, então dei-a lá cunprimentos à sua Filha Susana que é minha colega lá nos Sapadores de Lisboa, eu como sou de boa educação disse, sim senhor será entregue e segui, mas logo uma dúvida me assaltou, como é que eu vou explicar à Susana se não sei o nome do colega que estava ali? Uns kms mais à frente encontro mais um grupo de bombeiros e comento com eles a situação, aproveito bebo uma mini que eles simpaticamente me ofereceram e desvendam-me a minha dúvida,  tratava-se do Sapador Rui Mendes, ou Mateus? e aqui fica o recado pois sei que a Susana ao ler esta crónica por certo vai receber a mensagem.
A caminho do Quartel dos Bombeiros para o almoço o Luís Mota fez-me companhia (ele já tinha almoçado e foi levar-me até lá) foi então que ele me informa que tinha vencido o Trail, custou-me a acreditar, pois sabia que estava ali gente especialista da Montanha e dos melhores que cá temos. Fiquei com uma satisfação enorme pois tratou-se de um grande feito e confidenciou-me que gostaria de ter ali a sua família a vê-lo chegar e a aplaudi-lo. A organização da prova tinha previsto um tempo de chegada do vencedor perto das 3,30h e ele concluiu aquilo em 2,52h. incrível.
Aos favoritos de algumas provas eu deixo um conselho, não se fiem muito ao julgar quem parte no início das provas que aquilo é só fugachada e julgarem que pouco depois quebram e nunca mais se encontram, as coisas não são bem assim porque em qualquer altura pode aparecer um melhor preparado e desconhecido que resista a qualquer tentativa de perseguição. Ficou o aviso. O de ontem é um homem da estrada e já com alguma experiência no Trail e contem com ele.
Concluí o Trail com 5,40,28h. para a distância de 33, 430kms. à média de 10,11minutos  por km.
Para o Ano vou voltar e penso que a prova ainda pode crescer mais um pouco e dar lugar a muitos atletas que desta vez não puderam estar presentes.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Treino Noturno na Costa da Caparica (Treino Lunar, Lua Nova)


Entre tantos amigos, o Azul não engana

Foi mais uma noite espectacular a juntar a tantas outras que se têm efectuado ultimamente, S.João das Lampas, Monsanto, Parque da Paz, e agora nas bonitas praias da Costa da Caparica.
A noite do dia 19 de Janeiro foi escolhida pelo Paulo Pires por ser de maré baixa e também por ser dia de Lua Nova, responderam à chamada cerca de uma meia centena de atletas e mais alguns acompanhantes. O objectivo foi fazer um treino conjunto e no final fazer um pequeno convívio. Estava alguma neblina, ou eram os meus olhos que estavam um pouco ofuscados, quase todos levavam a luz frontal embora a Lua Cheia desse uma boa ajuda pois se quesessemos podíamos dispensar a luz artificial que cada um levava. Eu optei por levar e acender e talvez fosse isso que provocava dificuldades na visão por causa da neblina que se fazia sentir. Podíamos estendermo-nos por 40 minutos e depois voltar, dos mais rápidos aos mais lentos, para no final chegarmos todos quase ao mesmo tempo.
A areia estava excelente, nunca a tinha visto assim e mais parecia uma auto-estrada, sem um mínimo buraco ou poça de água. Todos ficaram satisfeitos.
No final fomos para o Restaurante MarPuro gentilmente cedido pelo Responsável Sr. Helder respondendo a um pedido que lhe enviámos via Email a quem agradecemos a ambilidade de nos receber sem qualquer compromisso monetário da nossa parte para além do consumo que naturalmente cada um teve necessidade.
E foi ali que a petiscada teve lugar, um pouco de tudo conforme a imaginação de cada um, a conversa em dia e abalámos cada um para seu lado por volta das 23,30h.
Voltaremos lá, estejam atentos ao Fórum O Mundo da Corrida pois é lá que está toda a informação de futuros eventos, ali na Costa da Caparica ou noutro lugar qualquer.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Cross da Laminha, Cumeira, Juncal


