domingo, 15 de novembro de 2009

Meia Maratona da Nazaré.

É verdade , isto hoje deu para tudo.
Pelo 3º ano consecutivo fui participar na Meia Maratona da Nazaré, antes nunca lá tinha estado e já vamos na 35ª edição, e ainda hoje me questeono porque é que estive ausente tanto tempo desta excelente prova. Seja como for só tenho razões para estar satisfeito nestes 3 anos por ter colocado no meu caminho esta mítica Meia-Maratona: A 1ª para me familiarizar com ela, a 2ª permitiu um contacto mais perfícuo com os amigos da blogosfera, onde destaco o início de uma amizade profíaca com o Fernando Andrade, Luís Mota e também o António Almeida e familiares, a 3ª foi hoje e os motivos ocasio
nais e de satisfação não faltaram.
Mal cheguei à Nazaré dáva-se início a uma "banhada" inesperada, recebo um telefonema da filhota Susana, (tinha passado a noite de Serviço) para lhe arranjar 2 dorsais para amigos seus (bombeios) que queriam correr e não estavam inscritos, solícito iniciei essa tarefa e logo concluí a tarefa, o problema era saber como é que eu ia saber quem eram e como fazer chegar os dorsaias aos tais 2 amigos, mas ela logo me tranquilizou afirmando que eles me conheciam muito bem. Fiquei mais descançado e eis que de repente me interpelam os tais 2 "bombeiros" quando me viro dou de caras com a Susana e o Daniel !!!! mas que grande partida e ainda estou para saber como é que me deixei enrolar em tal história, é que eles não estavam mesmo inscritos. Escusado será dizer que fiquei muito satis
feito por os ver por ali.
A Nazaré para além da corrida, para mim teve outro ingrediente, aliviar um pouco da Maratona do Porto do fim de Semana passado e conviver um pouco com os amigos, aqui fiquei um pouco dividido no período do almoço e tive de optar por ficar com o grupo de amigos onde estavam os meus filhos, os amigos do Vale do Silêncio e da família do António Almeida. O outro grupo ao qual não pude fazer companhia eram os atletas do meu Clube que também estavam ali em grande número, tenho pena de não ter conseguido juntar todos mas para o Ano haverá mais Nazaré nesta mesma altura.
Para a corrida tinha previsto alguma contenção e até tinha combinado com o nosso treinador fazer a corrida em conjunto com ele e partilhar alguns abastecimentos que levava p
ara uma altura em que tal se justificasse. Aqui falhei, juntei-me aos atletas do Míster e esqueci-me dele, quando olhei para trás já não vi e segui. Logo desde o início juntou-se a mim o José Magro que por imposição auto-disciplinar e para combater a tendência de castigar demasiado o seu organismo após a Maratona do Porto com a intenção de se auto-controlar, e comigo ele sabia que isso era possível.
E foi assim que percorremos toda a prova após os amigos do Vale do Silêncio se irem embora logo no início, entre eles ia a Susana, conseguimos chegar ao retorno (12kms) com cerca de 1,09h. e foi a partir daí que forçámos um pouco ritmo, sem exageros, mas o suficiente para irmos ultrapassando muitos atletas que nesta altura já iam em quebra, beneficiando assim de uma 1ª parte feita com
bastante à vontade e dentro do plano traçado para esta competição. Nesta fase parecia que o José Magro funcionava como um autêntico rebocador, eu dentro das minhas possibilidades ia correspondendo como podia e ele ia ajustando a sua corrida ás minhas capacidades. Aquilo até funcionou bem e quero agradecer-lhe por isso.
Os "nossos" melhores especialistas corresponderam muito bem ao que se esperava deles com excelentes resultados, o Rui, o Vaz, o Inocêncio, o Paulo, Zé Pereira, Charneca, Hugo, Rodrigues, Mota, Almeida e o Míster!!! andou a treinar no escuro para chegar ali e fazer boa figura e que figurão.
A tarde foi passada em são convívio, tive pena de não ter ali a meu lado o Lúís Mota e família e também o Fernando Andrade (esteve muito bem na corrida), que por motivos particulares tiveram que se ausentar depois do final da prova.
Agora segue-se a Mendiga na distância de 16,300kms. já no próximo Domingo dia 22/11.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Maratona do Porto - 16 anos depois, voltei

