E pronto, acabaram-se as "férias" e como elas foram curtas, 6 dias em plena Natureza, ali em Tengará (Sobrena) ás portas do Cadaval. Uma encosta bem verdejante onde imperava um pereiral bem apetrechado de suculentas peras, (da rocha, claro está, calor até fartar onde a brisa suportável estava ausente entre as 11 e as 16h.
Encosta acima encosta abaixo, ora enchendo ora vazando baldes carregados do precioso fruto que tem por destino a exportação, destas raramente as veremos nas bancas dos Supermercados, que desperdício sermos privados de tanta qualidade. Aqui, pouco falta para que os agricultores tenham ainda de pagar ás grandes superfícies para verem o produto de um intenso ano do seu trabalho ser escoado.
Ainda assim a recompensa, apesar de reduzida, ainda permite sonhar por dias melhores e ver finalmente um dia a recompensa de tanto esforço que um punhado de carolas teima em manter em defesa daquilo que a agricultura lhes permite ali fazer.
Apesar das dezenas de toneladas colhidas, Tengará não vive exclusivamente daquilo, o amigo José Pereira tem aquilo como uma ocupação de tempos livres (bem podia arranjar coisa melhor) mas com a ajuda da simpática mulher e dos 2 filhos consegue extrair daquela terra do melhor que existe em Pera Rocha.
Foi por isso que dicidi (e outros amigos também) gozar 6 dias das minhas "preciosas" férias apanhando peras e desfrutar daquele brazeiro que aqui e ali ia sendo atenuado com uns goles de água bem gelada enquanto não chegava a hora das soculentas refeições que a D. Ana nos preparava para retemperamento de forças.
No final da missão fica-no
s a saudade daquele envolvente trabalho e fundamentalmente do convívio ali proporcionado nestes dias, para o Ano haverá mais e agora para mim é o regresso ao "trabalho".
Encosta acima encosta abaixo, ora enchendo ora vazando baldes carregados do precioso fruto que tem por destino a exportação, destas raramente as veremos nas bancas dos Supermercados, que desperdício sermos privados de tanta qualidade. Aqui, pouco falta para que os agricultores tenham ainda de pagar ás grandes superfícies para verem o produto de um intenso ano do seu trabalho ser escoado.
Ainda assim a recompensa, apesar de reduzida, ainda permite sonhar por dias melhores e ver finalmente um dia a recompensa de tanto esforço que um punhado de carolas teima em manter em defesa daquilo que a agricultura lhes permite ali fazer.
Apesar das dezenas de toneladas colhidas, Tengará não vive exclusivamente daquilo, o amigo José Pereira tem aquilo como uma ocupação de tempos livres (bem podia arranjar coisa melhor) mas com a ajuda da simpática mulher e dos 2 filhos consegue extrair daquela terra do melhor que existe em Pera Rocha.
Foi por isso que dicidi (e outros amigos também) gozar 6 dias das minhas "preciosas" férias apanhando peras e desfrutar daquele brazeiro que aqui e ali ia sendo atenuado com uns goles de água bem gelada enquanto não chegava a hora das soculentas refeições que a D. Ana nos preparava para retemperamento de forças.
No final da missão fica-no
Dia 30/8 é o regresso aos treinos após 3 semanas de pausa, vem aí a Corrida do Avante, S. João das Lampas e o Trail do Grande Lago, no Alqueva.
Ali estou eu a selecionar as melhores peras, o José Pereira e o seu tractor na recolha dos Maloques (penso que é assim que se diz) e o Carlos Gadunhas aproveitando uma pequena sombra ao mesmo tempo que ia fazendo a sua colheita.
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