Convívio final com almoço

Começou a minha época do Trail em 2011. Para iniciar nada melhor do que uma prova pequena (11,480kms) mas de algum grau de dificuldade realizada numa Várzea mas com algumas elevações do terreno provocando permanentemente um sobe e desce que mal dava para recuperar as forças e a respiração.
Como não choveu nestes últimos dias o piso estava mole mas em excelentes condições para correr, o próprio circuito desenhado levou-nos a percorrer a totalidade da prova num espaço pequeno onde eram constantes os ziguezagues, grande parte deles à distância de 1 a 2 metros(ver foto anexa).
Dadas as particularidades da prova esta estava muito bem sinalizada e parece-me que foi a 1ª vez que tive conhecimento que ninguém se perdeu, também me parece que não era possível isso acontecer ali pois dada a proximidade dos 1ºs e dos últimos era bem audível a conversa e a "paródia" que grande parte do pessoal transformou aquela prova.
Como já era esperado senti algumas dificuldades até meio da prova face a alguma dureza que a prova continha, (escalada e carreiros muito estreitos que obrigavam a parar e caminhar em longas filas) mas depois de sair daquela zona mais complicada já podemos correr, embora sempre limitados onde raramente se encontrou uma recta com mais de 10 metros.
O labirinto onde se efectuou a prova
Existiram muitas quedas devido à lama, rochas e pedras escorregadiças, mas felizmente ninguém se aleijou seriamente, eu escapei a este flagêlo pois estava avisado e não facilitei em lugares considerados mais perigosos. Neste aspecto a Organização esteve muito bem ao sinalizar todos os locais considerados de algum risco comalguns metros de antecedência.
No final tive a oportunidade de dar os parabéns ao Vitor Ferreira pela excelência desta prova. Percebo agora porque é que a prova não comporta um número maior de atletas, o percurso fica saturado de atletas e chega-se a perder entre os 5 e os 10 minutos nas filas para se atravessar algumas zonas críticas. Mas é pena pois ficaram muitos atletas de fora porque o número de inscrições permitido esgotou muito rapidamente.
O convívio final foi muito bom, estavam lá a nata dos nossos melhores atletas da Montanha e do Trail, tendo vencido a prova o Alcino Serras, um dos melhores e de nível Internacional, logo seguido do Albino Daniel.
Eu completei a prova em 1,40,41h. para os 11,480kms. à média de 8,46m por km.
Porque gostei imenso vou voltar e lembrem-se, não deixem para o fim a vossa inscrição porque correm o risco de continuar de fora, e é uma pena.

Algumas fotos do Convívio

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

XIª Corrida do Centenário da Cooperativa A Sacavenense

Realizou-se no passado dia 9 de Janeiro de 2010  mais uma grande competição desportiva em Atletismo integrado em mais uma Edição da Corrida das Colecividdes do Concelho de Loures.
A prova integrou todos os escalões, agora com uma novidade, foi introduzida mais uma competiçãoa que deram o nome de Milha Urbana para os escalões mais jóvens e veteranas e também para os Veteranos com mais de 60 anos. Esta Milha Urbana agora realizada anula e substitui a habitual que normalmente é realizada na 1ª Semana de Junho de cada Ano. (Fica a informação que em Junho não existirá a Milha de Sacavém).
Foi grande a participação do número de atletas, principalmente na prova principal na distâmcia de 6,600 kms.
No final ouviram-se algumas opiniões ácerca da dureza da prova, nomeadamente o 3º terço com 3 subidas a requerer grande esforço por parte dos atletas. Mas no final a satisfação dos atletas por no aspecto organizativo as coisas terem corrido muito bem.
O mesmo já não se poderá dizer na cerimónia de destribuição de prémios, demasiados erros nas classificações que levou ao arrastamente por demasiado tempo a consagração dos atletas premiados e à adiar para mais tarde (para quando?) a destribuição dos prémios por equipas.
A Equipa dos Amigos do Vale do Silêncio esteve presente com um numeroso lote de atletas, uns aproveitaram para fazer um treino um pouco mais rápido ajudando outros que por sua vez testavam as suas actuais condições físicas.
Eu desta vez limitei-me a assistir à prova e fiz o papel de fotógrafo enquanto ia incentivando os amigos em prova.