16 anos depois voltei à Maratona, com algum nervosismo mas com bastante serenidade aguardei o sinal de partida, um pouco antes desse momento foi tempo de saudar os amigos que por ali iam aparecendo aos poucos, este ambiente também serviu para desanuviar um pouco a pressão sobre aquilo que nos esperava. Substituí o aquecimento habitual por um cafézinho bem quente que a organização sempre coloca à disposição dos atletas junto ao local de partida.
Coloquei a fasquia possível nas 4,15h. pelo que consegui treinar na preparação da Maratona, mas para isso tinha de conseguir rolar a 6 minutos o km, mas após a partida verifiquei que me encontrava muito bem e consegui manter um ritmo perto dos 5m o km, para isso contribuiu a companhia de um pequeno grupo onde se encontrava o amigo Jorge do BES onde me integrei até ser possível acompanhá-los, a partir dali corri quase sempre isolado, aliás como gosto de correr, não me surprendeu por isso passar aos 10kms com 53m e aos 20 com 1,49h. Um pouco antes ainda tive a companhia do Nuno Cabeças que vindo de trás ali ficou um pouco comigo incentivando-me e dando força para continuar, obrigado Nuno, sabe sempre bem uma palavra amiga em momentos cruciais. A meia-maratona foi atingida com 1.56,09h. bem abaixo do planeado (2,06H), tendo eu nesta altura começado a fazer contas, (era aquilo que eu não queria), mas devo confessar que comecei a sentir-me confortável com aqueles 10 minutos de avanço e a sonhar que era possível baixar a barreira das 4 horas. Foi com este propósito que prossegui tendo atingido os 30 kms com 2,47,24h, (Nem sonhava que nesta altura já o Luís Mota tinha terminado com 2,42h.), aqui percebi que se quizesse chegar à meta abaixo das 4h tinha de sofrer um pouco pois tinha apenas 1minuto de folga para conseguir agora esse novo objectivo. Os 40 kms são atingidos com 3,46,30h, já bem justo para as 4h finais e foi aqui que tive de ir buscar forças que pensava já não ter, tendo cortado a linha de chegada com 3,59,40h (4,00,06h Oficial) pese embora aquela subida final que foi feita de dentes cerrados à procura desta ambição pessoal construída a partir de metade da prova.
Para isto muito contribuiu a ajuda em todo o percurso da prova, ouvia o meu nome em muitas bocas a apoiar o esforço, quer de colegas da corrida quer de muita gente que estava à beira da estrada, para isso contribuiu os dorsais personalizados que têm impressos em locais bem visíveis o nosso nome, de realçar também o extraordinário apoio logístico que nos foi dado ao longo do percurso em líquidos e comestíveis em locais muito precisos permitindo assim a cada um gerir o seu esforço de modo a que pudesse chegar ao próximo abastecimento a tempo de repôr as energias para prosseguir.
A partir dos 15 kms fui repondo a cada légua as energias que ia perdendo, assim a cada abastecimento de água correspondia a ingestão de um GEL, fundamental para a regularidade que consegui em toda a corrida.
Foi em 1993 que corri a última Maratona, em Lisboa, foi muito penosa e concluí em 3,49h mas ficou a declaração que as maratonas tinham acabado e fui conseguindo manter esta intenção até à primeira metade deste Ano. A rotina também satura e dicidi quebrar a barreira que me impedia de participar em novos desafios que na minha qualidade de Veterano Avançado já via cada vez mais inviabilixado. Em boa hora o fiz, com responsabilidade e respeito pela minha idade assumi como objectivo voltar ás maratonas, a Ultra-Maratona de Melides/Tróia de 43kms e o Trail de Óbidos de 39kms estavam no caminho e serviram para me preparar psicologicamente para a Maratona do Porto e para a Maratona de Lisboa que se realiza em 6 de Dezembro de 2009.
E é assim que vou continuar, os amigos, os meus filhos (Hugo e Susana) e o meu genro Daniel têm me dado a força suficiente para continuar e enfrentar estes desafios, todos sabem que o faço com a consciência dos riscos que possa correr, mas até ao momento tenho sabido dar bem conta do recado e tento minimizar ao máximo qualquer efeito negativo para a minha saúde pelo facto de adorar correr e enfrentar desafios que sei estarem ao meu alcance. (É uma forma de estar na vida).
Saliento aqui também o envolvimento que fui alvo por parte de alguns amigos nesta jornada do fim de Semana, nunca estive sozinho (desta vez o grupo familiar ficou em "casa") mas os amigos Fernando Andrade, António Almeida, Luís Mota e familiares estiveram sempre presente, como lhes agradeço.
Segue-se a Meia Maratona da Nazaré já no próximo fim de Semana, assim o permita a normalização de algumas mazelas que ficaram do Porto, mas estarei lá porque para além da corrida prevê-se mais um encontro de grandes amigos ali sentados a uma mesa na presença de uma boa caldeirada. (A caminho da Maratona de Lisboa)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

RIBAFRIA e o prazer de voltar SEMPRE.

A corrida em Ribafria, Concelho de Benedita, está associada para mim há vários anos a três manifestações de prazer que me levam a reservar esta prova como indispensável no percurso natural das competições de fim de Semana.

À partida com o Serrazina


E ontem dia 1 de Novembro repetiu-se a tradicional vertente corrida e convívio junto de amigos do meu Clube e amigos da Benedita que mais uma vez se juntaram em grupo e ali mesmo à beira da estrada me receberam muito bem quando eu lá passei aos 11kms a caminho da meta. Parei como é meu custume, bebi um copo de aguapé e uma mini sandes de carne muito apetitosa, um pouco de conversa e a fóto da praxe (tinha lá deixado a máquina na 1ª pasagem). Uma pessoa sente-se feliz por encontrar amigos assim, eles conheceram logo quando passei e deixei a máquina e ouvi um a dizer "é o homem da Net" (no ano anterior fiz uma referência no meu blogue ácerca desta mesma acção que me fizeram) e não mais me esqueceram.


