terça-feira, 29 de junho de 2010

Ultra Trail Serra da Freita, Um sonho adiado?


Dia 27 de Junho, eram 5 horas da manhâ no Marujal, ali mesmo à porta do Parque de Campismo quando foi dada a partida da Ultra Trail da Serra da Freita na distância de 70 kms.
Eram cerca de 180 participantes e o ambiente era excelente entre todos onde era manifesto a boa disposição e o incentivo que era trocado entre os amigos.
Tinha feito a viagem na véspera com o Fernando Andrade mas a noite foi penosa pois por falta de alojamento tive de descansar dentro da viatura até ás 3 horas da manhâ, altura em que comecei a preparar as coisas para ás 5h. me apresentar no local de partida.
Partimos de uma altitude de 909 metros ainda noite e com os frontais acesos pois a noite estava a findar mas a escuridão ainda era muito intensa, levava bastante abastecimento líquido e sólido para me precaver e fazer face ás cerca de 15 horas (previsão) que iria ter pela frente. Tínhamos também a indicação que o Sol iria estar fortíssimo, principalmente quando nos encontrássemos já em plena Serra.
Aos 6 kms atingimos a cota de 1035 metros de altitude, quase sempre em corrida mais lenta ou andando onde as subidas eram de maior inclinação, a partir daqui foi sempre a descer até chegarmos à cota mínima de altitude em toda a prova (250 metros), nem sempre se podia correr nesta longa descida, a vista era deslumbrante e o trilho por onde seguíamos também era muito perigoso a merecer grande atenção. É assim que chegamos ao Rio com 17 kms percorridos e onde o calor já era muito incómodo, aproveitei para logo ali me refrescar e beber água, que por sinal até estava muito fresquinha, até ali tinha partilhado quase sempre da companhia da Otília e a partir dali quase sempre com o Fernando Andrade. Percorri 3 kms por dentro e pela orla do Rio num traçado muito técnico onde permanentemente subíamos e descíamos pedras e pedregulhos e por pequenos carreiros muito traiçoeiros que levou muita gente a cair ao Rio com consequências físicas para alguns deles (ver relatos no Fórum O Mundo da Corrida). Eu caí lá duas vezes mas sem qualquer consequência, a sorte estava comigo. Ali neste local começava já a pressão para atingirmos o primeiro controlo de tempo de passagem que estava aos 20 kms em 4 horas, creio que todos os que partiram conseguiram ultrapassar aquele 1º controlo.
Ainda no Rio aproveitei para tirar algumas fotos e conviver com alguns amigos que dicidiram ali mesmo tomar banho num local de passagem obrigatória com água a chegar ao umbigo, como sempre a Analice viu-se em apuros para passar aquilo, aqui foi o F.Andrade que lhe valeu.
No controlo dos 20 kms tinha 3,30h de prova, procurei a assistência dos Bombeiros, trazia os pés numa lástima pela travessia do Rio, bolhas nos dois pés e algum mal estar do traumatismo que tinha no pé direito devido ao "futebol", foi uma paragem de mais ou menos 20 minutos onde fui muito bem tratado pelo bombeiro que me assistiu. Sem o saber ainda a corrida praticamente acabava ali, começava o verdadeiro Trail, já tinha perdido a companhia da Otília ainda no Rio e o Fernando estava para trás, logo de seguida subimos até aos 750 metros com 26,5kms de prova, nesta altura o Fernando alcançou-me e fizemos uma pequena pausa para comer e beber alguns líquidos, como estava muito calor depressa arranquei, encosta abaixo até alcançar o 2º abastecimento líquido aos 30,5 kms, para fazer estes últimos 10 kms precisei de 2,40h e tinha já um acumulado de 6,10h de prova quando ainda restavam 9 kms par atingir o próximo controlo, este já a eleminar se chegasse para além das 9h. de prova.