Abaixo segue o link de acesso ás fotos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

POR ONDE ANDEI EM 2010 !!!

Resumo detalhado da actividade sobre a minha Corrida durante o Ano de 2010 onde foram batidos, sem qualquer dúvida, todos os meus recordes em quilómetros percorridos e em provas disputadas no mesmo Ano.
Para isso muito contribuiu as cerca de 10 provas disputadas com distância a rondar os 30 kms. Destas destacam-se as 6 provas realizadas com a quilometragem superior a 40 kms.

Total de kms acumulados em 2010 (Treinos e Provas), 2.562 Kms.
Total de horas gastas acumuladas em 2010 (Treinos e provas, 295,38 horas.
Total de provas realizadas em 2010 (Janeiro a Dezembro), 44 provas
Total de kms realizados em provas em 2010 (Janeiro a Dezembro), 870,885 kms. 

Adenda: Neste quadro falta os 20 km Almeirim (P. de Estrada. em 23/10/2010, 20,160 kms 1,47,17 h.
e a Meia  Maratona da Marinha Grande (Prova de estrada, em 01/12/2010, 21,450 km, 1,57,24 h.)

A todos os amigos o meu agradecimento pelo excelente convívio que me proporcionaram em todas as provas e em todo o lado por onde passei e pelo carinho que sempre me dispensaram.
Aos organizadores das provas em que eu tive a oportunidade de participar também o meu obrigado por me terem dado a oportunidade de lá ter corrido, ao mesmo tempo que os encorajo a manterem sempre bem vivo este espírito empreendedor que nos permite manter uma actividade bem saudável como é a Corrida.
O Ano de 2011 já chegou e com ele novos desafios vão aparecer, que a juntar aos que deixaram marca em 2010 teremos pela certa 2011 cheio de aventuras e de enorme adrenalina.

sábado, 1 de janeiro de 2011

S.Silvestre dos Olivais e S.Silvestre da Amadora a 30 e a 31 de Dezembro 2010.


Contra o que estava previsto acabei por alinhar à partida na S.Silvestre da Amadora depois de na véspera ter concluído a dos Olivais.

S.SILVESTRE DA AMADORA 31/12/2010
Inscrevi-me à última hora, já tinha saudades desta prova pelo facto de ser única no que diz respeito ao apoio que recebemos durante toda a corrida de milhares de pessoas que vêm para a rua assistir a esta grande prova. Ao longo dos anos tem sido sempre assim, nem o facto de ela deixar de se realizar ás 21 horas tirou público da rua, e para os atletas é um regalo correr no meio de um ambiente tão acolhedor. Não há outra igual em Portugal e só espero que com a alteração da data da S.Silvestre de Lisboa para o último dia do Ano nao venha tirar brilho a esta prova que soube conquistar o seu lugar ao longo de tantos anos.
A minha prestação foi deprimente, eu já sabia o que ia encontrar pois as dificuldades seriam quase iguais ao que encontrei na véspera nos Olivais, mas eu estava ali era para correr e não pensar muito no percurso e fiz o que por norma faço sempre, correr isolado e sem a pressão de ter de acompanhar alguém ou algum grupo. A subida até ao Casal da Mina é sempre penosa mas desde que seja bem controlada chgamos lá sem grande desgaste, o mesmo já não poderei dizer da subida dos Comandos, não sei o sucedeu, quando cheguei ao alto de repente faltou tudo, descontrolo da respiração e total falta de forças nas pernas, tive mesmo de  andar um pouco para recuperar da súbita fadiga, mas a partir dali até ao final nunca mais fui o mesmo, sempre que forçava um pouco mesmo nas descidas tinha de pôr travão senão entrava novamente em descontrolo.
Então deixei-me ir conforme as possibilidades pois só queria era chegar à meta sem problemas e ir embora porque  a família já me esperava na Moita para o jantar e noite de fim de ano.
O percurso tinha pelo meu Garmin 10,170kms e gastei 55,07 minutos para o percorrer.
Agora é hora de balanço do que foi feito em 2010, os dias que se seguem é uma espécie de repetição do que foi o início do ano que agora terminou, o meu Calendário já disponível não me vai tornar a vida fácil mas com calma e bom senso tudo se há-de arranjar.
A próxima prova será em Sacavém dia 9 de Janeiro, Programa quem nunca a fez ezperimente e aos outros eu convido a participar.