A Susana no pódio


E é pela simpatia que me dedicaram, desta vez já lá pararam mais, que lhes agradeço, deixando sempre aqui uma palavra de reconhecimento.
A prova até me correu muito bem, foram 12.700 metros (GPS) tendo eu acusado mais uma vez falta de ritmo, principalmente em terreno plano e nas descidas, já que a subir as coisas estavam muito bem, bom ritmo e com força. Contei desde o início com a companhia do meu colega de equipa Mário Lima e do blogue http://hojecorroeu.blogspot.com/ mas a partir dos 6kms ele começou a fraquejar nas subidas e ficou, eu segui o ritmo que desejava e esperei por ele no "tal" convívio aos 11kms. Parei o cronómetro e voltei a activá-lo depois do "reabastecimento" tendo cortado a meta com o tempo líquido de 1,04,24h.


Aos 11 kms "reabastecimento" com os amigos da Benedita


A Organização "brindou-me" com o tempo final de 1,16,30h (12 minutos durou o tempo da Patuscada).
Desta vez também tive a companhia do Daniel e da Susana, tendo a Susana com algumas dificuldades pelo meio conseguido a 3ª posição no escalão femenino, sempre acompanhada pelo Daniel com a boa marca de 55 minutos no final. Tiveram ainda tempo para me ir encontrar no "reabastecimento" dos 11kms. e é claro que também foram muito bem recebidos por aquele grupo de amigos.


Berberete no Pavilhão em Ribafria

A Organização esteve mais uma vez muito bem, desta vez até colocaram à nossa disposição um berberete em pleno Pavilhão, ali mesmo ao lado onde estavam em exposição os troféus a conquistar pelos melhores atletas em competição, e que bem nos soube.
E como é de tradição o José Pereira "o latifundiário" do grupo levou-nos mais uma vez até ao seu Tengará (uma bonita propriedade
onde pontifica a Pera Rocha) ali na pequena Aldeia da Sobrena, do Concelho do Cadaval, e ofertou o almoço a todo o grupo do CCD de Loures que esteve presente, tendo ali passado o resto do dia na companhia da sua simpática esposa e dos 2 filhos e ainda de um grupo simpático dos seus amigos.


Na Quinta do Zé em Tengará, Sobrena

Já de noite regressámos a casa com a companhia da chuva, embora miudinha mas sempre perigosa, prontos para continuar os trilhos da vida e da estrada.
Agora segue-se a desejada, a Maratona do Porto, só faltam 6 dias.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Alqueva o Grande Lago. 25kms.

O Alqueva era de facto, para além da corrida de ontem, uma terra que sempre desejei conhecer porque ao longo dos anos sempre ouvi falar da construção da barragem e dos benefícios que traria para o futuro do Baixo Alentejo.
E não foi com surpresa que ao aproximar-me do Grande Lago vi pela 1ªvez o magnífico espectáculo que dá ao admirar a beleza daquele sítio. Com o enchimento da Barragem podemos agora apreciar um numeroso número de ilhotas que vão aparecendo por todo o lado, a juntar a isto é ver também algumas actividades de lazer nas suas margens, nomeadamente a actividade piscatória com numerosos adeptos a tentar a sua sorte ou simplemente uma forma de ocupação dos seus tempos livres.
Foi neste cenário lindíssimo que partimos dali numa odisseia de 25kms por estrada algo sinuosa por entre vales e cabêços que nos levaria até Portel e até ao seu Castelo mandado construir pelo Rei D.Dinis no já longínquo Ano de 1261. http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&artid=15784&distritoid=07.
Foi de facto uma prova espectacular, como eu esperava, com um grau de dificuldade elevado e com subidas com alguma inclinção e outras de falso plano que chegaram a atingir os 6 kms.
Numa passada sempre a condizer com a dificuldade do percurso segui sempre em passo de corrida até final da prova confirmando desta forma que poderei encarar a Maratona do Porto com alguma tranquilidade.
À partida estava lado a lado com o grande Fernando Andrade e um pouco mais à frente estava o CyberRuner Nuno Romão, mal foi dada a partida verificámos logo, eu e o Fernando, que o Nuno saltou logo para a dianteira isolando-se de imediato, soubemos no final que tinha ganho a prova com mais de 4 minutos de avanço em relação ao 2º classificado.
Quanto a mim e com os cuidados que tinha de ter face ao traçado da prova, limitei-me a ver a maior parte dos atletas a afastarem-se cada vez mais e com eles seguia também o Fernando Andrade, que fez uma excelente prova, plena de dificuldades é certo. mas a revelar que está em excelente momento e que a Maratona do Porto poderá ser feita com boa qualidade física e mental.
Parti levando apenas 3 pacotes de gel que fui tomando à medida que ia percorrendo as léguas a partir dos 10 kms e sempre junto aos abastecimentos que estavam sempre muito bem posicionados logo a seguir ás maiores dificuldades, permitindo assim uma melhor hidratação com líquidos e sólidos revelador de um bom conhecimento das necessidades básicas dos atletas no doseamente do seu esforço por parte da Organização do "Mundo da Corrida".
Obtive passagens muito interessantes para mim que revelam algumas regularidade no esforço:
(10kms 56,30m) (15kms 1,24,30h.) (20kms 1,53,26h.) (Meia Maratona 1,59h,) tendo terminado com 2,24,26h. Os 2 últimos kms foram muito penosos dentro de Portel.
Vou voltar, pois trata-se de uma prova muito bem organizada, e onde os atletas se sentem muito acarinhados, ou não fosse esta prova organizada por gente da corrida e com conhecimentos profundos da modalidade.
Manifesto aqui também um grande agradecimento ao Fernando Andrade pela companhia que me fez e dando-me boleia a partir da minha residência e com uma atenção muito especial durante todo o momento e também pela pachorra que teve em aturar-me durante toda a viagem.
Agora segue-se Ribafria (a confirmar), a caminho da Maratona do Porto.