No abastecimento dos 30 kms conto novamente com a companhia do Fernando Andrade que chega bastante desgastado , eu próprio também não estava melhor, ouve ali um amigo que nos deu um pouco de sal refinado que nos fez reactivar novamente os índeces de motivação para prosseguir, segui com o Fernando prontos para enfrentar mais uma montanha que estava logo ali à nossa frente que até doía a vista só de olhar lá para cima, dali conseguíamos ver alguns atletas que já iam lá no cimo, pareciam formigas, mas a nossa motivação ainda estava em alta, antes de começar a subir ainda descemos mais um pouco ao longo de mais um Rio de água quase cristalina onde o Fernando aproveitou para se refrescar mais um pouco, eu segui e comecei a subir aquela montanha sem saber como é que o iria conseguir, (em 1.800m. subimos dos 600m para os 1.100m. de altitude), o Sol estava escaldante, de frente para nós enquanto subíamos, não havia trilhos, o percurso era balizado por pequenas fitas que nos íam guiando, por vezes era um pé à frente e outro atrás, as forças já eram poucas, os pés escaldavam e doíam, é nesta fase que recebo uma chamada providêncial da minha filha Susana, eu quase que não podia falar tal era o cansaço, mas foi um grande estímulo pois estava quase a chegar ao cumee deu para descansar um pouco, entretanto olho para trás e vejo o Fernando a aproximar-se de mim, sinal que a moral está de novo em cima, atrás dele perde-se um vale imenso quase a perder de vista, pouco depois chego à estrada que nos levará até ás Eólicas, ponto mais alto da Serra. Antes de lá chegar ainda conseguimos correr cerca de 1km (já estávamos com saudades) mas foi penoso ter de fazê-lo pois o limite de tempo para chegar a mais um controlo de eleminação estava aos 40kms e só "tínhamos" 45 minutos para fazer os restantes 2,5kms. Mas a surpresa estava para vir, quando pensávamos que a meta estava ali num percurso acessível eis-nos atirados para o triho dos Íncas, que não era mais do que descer novamente a mesma Serra que tínhamos subido e depois circular a Serra por um caminho espectacular mas cheio de obstáculos, mato rasteiro que nos deixou as pernas arrasadas, caminhar em cima de lages, em alguns locais à beira de precepícios até que surge a povoação e o consequente controlo e abastecimento. Aqueles 2,5kms foram percorridos em 1,15h, chegámos com o controlo encerrado à cerca de 30 minutos. Acabava ali o sonho de atingir o objectivo que sonhava. Antes de lá chegar já tinha dicidido com o Fernando que não iríamos prosseguir, aquilo não está acessivel a qualquer um, a limitação de tempos de passagem em cada etapa elimina à partida qualquer veleidade de voltar a tentar, a menos que os prazos sejam alargados. Para mim acabou-se.
A recuperação foi boa e não ficaram mazelas, sinal de que era possível ultrapassar aquilo se a pressão não fosse tão grande.
Parabéns a todos os que conseguirem concluir esta duríssima prova e áqueles que tudo fizeram para o conseguir e por qualquer motivo não o conseguiram.
Uma palavra também de grande contentamento por a Organização ter ponderado e aceite que todos os atletas que chegaram à meta fossem classificados. Foi um passo muito importante para para o futuro da prova, de louvar a atitude.
Agora vou fazer o Almonda, de 30 kms, ali em Torres Novas daqui a 15 dias para levantar um pouco a moral, pois não podemos esquecer que Melides está aí daqui a 1 Mês.