S.SILVESTRE DOS OLIVAIS 30/12 2010

Quase toda a Equipa dos Amigos do Vale do Silêncio esteve presente na S.Silvestre dos Olivais, é uma prova que faço há longos anos e que por norma encerra o ano no que diz respeito a corridas, a noite estava chuvosa e fria mas para sorte de todos, principalmente para a organização, não chuveu mais durante todo o espaço que decorreu entre a corrida e o desarmar da "tenda". Curiosamente até o frio praticamente desapareceu e todos puderam fazer a sua corrida de forma confortável. Muitos atletas à partida para satisfação da organização que anunciava através do animador que provavelmente se iria bater o recorde de presenças, curiosamente no ano, que segundo ouvi no local será a última a ser organizada pela Junta de Freguesia dos Olivais!!!
Pela dureza da prova, pelo menos para mim, mandava a prudência que fosse com calma pois são este tipo de provas que descordena todo o meu sistema de resistência, exactamente pelo facto de os ritmos alterarem muito em tão pouco tempo, ora se sobe ora se desce, mas ali subimos bem mais do que descemos.
Resisti quanto pude ali ao lado do nosso Míster, mas quando começou a última subida em Moscavide tive de me render à evidência e seguir no meu passo mais confortável.
No final ainda tive a companhia de 3 dos nossos craques que vieram ao nosso encontro depois de terminarem a sua prova, de entre eles estava o Tiago, filho do Míster, que tudo fez para eu colar novamente ao Pai, mas como a diferença era já muita ficou apenas a intenção. E depois também não podia esquecer que no dia seguinte tinha outra dose igual.
Para os 10,130kms gastei o tempo de 56,32minutos.
Gostei do Kit que ofereceram a todos os atletas: uma mochila, uma t,shirt, um cachecol vermelho e uma medalha alusiva à prova.
Se esta prova desaparecer do Calendário ficarei com muito pena, pois aprendi a gostar dela, não só pela localização onde ela se efectua, foi ali no jardim do Vale do Silêncio que nasceu e se desenvolveu o nosso Clube, mas também pela oportunidade de encontro com muitos amigos.
Fotos de A.M.M.A.- veja aqui

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

São Silvestre de Lisboa


"Já Tratados" no final com a Susana

Com a S.Silvestre de Lisboa hoje disputada concluí a 42ª corrida este ano, faltando apenas uma, (S.Silvestre dos Olivais) para completar o calendário de provas de 2010. Pelo caminho ficaram (duas), A Freita e a Geira, ambas por desistência a revelar certamente ainda uma deficiente condição física para enfrentar tais desafios.
Este final de Mês de Dezembro tenho aproveitado para repousar um pouco e tenho escolhido provas pequenas até 10 kms para ganhar um pouco mais de pulmão e ao mesmo tempo para fazer uma pequena revisão à "máquina" já que o Consultor tem sido algo crítico em relação ao manobrador que o considera escessivo no carregamento que lhe está a dar, mas quem está no Convento é que sabe o que lá vai dentro, penso que a coisa mais ou menos controlada vai dar para ir continuando paulatinamente conforme a vontade e as necessidades.