sábado, 24 de outubro de 2009

Mariana Mota, Marcha em Loures.

Mesmo em estágio para a prova que amanhã (25/09) vou fazer ao Alqueva na distância de 25kms, não deixei de ir até Loures, a 12 kms daqui, para assistir e apoiar a minha querida amiga Mariana Mota que participava na 1ª prova oficial do calendário nacional de Marcha Atlética no seu escalão de Iniciada.
Era uma promessa que tinha feito de vê-la marchar, e tive sorte pois ela veio até quase à minha porta.
A Mariana, para além de boa corredora é também uma excelente marchadora e utiliza uma bonita técnica de Marcha, que a mim na

A Mariana em 1º plano
generalidade, me faz alguma confusão, mas que para ela é como se sentisse como peixe na água.
Ela fez uma prova muito bonita, (2kms) sempre no grupo da frente a revelar que de facto tem excelentes aptidões para esta modalidade desportiva, tendo ficado em terceiro lugar, mas que lhe soube a pouco, pois uma ligeira indisposição no final não a deixou dar mais luta ás suas rivais.
Ainda assim ela estava muito contente no final, e nós os seus apoiantes também, principalmente a mãe Susan que não parava quieta, compreende-se não é?
Eu gostei muito de estar lá, a ver e a conviver, desta vez só com 50% da família Mota, já que a outra metade estava em Almeirim nos 20Kms onde o Luís Mota mais uma vez fez uma excelente prova e onde o Luís Carlos se fez notar com uma fóto do pai muito bem tirada. Agora com aquele equipamento novo que ele tem de amarelo não sei até onde ele irá!!!
Nunca me tinha deslocado para ver uma prova de marcha e gostei do que vi e da disciplina que esta actividade desportiva tem em si.
Nas corridas não existem cartôes amarelos, ali também não, são umas placas numeradas que penalizam os que não cumprem as regras da marcha, e o que é interessante e bonito de ver é quando eles são admoestados não existe qualquer protesto, aceitam porque também sabem que vão a fazer a sua prova incorrectamente. Um bom exemplo para todos os outros desportos e em particular para o futebol.
Sempre que puder irei continuar a ver as provas de Marcha e em particular as da Mariana Mota pois pelo que observei, e sou um leigo, ela vai ser certamente uma futura campeã.

O meu clã com a Susan e a Mariana Mota

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Meia Maratona do Porto e II Meiting Bloguer