19 comentários:

Jorge Branco disse...

Impressionante, belo e comovente relato!
Gostava de um dia me meter numa coisa dessas mas já não é para mim!
Ser corredor de fundo é também, e muito saber, os nosso limites.
Fico pelas provas de montanha “curtas” e se para o ano conseguir fazer os 3 Cântaros já é uma grande alegria.
Mas tenho sempre relatos magistrais com o do amigo para sonhar.
Obrigado!

Fábio Pio Dias disse...

Parabéns Joaquim,

Este desafio não foi concluído, mas só o espiríto aventureiro e coragem demonstrada em participar nesta prova merece as felicitações. Bravo!

O percorrer 2.5Km em 1H: 15 é ilustrativo da exigência elevada deste ultra-trail.

Um grande abraço e continuação de bons treinos até a mítica de Melides.

Vitor Veloso disse...

Olá Joaquim,
Parabéns amigo pela força de vontade que teve em participar, mesmo sabendo que o pé não estava a 100%, e das imagináveis dificuldades da prova.
Pelo relato, demonstra bem a dificuldade que foi esses 40km. Não dá para imaginar como seria o resto dos 30km finais!!!!
Boa recuperação
Abraço
Vitor

MPaiva disse...

Joaquim,

Tenho pena que não tenha chegado ao fim desta tremenda aventura. De qualquer forma a prova que fez merece um forte abraço de parabéns da minha parte para premiar a sua coragem e entrega a uma corrida de grau de dificuldade elevadíssimo!

abraço
MPaiva

Mário Lima disse...

Olá Joaquim

Apetecia-me colocar aqui tudo aquilo que escrevi no tema do Fernando Andrade.

Afinal estas provas são uma prova de resistência, de dureza, de alcançar o céu na terra ou de um possível epitáfio, como «Aqui jaz quem ousou a Freita desafiar».

Não são estas provas feitas para que todos aqueles que lá vão, usufruem o de quanto de belo nos dá a natureza, embora na sua crueza mas que não vá para além disso, chegando ao ponto de colocar em risco a vida de quem nela corre?

Não será uma prova destas, destinada a incutir o gosto pela aventura, o prazer da meta chegada, sem grandes máculas que o sentir que chegou bem, que irá repetir nos anos vindouros e não o contrário?

Durante dois dias nada soubemos de ti. Enviei-te um sms mas nada. Telefonei e nada. Em contacto com os amigos nada de ti.

Apraz-me ao menos registar que chegaste bem, mas na verdade te digo, se a Geira é para voltar a fazer pois não foi ela que nos venceu, pelo teu relato e pelo relato de outros amigos, Freita "jámé" como um dia disse um outro Mário.

Acabaste uma já estás a pensar noutra. Que essa outra não seja tão louca de se fazer, pois pelo que já vimos sentindo há algum tempo, agora os mentores dos Trails andam numa de disputa, ao tentarem fazer uma prova pior que outra. Se ao menos fossem correndo essas provas, organizadas por eles, a nosso lado não me importaria muito pois assim iriam sofrer o mesmo que nós, mas como sabem que ficam sempre de fora, assim também eu.

São odisseias a mais mesmo para um Pára que não pára.

Abraços

Fernando Andrade. disse...

Grande Adelino.

Bom relato da nossa aventura em mais de metade do desafio que aceitámos cumprir. Faço apenas uma correcção - A Analice atravessava bem o rio sem a minha ajuda. Apenas a ajudei a trazer-lhe a mochila e fiquei expectante quanmdo ela fazia a transposição de um pedregulho mais manhoso, mas que ela deu bem conta do recado. Não é por acaso que ela foi até aos 50km e nós ficámo-nos pelos 40.
Estou com saudades daquilo. Pondo nos pratos da balança a violência do percurso e a sua beleza, acho que a segunda predomina sobre a primeira. Animemo-nos porque afinal fizemos mais de metade daquele trajecto de paraiso para os nossos olhos e de inferno para os nossas pernas.
Foi um prazer partilhar contigo esta aventura em tudo o que ela teve de bom e de mau.
Grande abraço.

FA

José Xavier disse...

Caro Joaquim Adelino;

O desânimo do resultado desportivo desta prova, deu lugar ao ânimo positivo de manter as corridas e a preparação para o próximo desafio.

Muito bem, parabéns pelo feito 40km!!!

Um abraço
dos Xavier's

elis disse...

oi, joaquim!

parabéns pelos 40km de muita aventura e desafios que você conquistou nesse trecho da prova!
estou encantada com seu relato, denso, próprio de quem viveu plenamente cada quilômetro desse incrível desafio!
estou me preparando pra correr uma ultra de 75km em 2011; passo a seguir seu blog, a fim de aprender com suas participações nessas grandes aventuras!

gostei quando você escreve "sonho adiado", sinal de que não se deixou abater pela dificuldade da empreitada!
se não deu pra completar os 70km, ao menos você leva pra próxima prova a experiência dos 40km conquistados!
essa é alma do guerreiro!
parabéns!

joaquim adelino disse...