O Daniel à passagem pelo Terreiro do Paço
Esta S.Silvestre de Lisboa, Edição 2010 esteve espectacular, na 3ª Edição ouve a necessidade de trazer a partida e chegada para o Terreiro do Paço já que a Praça do Rossio já não tinha capacidade para albergar tanta gente depois de se verificar o aumento extraordinário de participantes nesta corrida em relação aos anos anteriores.
Está já anunciado que a próxima S.Silvestre de Lisboa será a 31 de Dezembro de 2011, é certo que vai rivalizar com a S.Silvestre da Amadora, mas Lisboa já merecia uma prova assim, hoje gostei de tudo, o trajecto todo ele na Baixa Pombalina, muito público nas ruas (a maioria se calhar familiares dos participantes nas corridas) milhares de atletas formando do princípio ao fim um enorme cordão humano, noite fria mas perfeitamente suportável e percurso quase plano que permitiu à maioria dos atletas testar em condições a sua condição física actual.
O bonito local da chegada
Foi o que eu fiz, posicionei-me a cerca de 6 metros da linha dos Sub50´ e perto do Guia (porta bandeira dos 50´), levei uma "eternidade" para passar a linha de partida pois eram milhares os que estavam à minha frente, o meu Garmin foi acionado logo que pisei as passadeiras que conrolam e registam a passagem dos ckips de cada um, mas a confusão manteve-se ainda durante algum tempo até que a peneira começou a funcionar e os mais lentos foram ficando para trás, ainda assim só a partir do Cais do Sodré (perto dos 3 kms.) é que comecei a ter mais espaço para poder escolher a minha trajectória. Tinha dicidido "carregar bem" mas estava com receio de o organismo não corresponder, isto é, os pulmões e por arrasto tudo o resto, e por isso desde o início fui sempre seguindo "rapido" atrás daqueles "furões" que já têm muita prática a sair de trás para a frente e seguindo na "roda" dá para ir ziguezaguiando e assim não perder muito tempo.
Não faltava dorsais e apareceram todos
Na subida da Avenida da Liberdade (7º km) aconteceu a quebra já esperada, tive de reduzir o andamento, ou de outra forma não conseguiria chegar até à Rotunda do Marquês de Pombal, mas de imediato vejo partir o combóio que entretanto se tinha ali formado e que seguia o guia dos 50´, do mesmo modo vejo passar também a Otília com o seu passinho sempre certo e firme e com o seu sorriso sempre presente, ainda alimentei esperança de quando chegasse ao Marquês e aproveitando depois a descida recuperaria aquela distância que a cada metro não deixava de aumentar. Atrás de mim vinha muita rapaziada amiga, muitos deles iam incentivando, o Fábio, o Mário (Comando), muitos amigos do Vale do Silêncio e tantos outros, até a Isabel (pareceu-me) estava por ali algures na Av. da Liberdade. Eu como de costume não via ninguém, ouvia e levantava o braço, ia nos limites pois queria a partir do Marquês alcançar o Guia dos 50´ mas sabia que a tarefa não ia ser fácil, aquilo descia mas era para todos e os andamentos devem ter-se mantido iguais pois nunca mais consegui lá chegar.
Foi espectacular a chegada com aquele bonito cenário que prepararam para nos receber, (ver foto).
Registei no meu Garmin a distância de 10,170kms. Do mesmo modo gastei o tempo de 51,39 minutos para percorrer aquela distância.
Classificações

domingo, 19 de dezembro de 2010

Grande Prémio de Natal, Lisboa.