A Meia Maratona e o II Encontro bloguer realizado no Porto, foi mais um marco importante nesta caminhada de vida que se vai preenchendo, não de improviso, mas de passos saídos da imensa mola activa que nos cativa para uma cada vez maior proximidade entre todos aqueles que têm acima de tudo o gosto de partilhar e disponibilizar a sua amizade e convivência, trilhando caminhos que são comuns a todos e por causas a que a todos enobrece.
Os amigos são assim, simples, solidários e a quem se presta simpatia, eu já conhecia o Miguel Paiva e tive agora o prazer de conhecer o João Meixedo, confesso que tinha um desejo enorme de o conhecer, ri muitas vezes (e vou continuar a rir) graças aos seus comentários sempre brincalhões e aos quais nem sempre estamos à altura de responder e se o fazemos corremos sempre o risco de não acertar no alvo, eu tenho tido sorte. Qualquer deles ficam no coração deste "Velho blogueiro" pela forma como trataram todos os participantes deste Encontro e em particular a minha pessoa e os meus familiares. A oferta que me fizeram do Cartaz que simbolizou o II Encontro Bloguer é bem o exemplo disso e vou guardá-lo com o simbolismo que ele merece.
A todos os amigos que passei a conhecer foi um enorme prazer para mim conviver com eles, bem como a todos os outros que já conhecia, espero que a partir de agora o convívio possa ser mais frequente, quer na nossa visita aí pelo Norte, quer na vossa aqui pela Região de Lisboa, pese embora a sempre "difícil" travessia da 2ª Circular (nos dois sentidos, claro).
Sobre a nossa participação na Meia Maratona do Porto quero realçar que foi a 1ª vez que corri no Norte e em particular no Porto e gostei imenso pois tive oportunidade de rever amigos, conhecer outros e conhecer também um pouco mais a Cidade do Porto.
Saímos no Sábado e chegámos ao local do levantamento do kit ás 17,30h. Foi difícil encontrar local para estacionar o automóvel, coisa que já prevíamos antes de lá chegar, e de imediato fomos em busca da nossa "banca" e ela lá estava, emprestada é certo mas estava e logo dei de caras com o Meixedo, inconfundível, um grande abraço selou logo ali a admiração que eu já nutria por ele.
Após o levantamento do kit outra missão tinha pela frente, decobrir ali a Tatiana Gorsky, Tati para os amigos, atleta brasileira do Triatlo que se encontra a frequentar o curso de Educação Física na Universidade do Porto. Sabendo eu da sua presença em Portugal estabeleci previamente contacto com ela facilitando esse encontro, e foi com enorme prazer que a descobrimos tendo a minha filha Susana feito a abordagem confirmando-se ali a sua presença.
Foi com muita satisfação que convivemos ali um pouco e foi mesmo pouco porque tínhamos que ir procurar local para pernoitar e os nossos conhecimentos do Porto estavam quase a zero.
A Tati aproveitou esta oportunidade e fez uma reportagem que irá sair na Revista Contra-Relógio lá do Brasil. Espero que tenha sucesso.
Tivemos muita pena de não termos ficado na fóto do nosso Clube Ciber Runers no início da corrida, pois um contratempo de última hora impediu-nos de estarmos a horas para o efeito, mas compensámos mais tarde e trazemos recordações com todos.
Encontrei já na partida os manos Pedro e Nuno Sebastião, amigos de longa data e também blogueiros, que partilham também conosco o gosto pela corrida e pela escrita disponibilizando para todos nós o seu dia dia das aventuras e desventuras desta coisa que são as corridas. Um dia participarão conosco aí em mais um encontro de blogueres, desta vez esteve quase pois estiveram bem perto.
Porque me sentia bem parti com a Susana e o Daniel, mas bem cedo percebi que tinha que ter cuidado com o ritmo que pretendia impôr, o Daniel foi fugindo aos poucos e eu fui ficando com a Susana, aos 3 kms ia a um ritmo de 4,45 ao km e tive de despertar para a realidade, aquele não era o meu ritmo e fiquei mais resguardado recorrendo ao bom senso de continuar a correr pelo prazer e deixar de lado os números mais atraentes que a mim pouco ou nada influenciam.
Ainda assim deu para concluir que aquele início mais rápido veio prejudicar a parte final, pois para além do calor que se fazia sentir ainda nos faltou um abastecimento de água entre os 15 e os 20 kms que daria uma boa ajuda, ele esteve lá mas quando passei já tinha acabado. Para a próxima tenho de ir mais depressa.
Terminei a prova com o tempo de 1,51,12h. (é o que marcava o cronómetro da chegada, tendo sido o Daniel o melhor do clã, 1,36h, a Susana terminou com o tempo de 1,40h.
Este tempo que realizei permite pensar que a Maratona do Porto que irei fazer dia 8 de Novembro poderá ser feita com alguma calma e sem pensar em qualquer marca, contudo sempre apontarei que pelo menos a organização sempre irá estar à minha espera até ao limite das 4,30h.
No regresso podemos contar com a companhia sempre agradável da Ana Pereira, que nos ajudou a ultrapassar a barreira sempre difícil da distância dos 300kms que medeiam entre Lisboa e o Porto.
Segue-se a corrida do Alqueva no dia 25/10 na distância de 25 kms, (sempre a caminho da Maratona).

terça-feira, 6 de outubro de 2009

CORRIDA DE SESIMBRA

Participei hoje pela 1ª vez nesta tradicional corrida em Sesimbra . Já lá tinha estado nos dois últimos anos mas para assistir e ainda não tinha tido oportunidade para a fazer a correr por motivos físicos.E só hoje me apercebi que afinal, apesar da sua localização e beleza do local, ela temas suas dificuldades próprias.
A ida ao farol (que se vê na imagem) torna a prova muito bonita, tanto mais que durante cerca de 1,5km estamos envolvidos de um azul clarinho do mar que quase não apetece sair de lá.
COM UM ILUSTRE BEM CONHECIDO>>>>>>>>>
Estava um dia muito bom para correr, sem sol mas um pouco abafado e onde a humidade se fez sentir fortemente.
A prova teve uma boa participação de atletas e onde deu para verificar que alguns deles aproveitaram esta prova para descomprimir um pouco da sua participação na Meia Maratona de Lisboa que ontem se realizou naPonte Vasco da Gama, e foram muitos.
Fui acompanhado do Hugo (39m.) e do Daniel (46m.) e tive o grato prazer de encontrar novamente muitos amigos, Mário Lima e António Almeida com as suas esposas, José Magro A Ana Pereira ainda a vi de relance, mas se ela ia desejando que aquilo acabasse depressa (penso eu) eu também não ia melhor e assim nem deu para um incentivozinho que nestas alturas cai sempre bem.
Ainda assim consegui fazer 53,05 m. (oficial). Com a segunda metade da prova a sofrer uma quebra de 4m em relação à primeira. Portanto aquém do que esperava.
Mas penso que é natural esta situação pois os treinos longos que já estou a fazer retira-me a possibilidade de correr para tempos baixos e se forçar isto abafa e então é que não dá mesmo nada.
A seguir temos a Meia Maratona da Sportzone do Porto e o 2º Encontro Bloguer aqui