Amigo Jorge, apesar da "sova" continuo com ganas de lá voltar, aquilo só vivido, contando fica longe.
Abraço

Fábio, aquele desafio de facto não foi vencido, mesmo que tivesse chegado dentro do controlo eu ia ficar na mesma, pois sabia que o controlo seguinte ia ser fatal. Ficou a experiência.
Abraço.

Vitor, embora sentindo algumas dores no pé ele não teve influência no meu andamento, o problema é que gastámos energias a mais para aquele primeiro troço até aos 40 kms. A dificuldade seguinte já era mais em resultado daquilo que ia ficando para tráz. A desistência foi dicidida aos 38 kms mesmo que tivesseainda o controlo aberto.
Abraço.

Amigo Paiva, a desistência foi bem pensada e assumida e hoje estou feliz por ter tomado essa decisão antes da eleminação.
Já no local da chegada vi os heróis a chegarem um a um completamente de rastos e impotentes perante e extrema dureza daquilo. Não fiquei convencido, mas nestes moldes não vou voltar.
Um abraço.

Mário, obrigado pela preocupação, mas eu não estava melhor do que vocês por não poder comunicar, ainda mandei uma mensagem pela Net à Susana mas ela não se apercebeu. O telemóvel foi ao banho e pifou, a partir daí acabou. Com 4 tele/telefones nem um ainda consegui fixar.
Não censuro a organização pela dureza extrema daquilo, o que censuro foi a avaliação dos limites dos tempos de passagem entre cada controlo e a realidade no terreno, como é óbvio não se encaixaram, daí tanta desistência. Se ouver alguma abertura para alterar este capítulo voltarei lá.
Abraço.

Grande Fernando, ainda bem que estiveste sempre por perto, senti-me muito mais protegido e apoiado. Aquele traçado dos 30 aos 40 kms foram feitos em 5,30h. impensável aí numa prova qualquer (só de pensar que a última Maratona que fiz foi feita abaixo das 4 horas) até dói.
Mas estou como tu, aquilo deixa saudades e voltarei se o Moutinho nos der algumas facilidades em próximas edições.
Abraço.

Amigo Xavier, existe sempre uma altura em que temos serenamente de pensar em tudo, principalmente nas consequências de uma má decisão que contrarie a vontade do nosso organismo.
A desistência também faz parte do nosso percurso desde que não comprometa as fazes seguintes, na vida e no desporto, é por isso que as metas seguintes se vão manter e exactamente com os mesmos objectivos, diversão e prazer de correr.
Abraço

Élis, desejo que você consiga vencer esse desafio de 75 kms que tem pela frente, espero que consiga correr nesse percurso já que eu na minha prova a partir dos 16 kms acabou-se a corrida e iniciou-se caminhada e escalada.
Depois mande notícias.
Eu vou também adicinar você no meu Blogue.
Beijinhos.

Obrigado a todos pelas mensagens de apoio que me enviaram, elas servirão para revigorar este caminho e para continuar a ter o prazer da vossa companhia, nos bons e nos maus momentos.
Abraço.

Leonel Neves disse...

Caro Adelino
é este bichinho contagiante que quer transmitir aos amigos vale silêncio?
Parabéns. Gostei imenso do relato do evento. Também gostei das fotografias inclusas,por sinal reveladoras da beleza da paisagem e da dureza da prova.
gostava de fazer uma prova dessas, mas falta-me a coragem.
Um abraço

Susana disse...

Pai para mim fizeste uma grande prova, era um desafio arriscado. Muitos Parabéns! Foi pena a falta de rede, pois havia dificuldade em contactar com vocês.
Importa que correu tudo bem! E importa sempre é o prazer na corrida acima de tempos a cumprir.
Beijinhos da filha

joaquim adelino disse...

Leonel, a coragem está na nossa cabeça, está lá tudo, é lançar os dados e pode ser que descubra lá num cantinho a motivação suficiente para dar o passo decisivo. Sim, quero passar esta mensagem à malta amiga do nosso grupo e quando descobrirem que correr também passa pela Natureza e por tudo o que ela envolve nas nossas vidas verão que existe, e bem, mais vida para além das nossas estradas.
Abraço.