Descendo a Avenida da Liberdade
Falhada a deslocação a Sevilha programada para ontem e onde hoje iria participar na Meia Maratona, aproveitei e participei hoje em Lisboa no G.P. de Natal na distância aproximada de 9 kms.
Nesta fase e até à Maratona de Sevilha  (13/2) vou contentar-me em fazer provas de distâncias curtas no sentido de fazer alguma recuperação para o exigente Calendário que vem aí a seguir ao dia 22 do mês de Fevereiro. (ver ali a barra do lado dirito, uff)
Há uns anos que já não fazia esta prova de Lisboa, ainda por cima tinha assistido o ano passado áquele bloqueio na chegada dos atletas que chegou a provocar filas antes de cortar a meta com cerca de 150 metros, situação que provocou o desagrado daqueles que foram atingidos.
Pensava-se que este ano a prova fosse duramente penalizada por esse e outros aspectos mas "salvou-se" e este ano teve uma forte adesão, a roçar quase o milhar de participantes.
Temia-se no início que a destribuição dos Chips no local de partida desse caldeirada, mas não, aquilo estava bem feito e muito prático, facilitou também o bom hábito dos atletas chegarem cedo ao local de partida e assim permitir uma fácil destribuição e escoamento daquele meio de controlo. (Ainda não percebi porque é que não deram o Chip juntamente com os dorsaís destribuídos na véspera da prova, pode ser que ainda me esclareçam).
A minha prova foi bastante penosa no início, sem ritmo,  pesadão, com algumas dores musculares e um joelho já a dar de si. Até aqueci um pouco antes da prova mas nem assim foi suficiente para que isto encarreirasse como deve ser, e quando saímos do Saldanha mantive-me com todas as cautelas para evitar algum mal maior. No Campo Pequeno já me sentia mais solto e com outra disposição impondo então um ritmo melhor já que o circuito, permitia que, em caso de algum desgaste se podia fazer alguma recuperação em zonas planas durante a maior parte do percurso.
No meu pensamento inicial estavam os 50 minutos, mas rapidamente esqueci isso pois estava a correr a um ritmo muito superior do que sopunha ser capaz, por razões óbvias, de tal forma que mal me descuidei já estava a descer a Avenida da Liberdade, (ainda à pouco estava a passar em frente da Churrasqueira do Campo Grande), tendo aproveitado a descida para consolidar um melhor ritmo que de há muito tem andado arredado da minha prática da corrida.
A cortar a meta com uma ajudinha
Á chegada aos Restauradores fiquei surpreso, pensava que tinha de ir dar a volta ao empedrado da Praça do Rossio,  de repente vejo ali a meta , não é que não ficasse satisfeito, mas assim a prova fica muito mais curtinha e não havia necessidade, bastava-nos apenas meia estrada e não chegávamos a prejudicar o trânsito.
Para os 8,750kms do percurso gastei das minhas reservas 43,54 minutos noMeu Garmin)!!! (oficial, 44,15 minutos).
Gostei do comportamento de todos os elementos da minha equipa, parece-me que ficaram todos à minha frente, (o Míster teve a amabilidade de me empurrar para eu ficar à sua frente), gostei das marcas que obtiveram, alguns deles bem abaixo dos 28 m.
Gostei também do abastecimento que deram aos 5 kms, penso que não era necessário até pelo frio que estava, de lamentar mais uma vez a falta de civismo de muita gente que continua a atirar as garrafas de plástico para o chão depois de se hidratarem, desta vez nem se podem desculpar pois havia contentores com abundância e espalhados por uma distância de mais de 200 metros.
Também não percebi aquele ziguezaguear no funil após o final da prova, a ideia podia ser positiva mas só até determinado momento, pois logo que aquele labirinto encheu cá atrás a molhada continuou, felizmente que este ano todos puderam cortar a meta a correr, o que se saúda.