domingo, 27 de setembro de 2009

A Seca e a Esperança

Nestes dias chamados de reflexão, (para alguns), porque de há muito tempo a esta parte que a minha reflexão é permanente, procuro, tal como a natureza é jenuína desde que não interfíramos com ela, contribuir para que a esperança não se desvaneça dos corações daqueles a quem à vida tudo dá, esperando receber em troca a paz, saúde, tranquilidade e bem estar.
Estamos em pleno Outono, Estação do Ano que tráz habitualmente associado consigo mais vida e esperança, terminando assim com o flagêlo de uma seca que já perdura há demasiado tempo, repondo desse modo todo o explendor verdejante dos campos e nas mentes. Já vão tardando os novos pingos, muitos pingos se desejam de modo a que seja possível voltar a aparecer o verde bem verdinho da esperança, que tal como nos campos é um bem que nesta altura vai rareando. Após a eclusão "sazonal" voltaremos a ter ao nosso redor o resultado do fruto que à terra a natureza deitou (bom ou mau) e a esperança voltará a sorrir, ou não, tal como a terra verdejante que ali junto aos nossos pés dará vida...à vida.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Os sonhos vão-se realizando

Com umas breves palavras de satisfação pelo sucesso da cerimónia do casamento da minha filha Susana no passado dia 19 de Setembro de 2009






A pausa que se segue até dia 30 de Setembro servirá também para retemperar algumas forças, penso eu, quando regressarem logo se verá.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Com Muitas Felicidades Para a SUSANA e DANIEL

No Próximo Sábado dia 19 de Setembro de 2009 sentir-me-ei um homem feliz e um pai realizado por ter a felicidade de ver e assistir ao Casamento do meu 2º e último filho.

O Hugo já o tinha feito à 10 anos e já me deu 2 maravilhosos netos, um com 9 anos e outro já a caminho dos 9 meses de vida.

Agora foi a Susana que dicidiu casar e trilhar uma vida a dois com o Daniel.

Será uma cerimónia simples onde participarão alguns familiares e amigos mais chegados, seguido de uma festa que se prolongará pela tarde e noite nesse dia.

Nesta hora de grande significado para a minha filha e pela alegria e orgulho que sempre senti por ela só lhe posso desejara ela e ao Daniel uma vida cheia de saúde e felicidade e também muito amor. Ao som de bonita música

domingo, 13 de setembro de 2009

Meia Maratona de S.João das Lampas

É sempre uma satisfação enorme voltar todos (ou quase todos os anos, perdi-lhe o conto) a S.João das Lampas e correr a sua Meia Maratona. Desde as primeiras edições, com a distância de 20kms, e também logo a partir da 1ª edição com o traçado actual, têm sido ano após ano romaria quase obrigatória. Em todas as edições quase nem se dá por ela, chegamos e partimos, prontos e motivados a voltar no ano seguinte. A perfeição não existe nem pode ser exigida a ninguém, mas este encanto de tudo sabermos o que fazer à chegada e também o que fazer antes e depois da partida só é possível quando na sua preparação e realização estão homens, e também mulheres, muito profissionais (no sentido desportivo de fazer as coisas com saber e respeito por quem os visita).
É uma prova magnífica em luta permanente com um calendário sempre desfarorável, ainda assim mantendo uma forte presença de atletas, na sua maioria fiéis participantes, mas a merecer maior adesão dadas as excelentes condições oferecidas pela organização da prova.
A edição deste ano esteve mais uma vez excelente, em tudo, uma ligeira alteração no traçado veio melhorar a qualidade do piso em Odrinhas, os abastecimentos como sempre estavam muito bem situados e a condizer com o final de cada légua e o controlo de tempos a ser feito em sistema electrónico.



Eu, o António e o Vitor perto dos 13kms (fóto de Isabel)

O tempo que se fez sentir (céu quase sempre encoberto) esteve excelente e ajudou imenso o esforço de todos os atletas e aquela brisa de frente no final veio mesmo a calhar (se calhar até nem estava nenhuma brisa, eu é que andei mais depressa, estranhamente estava bem).
Fiz a prova desde o início com o António Almeida e o seu cunhado, o Vitor. O Vitor era estreante nesta distância da Meia Maratona (e logo nesta) e portou-se lindamente e com a particularidade de em muitos momentos ir a perguntar se nos sentíamos bem..!
A minha chegada à meta (fóto de Isabel)
Não resisti mais uma vez à passagem junto dos tanques de lavagem de roupa ao km 12, de tomar mais um banho servindo-me para o efeito do meu boné, não estava sol mas o clima estava abafado e a temperatura do corpo já era elevada, e que bem me soube. Desta vez não aproveitei muito bem os chuveiros postos à nossa disposição espalhados durante todo o percurso devido à companhia que levava, pois sabia, se o fizesse, que ia prejudicar o ritmo sempre certinho que conseguimos empreender desde o início.
C. Alves, Vitor, J.Adelino, F. Andrade, A. Almeida e Luís Mota