Olá filhota, nem sabes a alegria que tive quando recebi o teu telefonema no alto daquela montanha a cerca de 1000m de altitude e com 35kms "andados" quando subia quase de rastos e com uma respiração em grandes dificuldades.
Quando ontem reactivei o telemóvel comoveu-me a mensagem que me envias-te ("Força Pai Beijinhos", quanto eu gostaria de a ter recebido ali em plena montanha, mas eu sabia que o vosso pensamento estava lá e isso animava-me a cada passada que dava.
Os limites da resistência ainda estiveram longe mas estou convencido que aquele desafio poderá ser vencido se a exigência dos tempos de passagem derem mais alguma folga.
Beijinhos.

Jorge disse...

Amigo Joaquim bom dia cara essa Ultra de Trail Serra da Freita me fez lembrar a ultra de 5 Pontões que eu fiz em Fev 2010 aqui no Brasil. Essa foto que vc tirou lá de cima e do rio tem um visual magnifico. Infelizmente tem coisas que não dá certo, que pena amigo que vc não conseguiu alcançar o objetivo de passagem no posto de controle, mais não tem problema com certeza vc aprendeu muito com esta Ultra e na próxima vc correrá ela de novo e vai terminar em tempo hábil...Mesmo assim Parabéns amigão e que bom que pelo menos a organização aceitou a classificação dos atletas...Boa prepraração para a prova de Almonda.

Um abraço,

Jorge Cerqueira
www.jmaratona.com

Tiago Silva disse...

Amigo Joaquim,
Derivado às nossas conversas já imaginava um pouco a dureza da prova.
Penso que é uma vitória pessoal ter conseguido realizar a prova até aos 40km pois já demonstra uma grande força, quer física quer psicológica.
Tal como fala-mos ontem penso que os tempos de passagem têm se ser um pouco reformulados de modo a que as pessoas com mais de 50 anos não sejam comparadas com o pessoal de 20.
Para permitir a atletas que vão fazer a prova numa versão não de competição a 100% mas sim a 10%.

Pode ser que para o ano possa fazer a prova toda e ler-mos com ainda mais entusiasmo este seu relato. No qual consegue passar a motivação e o viver de uma etapa de um sonho que começou a concretizar.
Mas como Confúcio disse “A maior glória não está em nunca cair, mas sim em levantar-se sempre, depois de uma queda.”

Parabéns a todos os atletas que conseguiram acabar a prova e mesmo aqueles que que não conseguiram mas tentaram.

Abraços e bons treinos para todos.

Anónimo disse...

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Ricardo Baptista disse...

Grande Joaquim.
Alinhar à partida dessa prova é já um grande desafio.
Não foi desta que chegou com o desafio ao fim, mas para o ano há mais.
Agora fico a aguardar a ultra "das areias".
Um abraço.

Nuno disse...

Ola Joaquim
Mais um descrição fantastica da prova, so mesmo o Joaquim.
Tenho andado retirado destas lides, tive num curso e o tempo era coisa que nao tinha.
Mas agor ja terminou e tudo vai voltar ao normal. Assim ainda nao sera este ano q vou ao Mleides Troia, deixei de treinar o mes de Junho.
Tb escrevo para saber se tem o contacto do Miguel, porque ficou de me enviar o simbolo do IV encontro.
Um abraço
Nuno
PS Muitos parabens, vai ser AVO, uma avo babado concerteza.

Maria Sem Frio Nem Casa disse...

Meu querido amigo Adelino... já devia/queria ter deixado aqui umas palavras, que o Adelino bem merece!

Amigo, fez o que pode, conforme pode. E pelos vistos a coisa (limite de tempo) saiu furada, logo, com mais tempo, eu sei que fazia aquilo.

Importante é reconhecermos quando parar, e cabeça erguida, a vida está aí, com mais ou menos corridas, e o Raid, outro grande Desafio, esse, eu até aposto: vai fazê-lo na boa!!

Um grande beijinho para o meu vizinho campeão

Ana Pereira

Carlos Sá disse...

Parabéns pelo teu blog amigo!!!!
Um grande trabalho a favor do desporto.
Abraço