A.M.M.A. fotos

domingo, 12 de dezembro de 2010

Corrida pela Saúde, Caldas da Rainha


Que grande e boa companhia, com a simpática
Madalena Carriço
ali a meu lado

Com uma prova tipo S.Silvestre antecipada, as Caldas da Rainha surpreendeu os 182 atletas que se apresentaram para correr os anunciados 10 kms de competição.
Surpreendeu por vários motivos, pela positiva e pela negativa.  Pela positiva por ser a 1ª edição e pelas causas que abraçou em favor do apoio à cura da doença, nomeadamente a Leucemia, depois pela opção em fazer disputar a prova num circuito de 3 voltas pelo Centro da Cidade para espanto de grande quantidade pessoas que áquela hora passeavam pelas bonitas ruas engalanadas com motivos das festas de Natal, pelo fecho total à circulação automóvel nos percursos por onde era efectuada a corrida, isto é, o Centro da Cidade esteve totalmente à disposição dos moradores e visitantes entre as 6 e as 21h. e ainda pelo convívio final com oferta de um jantar de "príncepes" no Hotel Caldas Internacional onde não faltou nada.
De negativo saliento poucos pormenores, mas importantes, devido à causa abraçada pela Organização, os prémios monetários (a  rondar os 500 euros) para os primeiros e iam baixando conforme a classificação de cada um, bem poderiam ser somados ao montante a atribuir ás instituições que lutam contra a doença, bem sabemos que na lógica da Organização o estímulo monetário serve para atrair um leque de bons atletas e por arrastamento a massa anónima dos corredores do pelotão, é um pensamento positivo mas todos sabemos que isso não funciona assim, garantidamente esta prova tem um grande futuro se for essa a vontade dos responsáveis que a organizaram e terá no futuro muito maior participação se lhe retirarem o estímulo monetário para premiar apenas uma ou duas dúzias de atletas em desfavor da grande massa de atletas que ali se desloca pela causa e e pelo carinho em que são envolvidos pela gentes das Caldas. Para quem chegou mais tarde ás Caldas (como eu) andou um bocado ali à nora, isto é, ás voltas pois para quem conhece mal aquilo foi difícil encontrar o local da partida, ainda por cima o local de chegada da prova era em sítio diferente, era aqui que estavam os dorsais e o tempo já era pouco para o início da Corrida. Mas tudo se compôs e ainda deu para fazer um pequeno aquecimento na companhia do Daniel e outros amigos conhecidos que por ali estavam.
3 voltas ao circuito, não é muito do meu agrado mas a noite/fim de tarde estava agradável sem vento nem chuva, comecei logo a fazer contas e com os craques que ali estavam sabia que antes de completar volta e meia já estava a ser ultrapassado, logo à partida tive de seguir mais rápido do que queria senão ficava encostado à ambulância mas logo passaram outros amigos da montanha que por ali estavam também a chamarem-me a atenção que aquilo era plano e o nosso ritmo tem de ser mais moderado, e tinham razão pois dali a pouco os pulmões já tinham dificuldade em responder ao que lhe estava a pedir. O percurso tem subidas manhosas, nomeadamente junto ao Jardim de El-Rei e de acesso à meta mas diga-se em abono da verdade que também tinha zonas de boa recuperação, o problema é que eu não sei como é que se recupera durante uma prova de 10 kms, aquilo é sempre a dar e se queremos dar alguma dignidade à nossa corrida não nos podemos descuidar.
Concluí os 10,320 kms com a marca de 54,07 minutos (meu Garmin) tendo-me a Organização atribuído a simpática marca de 53,59 minutos.
De salientar que o Daniel fez a boa marca de 44,20 minutos, que juntamente com Paulo Portugal formou comigo a equipa dos Amigos do Vale do Silêncio nesta prova. No final fomos para o Restaurante do Hotel Internacional das Caldas onde o convívio durante o Jantar foi extraordinário, com o José Magro e com um simpático trio de Ultras, Jorge Serrazina, Célia Azenha e Glória Serrazina, histórias e mais histórias de tantas aventuras, eu passaria ali a noite inteira a ouvi-los. A par disto a satisfação por estar ali e desfrutar deste excelente jantar, coisa única a que nunca assisti, bem se queixa um amigo nosso que a sua companheira (que não corre) teve de pagar 12,50€ por aquela refeição (lembrar que a inscrição custou a cada um 10€).
Bem sei que alguns bons pratistas da nossa praça ao lerem isto vão dizer (por não saberem!!!)que perderam uma boa oportunidade de se banquetear, mas sempre direi que para o Ano há mais, só o que é preciso é que se deixem de andar um pouco distraídos...!
Festas felizes para todos.
Classificações aqui