O António por volta dos 16 kms abalou, já estava previsto, e eu fiquei com o Vitor até aos 19 kms, altura em que me deu um vaipe e fui atrás do António, por obra do acaso ele pensou o mesmo e eu não consegui este intento, o Vitor chegou logo a seguir.
A marca conseguida, não sendo um objectivo, até nem foi muito ruim, 1,53,36h, menos 17m que o ano passado.
A minha outra paixão também lá esteve
Com esta prova dei início à preparação da Maratona do Porto que irei fazer em Novembro .
Muitos amigos da blogosfera estiveram presentes, conheci o José Alberto ou melhor, ele conheceu-me e meteu-se comigo (efeitos de eu meter muita fóto e ele não), o Carlos Alves, Luís Mota, excelente 5º lugar vet.1, António Almeida, José Magro, parabéns pelo 5º lugar no seu escalão, Fernando Andrade, com tarefas de direcção da prova, e muitos outros que agora não me lembro.
Provas, agora só em 5 de Outubro em Sesimbra e é capaz de incluir uma sessão de pesca à linha.
No próximo fim de Semana as provas serão outras, no Sábado com a Susana e restante família e no Domingo com a 2ª família, a dos Pára-quedistas em Almeirim.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Corrida da Festa do Avante

Com a Susana a cumprir os "serviços mínimos", quer nos treinos quer nas provas, por motivos prioritários e muito importantes da sua vida, cumpri hoje na sua companhia mais uma competição, a Corrida da Festa do Avante na distância de 9.800 metros.
Como cautelas e caldos de galinha não fazem mal a ninguém saímos quase na cauda do pelotão e como é óbvio primeiro que começássemos a correr foi o cabo dos trabalhos. Também não ficámos muitos incomodados porque a idéia era mesmo essa, ir com calma, ela pelas razões apontadas e eu porque ainda ando a encher o caneco de coragem para iniciar a nova época com novos desafios (incluídos) que preencham a minha vontade de continuar a conhecer... o desconhecido.
Ainda assim fizémos 49,34m, tendo feito nos primeiros 5km 26m exactos.
O Hugo e o Daniel também participaram na Corrida da Festa e por indicação técnica visaram o seu comportamento na casa dos 39m. mostrando que ainda a escassos dias do início da nova época já se encontram a um nível muito aceitável.
Aproveitámos ainda para rever a família do António, desta vez bem ampliada, e o Carlos Lopes (o magrinho) que mais uma vez lá estava a incentivar-nos para o acompanharmos na sua odisseia no próximo Sábado, vamos a ver.
Aproveitando o Diploma que dava direito à entrada gratuita na Festa do Avante, e depois de um retemperador banho que nos custou 2€ cada no campo pelado de treinos do Amora, entrámos no recinto da Festa acabando por fazer-mos uma visita quase geral, aproveitando também para logo ali procurarmos um local para almoçar, o que não foi difícil de encontrar.
Devido ao forte calor e ao cansaço que já sentíamos a meio da tarde regressámos a casa com a certeza que a Edição seguinte merecerá sempre a nossa presença e atenção.
Segue-se agora a Meia Maratona de S. João das Lampas.
Aqui

domingo, 30 de agosto de 2009

No Coração de Lisboa, Os Trilhos de Monsanto/09

Eu bem andava desconfiado, as últimas noites mal dormidas tinham que ter um motivo pois chegava a dormir e ao mesmo tempo pensava na corrida dos trilhos de Monsanto e acordava assim. A corrida, afinal com o seu grau de dificuldade dava razão ao que o meu subconsciente me dizia em surdina, nada de especial é verdade mas alertava.

No coração de Lisboa em plena mata do Monsanto foi montada esta excelente prova em cujos trilhos existentes percorremos quase 12 kms. Foi difícil a prova, com permanente sobe e desce e um grau de dificuldade assinalável que nas subidas mais acentuadas e compridas não pratiquei outro andamento que não fosse a andar. Só a boa vontade não chega e depois ainda ando nesta fase a passo de caracol depois de um final de época um pouco atribulado com os trailes.

É curioso eu residir na Região de Lisboa há 55 anos e desconhecer por completo os trilhos da Serra de Monsanto por onde eu hoje andei, provavelmente irei lá voltar e não apenas na próxima edição.

O inicío da prova atrasou um pouco devido ás necessárias formalidades de controlo dos atletas antes da partida, o calor já estava sofocando em demasia e eu hesitava entre levar ou não levar auto-abastecimento, depois de informado que existia abastecimento optei por não o levar. Mas depressa me arrependi, o calor aumentou e muito e nem as sombras do arvoredo atenuava a canícola, os trilhos, poeirentos deixados no ar pela passagem dos atletas complicaram mais as coisas, as gargantas foram secando e foi com grande alívio que cerca dos 4 kms encontrámos o 1º abastecimento, o 2º e último estava perto dos 8 kms.

Fiz praticamente toda a prova com o amigo Fernando Avelino, colega dos treinos, que por se encontrar em início de época sentiu algumas dificuldades, ainda assim fez questão de me acompanhar e eu de chegar ao mesmo tempo com ele à meta.
Um pormenor importante ou talvez nem tanto, foi necessário 1,20h. para conseguirmos concluir aquilo, uf.

Também soube bem encontrar perto dos 10 kms de prova uma comitiva de apoiantes de amigos dos treinos que por ali andavam a treinar, de entre os quais destaco o meu filho Hugo, foi num local onde as dificuldades já começavam a aligeirar, ainda assim soube bem.

Foi também uma oportunidade para rever alguns amigos, destaco a família Mota, o Fábio Pio, José Magro, Esmeraldo, João Gomes, José Pereira, etç.
Para a Semana temos a Corrida do Avante.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Um dia diferente - A Pêra Rocha

Um dia dedicado a coisas novas, recebi um convite na Quinta-Feira dia 20/8 do nosso amigo e atleta José Pereira para me juntar à sua equipa de fim de Semana para apanhar PÊRA ROCHA na sua propriedade ali perto do Cadaval, nem exitei pois já me tinha comprometido em tempos e nunca tinha conseguido acertar com a data das colheitas nos anos anteriores. Desta vez deu tudo certo ele ligou e 2 dias depois lá estava eu logo bem cedinho, ás 8h. da manhã como mandam os bons custumes.
Confeço que desconhecia por completo como se apanham pêras, mas aquilo tem a sua técnica pois se fossem mal apanhadas elas sofreriam logo ali uma pequena desvalorização, pelo que havia que ter todo o cuidado para que a apanha decorresse dentro da melhor qualidade.
Esteve um dia muito bonito mas com algum calor, no tempo e na companhia, pois todos os companheiros presentes eram amigos e também atletas o que motivou uma excelente jornada de convívio que faço questão de repetir em próximas ocasiões.
Para além de um excelente almoço oferecido aos presentes nesta jornada, fomos ainda obsequiados no final do dia com um excelente grelhado de entremeada e de febras, acompanhado de um bom lote de vinho dali da propriedade. Antes de vir embora ainda podemos fazer uma visita ao pereiral e colher uma boa quantidade daquela pêra que irá acompanhar-nos nas próximas semanas à nossa mesa. É uma ocasião única, porque aquela pêra não chega ás nossas mesas, porque toda a produção daquela pêra, e daquela região, vai toda para Exportação. Aquela que comemos aqui e que se vende nos Supermercados não tem nada a ver com aquilo que vai para fora das fronteiras, é refugo e de má qualidade, é a verdade e lamento estar a dizê-lo. Assim, os produtores vêm-se recompensados com recurso à Exportação, por aqui os consumidores pagam caro aquilo que não presta, e mesmo assim, com os intermediários a "comerem" a maior fatia deixando aos produtores algumas miseráveis migalhas. Estas idas ao campo ensina-nos muitas coisas, se puderem eu recomendo.
Até aos Trilhos de Monsanto

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

8º Trilhos de Monsanto, uma nova aventura.


Estou inscrito e vou participar na 8ª Edição Trilhos de Monsanto a realizar em Lisboa na bonita mata de Monsanto no próximo dia 30 de Agosto.

Trata-se de uma prova integrada no Circuito Nacional de Montanha e vai ser a minha estreia neste tipo de provas e tem a distância de 11.750 metros.

Como é óbvio vai ser uma prova onde não farei grande esforço porque ainda estou naquela fase de recuperação das mazelas deixadas pelos Trailes recentemente realizados.

Já estão 39 atletas inscritos e espero que a participação seja bem maior, haverá também uma caminhada de 6kms no mesmo ambiente.

Esta prova servirá como pequeno aparitivo para as corridas do Avante dia 6 de Setembro e S.João das Lampas dia 12 de Setembro.

domingo, 16 de agosto de 2009

7ª Légua de Vialonga, prova popular.


Numa espécie de "faça férias cá dentro" a 5ª Légua de Vialonga veio mesmo a calhar e em boa altura da época já que neste momento me encontro no chamado descanso activo, isto é, treinando e participando em provas com o mínimo de esforço. Esta prova, realizada no Sábado dia 15 de Agosto, tinha ainda o aliciante de a Organização, da responsabilidade do Clube Os patuscos e com o forte apoio da Junta de freguesia de Vialonga, ter oferecido um almoço a todos os participantes num pinhal muito bonito que existe ali nas redondezas onde se realizou a prova.
Todos os companheiros diários de treino correram pela mesma equipa, Amigos do Vale do Silêncio, todos eles com apenas uma Semana de treinos, mesmo assim a Susana, com algum esforço ainda se destacou alcançando a 2ª posição no sector femenino. Todos os outros correram, participando na festa, sem qualquer intuito competitivo.
Após alguns treinos no Parque Urbano de Santa Iria, que fica ali a escassos 5 kms, a Ana Pereira também participou nesta prova, já que mora ali a poucos metros do local onde se realizou a prova. Com o devido respeito, optei por fazer a minha prova na sua companhia e orientei-me pelo seu andamento que acabou por ser excelente servindo muito bem os objectivos que pretendia.
Mesmo assim ainda conseguimos marcar 29,50m e com direito a medalha. ( O GPS marcou mais 450 metros para além da Légua anunciada, coisa menor.)

Agora segue-se a Corrida da Festa do Avante e de seguida S.João das Lampas.